Ufopa: eleição paritária ou proporcional?

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Consun UfopaSeixas Lourenço, atual, no comando da mais recente reunião do Consun. Foto: Ufopa

Eleições UFOPA - seloO modelo (paritária ou proporcional) da primeira eleição direta para reitor/reitora da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará) ainda não foi definido.

A eleição está prevista para o final deste ano.

Na eleição paritária, os votos são contados individualmente, sem diferença de peso entre as 3 categorias da instituição (professores, técnicos e alunos).

Esse modelo é adotado por 68% das universidades federais brasileiras, conforme levantamento feito no ano passado pela UnB (Universidade de Brasília).

Apenas 6 universidades utilizam a eleição proporcional. Neste caso, os votos dos professores têm 70% do peso total; os dos alunos e servidores têm 15% cada.

O modelo a ser adotado pela Ufopa será decidido pelo Consun (Conselho Universitário), órgão supremo de deliberação da universidade.

A composição atual do Consun é proporcional.

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Pesquisa para reitor da Ufopa coleta dados.


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14 Responses to Ufopa: eleição paritária ou proporcional?

  • A Justiça precisa analisar os fatos e se manifestar de forma clara e definitiva sobre a questão. Pois diretamente seremos nós discentes os maiores prejudicados…

  • Interessante essa eleição onde alguns professores faziam movimentos com estudantes, eram de uma politica contraria ao ao atual reitor e agora na hora do vamos ver os alunos ficam na mão… gostaria de deixar bem claro que sem alunos não há Universidade…

  • Digamos que a coisa fosse assim: Dilma é presidenta (executivo), e ainda presidisse o congresso nacional (legislativo) , com todos os seus ministros e assessores diretos tendo direito a voto e os demais, possivelemte eleitos sem lhes dever obediência canina, apens 30%. E mais Presidisse o Judiciário, podendo nomear para isso quem quiser e na hora que achasse conveniente.
    A nossa Constituição diz que isso é um absurdo. Porém, essa não vale dentro de universidade pública. O reitor é reitor (executivo), preside os conselhos superiores (executivo), em que todos os seus pró e similares votam, restando , no máximo, 30% que possivelmente tem assento sem que lhe deva até a alma.
    A Procuradoria e similares, é da sua indicação pessoal, porquanto, nenhum sindicância que se preza pode ser aberta sem a sua anuência e indicação pessoal.
    Como um monstruosidade desse sobrevive no meio que deveria ser o mais esclarecido da sociedade e ninguém percebe nada?

  • Há certa fotos que dizerm tudo.A quantidade de gente de cabeça abaixada mostra o que faria apenas dizer ser coisa de delirante

    1. As cabeças baixas desses homens são de vergonha e medo. Vergonha pois sabem que se sujeitam a apoiar esta gestão, mesmo que sejam subordinados em troca de algum benefício. Medo pois, sabem que agem errado, mesmo assim temem o ditador tirano pois este pode ser excomungado da irmandade. A ex-pró-reitora de administração que o diga.

  • A situacao agora quer a paridade, pois com a caneta na mao pode distribuir cargos comissionados pros funcionarios, bolsas pros alunos e amealhar os votos discentes do PARFOR via prefeituras tucanas. Fora a promessa do RU, que eles sempre rejeitaram e agora apoiam.

