Da cantora Fafá de Belém (foto), sobre o plebiscito para a criação dos estados do Tapajós e Carajás, a serem desmembrados do Pará. Em entrevista ao site Terra Magazine.
– Sou contra. Radicalmente contra. Não dá para gastar essa fortuna, milhares de milhões, enquanto não se resolve a infraestrutura do Estado, das principais cidades. Ainda não resolveram o problema do saneamento, da saúde, da educação. Belém, lamentavelmente, eu li na revista Veja, é uma das capitais com piores condições de saneamento básico. Apenas 6% da cidade tem esgoto! Enquanto não se faz nada disso, não se pode pensar em dividir o Estado em três. É preciso fazer investimentos. Principalmente em Santarém (no oeste), Altamira (no sudoeste), onde o interior deve convergir. Deve-se, antes de pensar em divisão, cuidar dessas cidades.

Pois é ne o nosso querido estado do Pará a cada dia perde seus patrimonios para os estados vizinhos como Amazonas e Maranhão, antes que percamos as nossas belas praias aqui do tapajos com Alter de chão e outras como também nossos pontos turisticos que temos por aqui vamos nos separar mesmo e logo, pois o Governo Estadual não da estrutura nem para as belas praias como de Salinas, Algodoal e outras ele vai olhar pra nos aqui esquecido a mais de mil quilometros de distancia de Belém, temos mais é que fazer por nos mesmos aqui da região, e vamos mostrar que em breve seremos um estado em desenvolvimento, so assim vamos tornar o nosso Sairé conhecido mundialmente com o hoje é conhecido o Boi de Parintins.
Lembro-me que no ano de 1982 a cantora fafá de belém esteve na caravana do jader barbalho, com uma calça jens e uma camisa de mangas comprida rosa, cantando no anfi theatro da praça de são sebastião, eu estava em baixo de uma mangueira juntamente com o Ronaldo o Tubira e outros que não recordo o nome, pois estavamos cheio do goró, pois bém dona fafa, da época pra cá, qual foi a mudança que tivemos no cagado anfitiatro.qual foi a melhoria que tivemos ao aredor do local, Como diz o Nelson se em 400 anos não foi resolvido nada, como é que agora vai se resolver.
Ufa amanhã estarei perto do Colégio Felisbelo Jaguar Sussuarana, tomando aquele goró, quem quiser conversar de politica e outros assuntos como da fuluca o treem o brahma o tuna bar podem aparecer por la. è fácil de me encontrar.
Será que os politicos dai são tão inoperantes que só sabem mamar nas tetas do governo/
E o que os prefeitosw dai , fizeram?
Caros amigos cada vez que um belenense declara que é contra, é dado motivos que só fortalece a criação do Tapajós e Carajás, eles só estão pensando no bilhões esquecem dos brasileiros que vivem esquecidos aqui no oeste paraense.
Opinião: sempre estou pelos barcos na orla de Santarém, é preciso uma abordagem forte nessas embarcações, pois, nossos irmãos ribeirinhos precisam ficar bem informados eles precisão entrar nessa jornada também.
Fafá, de fato, é de todas as cidades do Brasil. Logo ela irá rever seu posicionamento, principalmente ao saber que a sua Belém será de fato contemplada com a divisão. Sua arte é um encanto… Seu coração “vermelho” é sensível ao melhor para todos…
Voto sim! Que a estrela sob estudo seja triplicada…
Jeso
Se repararmos bem, a Fafá está repetindo o discurso do Zenaldo. aquele de que para implantar os Estados do Tapajós e Carajás vamos gastar “milhares de milhões”, que tem por base o relatório fajuto do IPEA.
Gostaria de sugerir que fosse divulgado aqui uma resposta ágil e rápida para darmos a essas pessoas, pois sei Fafá não é a única que pegou corda.
Peço ao comitê pró-Tapajós que se manifeste. Mas por favor, sem muitas palavras, mesmo que tenhamos que pedir ajuda aos marqueteiros.
