Com mais de 2 milhões de pessoas, o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” no Facebook sofreu um ataque cibernético na madrugada deste domingo (16) e ficou fora do ar.
A própria rede social suspendeu a comunidade – com postagens contrárias ao presidenciável do PSL – após notar atividades suspeitas.
O Facebook diz que está trabalhando para restaurar o grupo às administradoras de origem.
Elas receberam inúmeras ameaças pelo WhatsApp e Facebook, com os invasores afirmando que divulgariam dados pessoais delas e de suas famílias, caso o grupo não fosse extinto até a meia-noite de sexta-feira (14).
Ofensas também foram registradas na página invadida e suspensa pelo Facebook.
Antes de ser invadido, o “Mulheres contra Bolsonaro” se definia como uma comunidade destinada “à união das mulheres de todo o Brasil (e as que moram fora do país) contra o avanço e fortalecimento do machismo, misoginia e outros tipos de preconceitos representados pelo candidato Jair Bolsonaro e seus eleitores”.
O candidato é rejeitado por 49% das mulheres, segundo pesquisa Datafolha.
Com informações do site Metrópoles
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