Blog de Felipe Patury, da revista Época:
O Tesouro Nacional acabará com uma moda que encheu cofres dos governos estaduais e de bancos de investimento estrangeiros.
Os Estados continuarão com a opção de obter aval da União para contrair empréstimos nesses bancos, mas os créditos não poderão mais ser revendidos por eles no mercado financeiro.
Esse tipo de operação deu gordos lucros ao Credit Suisse, no caso de Minas Gerais, e à Merrill Lynch, no caso de Mato Grosso. Paraná, Santa Catarina e Maranhão estavam na fila.
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