Resumindo: Ela quer, antes, resolver os problemas de Belém, para então depois de sugado nossas últimas gotas de sangue, separar. Toma mais uma, Fafá…
FAFÁ, … ” PORQUE NO TE CALAS? “.
JOGUE A CÓPIA DA CHAVE, POR DEBAIXO DA PORTA
QUE É PRA TER MOTIVOS DE PENSAR NUMA VOLTA
FIQUE JUNTO DOS SEUS, BOA SORTE. ADEUS.
VOU JOGAR FORA MEU CD QUE COMPREI ONDE VC CANTOU ESTA MÚSICA. LEMBRA?
CHAGUINHA AD
Importante manifestação da jornalista Ana Célia Pinheiro
terça-feira, 28 de junho de 2011
Importante manifestação da jornalista Ana Célia Pinheiro
Mostraremos as manisfestações favoráveis a divisão, privilegiando as opiniões de pessoas que moram e continuarão morando na parte que continuará Pará. Como é o caso da jornalista Ana Célia Pinheiro, dona do blog “perereca da vizinha”, certamente dentre os mais acessado do Pará. Leiam:
A divisão do Pará, o preconceito, a satanização e a brasilidade de todos nós.
A verdade – a dolorosa verdade – é que nós, de Belém, não conhecemos o Pará.
Achamos grande coisa quando vamos “veranear” em Algodoal, Ajuruteua ou Salinas.
E nem nos damos conta de que as estradas que nos levam a esses lugares – ou a até perto deles – mais parecem uma miragem em relação a uma Transamazônica, por exemplo.
Se as pessoas de Belém conhecessem a dramática realidade do Sul e Sudeste do Pará, da Transamazônica e do Baixo-Amazonas, talvez não dissessem tanta bobagem quando o assunto é a divisão territorial.
Em primeiro lugar, não é verdadeiro o argumento de que apenas os políticos dessas regiões é que lutam pela divisão.
E se as pessoas parassem um pouquinho para pensar naquilo que estão a dizer, perceberiam logo que isso não tem pé nem cabeça.
Afinal, o que levaria esses políticos a defender uma proposta tão grave, se ela não tivesse base popular?
Por acaso vocês conhecem algum candidato ao Governo do Pará, que, em plena eleição, tenha dito com todas as letras que é contra a separação dessas regiões – e tenha conseguido se eleger?
Então, o que é que faz com que os políticos favoráveis à divisão tenham a coragem de expressar isso durante um processo eleitoral, e os políticos contrários não tenham a coragem de fazê-lo?
É por que temem perder simplesmente o voto do Lira Maia, do Giovanni Queiroz ou do Parsifal Pontes?
Ou é porque sabem que, se forem contrários à divisão, perderão maciçamente os votos dessas regiões?
Então, é preciso parar de tentar tapar o sol com a peneira: o desejo de separação existe, sim, e maciçamente, entre os cidadãos dessas regiões.
E por que é assim? Por tudo aquilo que expressei no artigo anterior (aqui: https://pererecadavizinha.blogspot.com/2011/05/o-plebiscito-o-paraensismo-e-vida.html).
Quer dizer: agredir o Giovanni Queiroz, o Lira Maia ou o Parsifal Pontes não vai fazer “desaparecer magicamente” esse anseio popular, que tem raízes muito profundas, inclusive, culturais.
Em segundo lugar, essa história de dizer que essas regiões não podem se separar, ou que não irão progredir a partir da separação, porque serão governadas por esses políticos, revela um preconceito brutal em relação aos habitantes do Sul e Sudeste do Pará, da Transamazônica e do Baixo-Amazonas.
Quem lê o que algumas pessoas escrevem acerca da qualidade dos políticos do interior do Pará fica com a impressão de que nós, de Belém, elegemos a cada pleito, para prefeito da nossa cidade, verdadeiros clones do Winston Churchill!