  • É curioso ver gente que queria a paridade, agora querendo proporcionalidade, e vice-versa. Quem esse povo acha que engana?
    E quem mandou boicotar a eleição para o Consun? A oposição boicotou e se lascou: ficou sem representantes lá.
    Quanto ao processo eleitoral ufopiano, continuo com esta opinião:
    Enquanto parte da Ufopa pensava se ficava se embalando mais um pouco na rede, ou se descia dela para plantar uma rocinha de mandioca, Seixas Lourenço já tinha papado a farinha toda, e só ficaram sabendo agora. O Reitor se saiu da armadilha com um verdadeiro golpe de mestre. Lição grátis de política universitária…
    Mas quem mandou a oposição ir com tanta sede à cuia? Quem mandou cantar vitória aos quatro ventos? Além de quererem a condenação e execução do Seixas, exigiram a cabeça dele numa bandeja de prata. Aí já era demais! Assim não pode! Assim não é possível!
    Seixas, que não nasceu ontem, foi ao palácio, falou com autoridades de alto coturno e pediu pressa na aprovação do Estatuto, para que a comunidade acadêmica tivesse a sua tão desejada eleição para reitor.
    “Não só a Ufopa, mas todo o Oeste do Pará clama por eleições, clama por um reitor eleito pela comunidade. Permiti, ó altas autoridades, as eleições da Ufopa!”
    E as altas autoridades autorizaram…
    Não era o que o povo queria?
    As lideranças acadêmicas da Ufopa precisam deixar de lado essa disputa por vaguinhas na pós-graduação na UFPA, UFAM, INPA ou Rio de Janeiro, e visitar uma das mais de 10 universidades federais de Minas Gerais, para um estagiozinho, aprendendo a fazer política na manha, na maciota, isto é: aprender a pescar sem espantar os jaraquis.
    Enquanto isso, veremos a saída gloriosa de Seixas Lourenço, a mais astuta raposa político-universitária da Amazônia.
    Dormiram no ponto… Agora aguentem!

      1. Ó Grande Tuxaua dos Tapajós, disco bom não fura…
        Eu é que não canso de cutucar esses caboclos que usam a comunidade acadêmica (principalmente alunos e técnicos) como massa de manobra.
        Uma das maiores besteiras políticas da curta história da Ufopa foi o boicote às eleições do Consun, por um grupo sem preocupações com a universidade e chefiado por gente que nem queria ficar por aqui, só veio para criar bases para seus projetinhos políticos. Não é preciso dizer nomes, todos sabem quem são: agitaram o lugar e deram o fora!
        O resultado está aí: a oposição sem representação e um Consun unilateral!

        1. Zé, troca o óleo da lamparina! Vamos à luta! Vamos dar um pé na bunda do maioral!

          A democracia significa oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende do que cada um de nós fizer em prol dos nossos anseios e mudanças.

          A hora é agora!!!

          1. Já estou na luta. Se depender do meu voto, esse povo todo vai cair fora logo.
            Só quero ver quem vai entrar no lugar deles.
            Estamos esperando os candidatos e suas propostas.

  • Gostaria de informar ao signatário desse blog que a atual composição do Conselho Superior desta universidade não é paritário coíssima nenhuma. E sim, segue a proporcionalidade ou seja: 70% da representação dos professores e 30% para as demais categorias. É bom que se registre que no Congresso Estatuinte se defendeu na versão do Estatuto aprovado na comunidade acadêmica a questão de um Consun Paritário e que foi rechaçado pela atual administração. Perguntar não ofende: por que somente agora às vesperas de uma eleição se levanta a bandeira da paridade? Por que à época da composição do Consun não se respeitou o desejo da comunidade acadêmica pela paridade? Por que somente a paridade tão e exclusivamente, eleitoral? Não está cheirando a oportunismo, conveniência? É o que é pior: vão chamar a comunidade de insana, contraditória, se esta se posicionar contrária a uma bandeira que ela sempre defendeu: paridade. Sim a paridadade, mas irrestrita, ilimitada e não por conveniência.

      1. A filosofia desta gestão decadente é: Dois pesos, duas medidas. Aos amigos tudo. Aos inimigos os rigores da lei. Agora que lhe convém, defende a paridade. Mas desde os primórdios não defendeu. A estatuinte propôs a paridade, eles tiraram. Agora querem propor como manobra eleitoreira? Só que da forma como está sendo proposta, a paridade cria mecanismos para que haja brechas para questionamentos quanto à legalidade do processo eleitoral. Paridade é bom para eles, pois estão com a máquina nas mãos. Tem dezenas de Funções Gratificadas (FG) para distribuir aos técnicos-administrativos. Estão segurando o quanto podem a renovação da bolsa permanência dos estudantes. Tem um projeto de RU caindo de para-quedas no cenário atual (é só dar uma olhada no que compartilharam na fã page da UFOPA). Pela paridade, vencendo na categoria dos estudantes e dos técnicos, pouco importa os anseios da categoria docente. É pagar para ver. Com esta proposta de eleições Seixas ganhou no mínimo mais uns seis meses para se manter no cargo.

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