BNDES vai liberar R$ 1 bilhão para Belo Monte

Publicado em por em Negócios, Oeste do Pará

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou empréstimo-ponte no valor de R$ 1,087 bilhão à Norte Energia (Nesa) para o projeto de implantação da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Estado do Pará.

Os recursos serão utilizados na compra de materiais e de equipamentos nacionais, além do pagamento de serviços de engenharia e de estudos técnicos para a instalação da usina. O projeto faz parte do programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal.

A operação para concessão de financiamento de longo prazo, enquadrada na modalidade de project finance, está em análise pelo BNDES e depende da conclusão do processo de licenciamento do projeto. Nenhuma obra civil ou instalação de equipamentos será realizada no local da usina antes da obtenção do devido licenciamento ambiental e da licença de instalação do empreendimento.

Com capacidade instalada de 11.233 MW, a UHE Belo Monte será a terceira maior do mundo, atrás da chinesa Três Gargantas, com 22,5 mil MW, e da binacional Itaipu, com 14 mil MW. A usina permitirá a ampliação da oferta de eletricidade, necessária para o crescimento e desenvolvimento econômico do País, contribuindo para a segurança energética.


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One Response to BNDES vai liberar R$ 1 bilhão para Belo Monte

  • Meu caro Jeso será que ao proibir as obras de engenharia não estão contribuindo para um caos , não anunciado, não previsto , porem um caos certo, um caos com ano , mês e dia , ora se a infra estrutura da pequena Vitoria do Xingu com uma população urbana de 5800 habitantes já é digna de ser decretada estado de calamidade publica, imagine quando acontecer a explosão demográfica cuja previsão mais otimista é um salto para 16000 habitantes nos primeiros 15 dias, o outro limite , o feito por pessimista é de 22000 no mesmo período , isto a contar da divulgação pela imprensa de que o consorcio recebeu a licença de instalação!

    Segundo estudos preliminares haverá uma geração de 18 mil empregos direto e 80 mil indiretos apenas mais 98 mil pessoas na região fora os que viram e ficaram perambulando!

    Os mais acomodados dariam uma solução paliativa colocando Altamira como cidade dormitório, ora essa , uma distancia de 40 Km entre o local da obra , com apenas um acesso rodoviário !

    Altamira alem de não conseguir absorver os deslocados criaria outro caos, esse de deslocamento, que seria feito também através do fluvial , da para imaginar as manchetes sobre naufrágios pelo excesso de passageiros .

    Outro fator , a obra é em Vitoria do Xingu , lá e que serão os turnos de trabalho, mesmo que Altamira resolvesse a parte referente a hospedagem sobra o resto, que tal uma epidemia “zinha” para ajudar as manchetes!

    Das três etapas o chamado sitio Belo Monte é o único que ainda tem um pouco de infra-estrutura nos outros dois Sitio Pimental e Sitio Bela Vista não há nada , zero !

    Sabe qual a quantidade de canteiros dimensionados , pasmem cinco!

    Ninguém pode alegar ignorância , afinal desde a década de 1970 que são feitos estudos , em 2005 foi concluído o inventario e em 2008 o Conselho de Política Energética decidido sua construção, ou seja em uma convivência de 28 anos alguém pode desconhecer as mazelas?

    Acho que essa grana será absorvida em tudo , menos em dar condições a pequena e pacata Vitoria do Xingu de receber dignamente os seus futuros habitantes!

    Jeso se a obra dita como de interesse nacional , estrela maior do PAC e a futura presidente se qualifica como mãe do dito PAC , porque ela não olha com carinho para essa filha predileta?

    Uma coisa e certa , o povo de Vitoria do Xingu vai ganhar o direito de dizer “ Belo Monte é uma obra filha da mãe “

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