Na caixinha de comentários da minha postagem anterior, houve até quem “argumentasse” que, dos 41 deputados da nossa Assembléia Legislativa, apenas um, Edmilson Rodrigues, veio da capital – como a dizer que toda a “malignidade” deste estado provém do interior.
E quem pensa assim, vai ter de concordar comigo no seguinte: se verdadeira tal premissa, é necessário afirmar que os vereadores da Câmara de Belém são infinitamente melhores do que os vereadores de todo o Pará e até mesmo que os deputados da nossa Assembléia Legislativa.
Mas a realidade é essa mesma? Os vereadores de Belém são, rrrealmente, melhores que os demais vereadores e até mesmo que os nossos deputados?
Não, maninhos!… Depois que nós, os tão “politizados” eleitores de Belém, elegemos, e até bisamos, o Duciomar Costa, não podemos criticar nem mesmo os cidadãos de Anajás.
Perdemos a moral. E o pessoal de Santarém, Oriximiná, Marabá ou Parauapebas vai de ter de errar muito, e pelos próximos 50 anos, para conseguir nos superar nesse ranking.
Não ajuda em nada a essa discussão ficar satanizando o Giovanni Queiroz, o Lira Maia, o Parsifal Pontes, ou até mesmo a mim, simplesmente porque estamos a defender, democraticamente, o que nos parece melhor para as populações dessas regiões.
Esse tipo de “argumento” revela, em verdade, a falta de argumentos.
É apenas uma falácia, o “crème de la crème” entre as falácias: o argumentum ad hominem, que consiste em atacar quem argumenta, em vez do argumento em si.
E a procura de um “satanás” para esse processo é tão impressionante que já se tenta até atribuir o movimento separatista aos interesses do banqueiro Daniel Dantas.
E a impressão que fica é que nós, de Belém – que nunca dissemos um ai diante da Lei Kandir ou da ação da Vale neste gigante que ainda é o Pará – é que somos os únicos que poderemos obstar os interesses daquele banqueiro.
Isso é preconceito em relação à população do interior – do Baixo-Amazonas, da Transamazônica, do Sul e Sudeste do Pará.
É partir do pressuposto de que nós, da capital, somos superiores a eles em termos de visão e de ação política.
E logo nós, como já dito, que até bisamos o Duciomar.
E logo nós, como bem lembrou um anônimo, que temos esgotos a céu aberto e ruas esburacadas e cheias de mato, igualzinho a qualquer cidade do interior.
Talvez as pessoas não tenham ainda percebido o quanto será nocivo para o Pará, qualquer que seja o resultado desse Plebiscito, se continuarmos a inferiorizar, ou até a satanizar as pessoas dessas regiões, e as lideranças políticas que nelas atuam.
Mesmo que os defensores da integridade territorial vençam esse Plebiscito, teremos um Pará mais dividido do que nunca.
E quem forma opinião tem de estar atento para o perigo que isso representa.
Também não é correto, para mim, o argumento de que não podemos ser favoráveis à divisão porque sobrará ao Pará apenas a parte pobre.
Tal argumentação pressupõe que a nós, paraenses, interessa apenas manter aquelas regiões como espécie de armazém ou de “senzalão”.
E logo nós, paraenses, vítimas, há séculos, de um duplo processo de colonização.
Não acredito que a sofrida e generosa população paraense pense dessa forma.
E tenho para mim que se os defensores da divisão conseguirem mostrar a aflição em que vivem os Severinos de lá, os Severinos daqui apoiarão, sim, a criação desses novos estados.
Mesmo separados, temos de nos respeitar e de buscar aquilo que nos une: a luta pela distribuição da riqueza, pela melhoria das condições de vida do nosso povo, pelo respeito da Nação aos que vivemos na Amazônia.
Antes de mais nada, somos irmãos brasileiros. É o amor a este País que pulsa no coração de cada um de nós.
E é nessa condição que temos de travar esse debate tão importante.
Até porque, ao fim e ao cabo, estamos todos – de Belém, de Santarém, de Marabá, de Altamira, de Anajás – no mesmíssimo barco, dadas as condições de sobrevivência que todos enfrentamos nesta imensidão.
FUUUUUUIIIIIIIII!!!!!!!!
Postado por Ana Célia Pinheiro às 16:23
Pois é , NÉ Fafá. “Ainda não resolveram o problema do saneamento, da saúde, da educação”. Parece até que só agora ela descobriu que o Governo do Estado do Pará, tem problemas de gestão para administrar o estado, NÉ.
Se até agora os governos do estado não conseguiram desenvolver uma política de investimento para esta região, Oeste do Pará, que promova o desenvolvimento econômico e social e conseqüentemente implemente a qualidade de vida de nosso povo. Então, temos que encontrar novos caminhos e soluções, sermos responsáveis pela marcha lenta em que o setor econômico de desenvolve onde tudo o que produzimos parece muito pouco para metrópole, mas, quando da repartição da receita tributaria ficam com a maior parte do bolo para investir em outras regiões. Não podemos mais esperar 350 anos para vê alguém que vai cair do céu, que gosta muito da gente e vai finalmente fazer o possível e o impossível pelo nosso povo e finalmente dizer que tentou investir mais no Oeste do Pará, mas, infelizmente o estado é muito grande e tem prioridades no contexto estadual. Estado do Tapajós é um grande projeto de desenvolvimento e não podemos temer o que vamos PERDER pois precisamos usufruir o que GANHAMOS do resultado do trabalho árduo de nosso povo.
É FAFÁ, A SRA. TEM TODA RAZÃO, MUITO PRECISA SER FEITO NA ÁREA DA EDUCAÇÃO, SAÚDE, SANEAMENTO……. E VAI SER FEITO, SÓ QUE DESTA VEZ NO TAPAJÓS, NO CARAJÁS E NO RESTINHO DO PARÁ QUE FICAR PRA VOCES AI DE BELÉM.
Ela só ta dizendo isso pq o Duda Mendonça ainda não deu um cala boca pra ela tipo uns 50 mil plecs pra ela começar a dizer q é a favor.
Por mim ela nunca mais faz show aqui.
A turma de Belém grita que o Estado do Tapajós vai ser muito caro. Quanto mesmo vai custar o novo Estado? 2 ou 3 bilhões de reais? Pois é amigos e o BNDES vai entrar numa furada de até R$-4,5 bilhões com o grupo Pão de Açúcar do Abílio Diniz. E segundo a jornalista Miriam Leitão em seu artigo no jornal O Globo de hoje (30/06/11), “Nos últimos anos o Tesouro já se endividou em R$-260 bilhões – incluindo os R$-30 bilhões deste ano – para financiar o BNDES na suas operações. E elas fazem cada vez menos sentido”. E ela ainda diz: “O estrano é por que um grupo que tem condições de captar no mercado internacional precisará que o BNDES entre de sócio e dê até R$-4,5 bilhões para o negócio”. Aí eu pergunto: Por acaso, somente por acaso, esse senhor financiou a campanha petista? O BNDES surgiu afinal pra quê? Pra financiar o crescimento do país (financiamento de portos, estradas…)? ou para entrar como sócio com frigorífico falido (JBS-Friboi), grupo Pão de Açúcar, etc? Então, dinheiro o País tem para bancar a criação dos Estados do Tapajós e Carajás, o problemas são os negócios escusos que levam toda a nossa fortuna ao sabor de interesses nada compreensíveis.
dá-lhe Fafá !!! e não venha forte que eu sou do norte !!! chora cavaco !!!!!
Liga não Fafá !! o nerson mocorongo da capitinga esqueceu de tomar o tarja preta !!!! voc~e como cantora de expressão nacional e internacional não precisa se meter com esses mocorongos!!! que pegam corda dos manauras que em primeiro lugar nunca tiveram um time na libertadores !!ficam mordidos quando Joelma e Chimbinha são paparicados pela rede globo !!! quando nunca tiveram a maoir expressão da inteligência filosófica a nivel de Benedito Nunes !!! e morrrem de despeito quando Ganso desfila com a camisa do Pará sendo Tri campeão da Libertadores !!! Arre esses mocorongos são de morte !!! e a inveja é maior que a floresta!!! ei povo da várzea ! cresçam e apareçam!!!!
E LAMENTÁVEL QUE A CANTORA FAFA FALE DESSA MANEIRA , PENSEI QUE ELA FOSSE MAIS EXCLARECIDA , MAS PELO JEITO NÃO É NÃO.
ELA TEM QUE VER QUE , NA SITUAÇÃO QUE ESTAMOS HOJE , SOMOS UM PEQUENO QUINTAL DE BELÉM QUE NÃO DÃO MUITA IMPORTÂNCIA PARA NOSSA CIDADE.
GOVERNADOPR ESTEVE EM SANTARÉM FAZENDO O SEU PAPEL , ( EM MEU ENTENDER FOI : QUERER MOSTRAR QUE O GOVERNO ESTA PRESENTE EM SANTARÉM) , MAS OS OUTROS GOVERNATES SERÁ QUE VÃO PENSAR DA MESMA MANEIRA .
EXPERIÊNCIA JÁ TIVEMSO QUANDO ANA JULIA GOVERNADORA , LULA PRESIDENTE , MARIA NO GOVER ATUAL , QUE FOI UM DOS PIORES MANDATOS QUE TIVEMOS E PRINCIPALMENTE FOMOS ESQUECIDOS PELAS 3 ESFERAS TANTO FEDERAL , ESTADUAL E MUNICIPAL , QUE NÃO ESTA FZENDO NADA EM NOSSA TERRA.
ENTÃO SE QUEREMOS SER ALGUEM , TEMOS QUE SER TAPAJÓS PARA PODERMOS CRESCER E MOSTRARMOS QUE TEMOS CONDIÇÕES DE SEGUIRMOS COM AS NOSSAS PRÓIPRIAS PERNAS
Você cantando e nota 10, falando de politica sem duvida é nota “Zero”.
Sem comentários.
kkkkkkkkkkk,Essa Analise da SRA FAFA DE BELEM como é conhecida so da de sorri…..Sra a Emancipaçao dos Futuros Estados da Federaçao e justamente para Melhor atender a populaçao desse imenso Estado que é Maior em extensao territorial de que muitos Pais.Portanto emancipar e a soluçao….uma pergunta dona vc sabe quantos muncipios tem em minas gerais…..pois é os mineiros de besta so tem a cara pois é o estado que mais se alimenta do FPM…….é isso Dona Fafa diga sim pra Melhorar…….
A Belém da Fafá não ficará menor com a separação, mas a Fafá de Belém ficou depois dessa declaração.
Por que dar tanta importância à opinião da Fafá? Ela já disse que não era de Belém, era só Fafá. No programa da Xuxa, teve vergonha de ensinar como se faz um pato no tucupi. “Grande” paraense!!!
“Ainda não resolveram o problema do saneamento, da saude, da educação”.KKKKKKKKKKKK. Por esse argumento da senhora Maria de Fátima, o Brasil ainda era colônia de Portugal. Em plena Praça do Comércio, ponto nobre de Lisboa, o esgoto é jogado “in natura” no Rio Tejo e perto da Torre de Belém, neste mesmo leito, tem plástico tanto em terra quanto nadando. No Brasil os exemplos são múltiplos. Assim, como esses problemas até hoje não foram resolvidos, pela lógica da cantora “socióloga” ainda seríamos colônia. Aliás, não sei porque a sra. Moura Palha defende tanto o Pará. Talvez esqueceu que quando, em busca de mercado, começou a cantar fado em Portugal, pensando que teria sucesso, pediu que não a chamassem mais “de Belém”, mas somente Fafá. Caiu do cavalo e voltou a ser “de Belém”. Vai cair do cavalo novamente com a infeliz e pouco inteligente declaração e isso doerá no bolso! Perderá os poucos fãs que tem ou, melhor, tinha no Oeste do Pará. SAUDAÇÕES TAPAJOARAS,
O povo santareno fica aborrecido com defesas como da Fafá de Belém, e com razão, pois, Santarém, na divisão do Estado, será a nova sede, e concentrará todos os recursos e sem sombra de dúvidas, terá um imediato progresso, pela via dos pesados investimentos de dinheiro público. Porém, para o restante das cidades mais pobres do oeste do Pará, não consigo vislumbrar desenvolvimento, diga-se de passagem, são cidades mais pobres, por puro descaso político.
A sede pode ser Alenquer, Maralice.
O problema maior é se a sede for Alenquer, o nobre jurista ( futuro desembargador do novo Estado)não vai querer morar lá…rsrssrsrsr. Para resolvermos os problemas estruturais, e combatermos a pobreza pela ótica da divisão, dividir o Pará em 03 é pouco, por que não dividir em mais pedaços, e sobrar uma sede para Alenquer, Óbidos, Juruti etc…rsrsrsrsrsr.
Por que não? Acho Alenquer uma cidade prazerosa, Maralice! Vc não acha?
Vem perdendo gradativamente os seus encantos e prazeres, que foram ingredientes da poesia de Aldo Arraias e de outros poetas da terra, tudo por conta do descaso político na esfera local e estadual, vamos aguardar o plebiscito, e verificar o que o povo Alenquerense deseja. Deus ajude, que eu esteja enganada, e que a divisão seja a panacéia para os municipios pobres do oeste do Pará. Estarei aguardando V.Exa. por lá!!!!!!!!!!
Maralice, seja honesta com o Oeste do Estado do Para, pense melhor?
Vamos relevando, a Fafá devia estar cheia da “mardita” quando falou isso. Um comentário sem nexo, sem sentido, apático, lamentável, sem sobriedade. Tapajós JÁ.
CANTOR OPINANDO É HORRÍVEL
A Dona Maria de Fátima que me perdoe, mas ela não pode opinar dessa maneira, principalmente quando inocentemente inverte o sentido lógico das coisas. Quando diz que as cidades precisam de investimentos e não da divisão, não passa na cabeça de vento dessa papa-açaí, que já se passaram 400 anos que estamos esperando esses investimentos e nunca chegaram, e que não vão chegar, pois estai a razão da gente querer separar. Será que ela se faz de boba, pois é viajada e tudo mais, para não perceber que os governos de Belém são os piores do Brasil desde a fundação do Pará? Ora Dona Fafá não fale leseira, pegue leve, se eu fosse a senhora, pediria desculpa para nosso povo da tragédia cometida nestes 400 anos pela incompetência desta redoma belenense que já governou o Pará, rico de tudo, mas pobre de espírito de fraternidade, só são unidos no Círio, acabou a procissão é um antro de malandragem, de humilhação dos mais pobres, um festival de soberba.
Nelson Vinencci
É estranho o estado emocional da cantora Fafa que com seu argumento ébrio diz coisa com coisa
ela deveria ser mais inteligente assim com um Blogueiro de Belém que escreveu no seu blog uma mensagem muito importante para os SANGUE-SUGAS. A mensagem é PARÁ MENOR PARÁ MELHOR se ela podesse entender essa mensagem seria muito bom , talvés seja por isso que a veja arrasou com a Capital, pois a veja não conhece a nossa região Oeste do Pará e sendo um estado grande geograficamente que dificulta uma boa governabilidade, se acontecer essa mudança o Pará vai ficar menor geograficamente e as coisas vão melhorar para todos, sendo assim o Jatene ou outros com sua turma não viriam para Santarém -Região Oeste do Pará, só gastar o nosso dinheiro com promessas e nada mais. TAPAJOÓS SIM para um PARÁ MELHOR.
Uma pena! É só um exemplo de como as pessoas estão “por fora”.
Vamos tentar esclarecer a todos sem xingar ninguém.
Assim convenceremos mais pessoas.
Governador por perto e sim para o Tapajós.
É preocupante e lamentável o comentário da Fafá de Belém… aliás o nome já diz tudo “Belém”. O que ficou claro é que pretendem primeiramente cuidar de Belém com o dinheiro arrecadado dos municípios do interior – digo Santarém, Porto Trombetas, Marabá… – para depois pensar em cuidar dos demais municípios do estado. Que depoimento mais brega!!! Isso é uma afronta ao povo do Tapajós e Carajás. EU DIGO SIM AO TAPAJÓS.
Tem um blogueiro de Belém fazendo a campanha do SIM e eu gostei dessa mensagem: PARÁ MENOR PARÁ MELHOR . Esse argumento da Fafa está muito ébrio até parece que ela não caiu na real é mais uma SANGUE-SUGA, talvés seja isso o problema de Belém são muito gananciosos, só pensam neles no bem estar deles é por isso que estamos nessa situação pena que a revista veja não conhece a nossa região que é muito grande que a maioria dos Paraense não conhecem também. Nós da região Oeste do Pará não queremos separação queremos uma MUDANÇA e mundança para melhor. Ela deveria ser mais inteligente e pensar que o Pará sendo menor as coisa poderão melhorar para eles e todos nós sairemos vitoriosos, assim o Jatene não sairia com sua turma para vir aqui em Santarém só fazer promessas e castar o nosso dinheiro .
Só para reforçar segue abaixo o blog:
https://maiorparamelhor.blogspot.com/
Isso que eu chamo de falar muito e não dizer nada. Que idiota !
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Realmente ela entende só de música, pois o que ela cita no texto é justamente o que propomos com o Estado do Tapajós.
Ela querer dizer que precisa investir nas cidades, isso todos nós sabemos, pois só quem vive nessa região conhece a realidade do povo.
Uso esse trecho da fala da cantora para ilustrar o quanto ela está falando coisa com coisa: “Apenas 6% da cidade tem esgoto! Enquanto não se faz nada disso, não se pode pensar em dividir o Estado em três”.
O anseio da populacão vai muito mais além do que isso cantora, não adianta sair falando que é contra, precisamos de argumentos convincentes, eis aqui o nosso:
A realidade de um povo sofrido a décadas e que ainda sonha pela liberdade!
SÓ VOU MANDAR FAZER UMA MANDIGA PRA FAFÁ
VOU FALAR COM A MINHA MÃE DE SANTO, QUE É POUCO ESCROTA EM DERRUBAR CANTORA QUE TOMA CACHAÇA PURA. XOU MI SI FILHO. PEGUE ESSA
Não vejo nada no argumento desta anciã alcoólatra!
Esta pé de cana, deu vexame em suas horríveis entrevista no festival de Parintins 2011.
Ainda bem que não é Fafá de Santarém…….A única ideia que Santarém foi beneficiada foi quando a população batizou as paradas de ônibus como sutiã da Fafá, ainda existe um na praça da COHAB.
QUEM FOR CONTRA O ¨TAPAJÓS¨ É CONTRA A VIDA DOS DESPREZADOS DA REGIÃO OESTE.
A FAFÁ NÃO SABE O QUE ELA VAI PERDER. O ESTADO VAI SAIR COM TODA CERTEZA
E AI ELA NÃO VAI PODER FAZER NENHUM SHOW NA PARTE QUE FOI DIVIDIDA.
ELA VAI SER CONCIDERADA A INIMIGA DO TAPAJÓS E CARAJAS.
ESTADO DO TAPAJÓS É REALIDADE.
NÃO É JUSTO DEPOIS DE TANTO TENPO QUE AGENTE VEM LUTANDO PARA QUE SE TORNE REALIDADE, VEM UMA CANTORA DE BOTIQUIM FAZER GRAÇA.
FAFÁ, CANTE PRA VOCE ESSA MUSICA.. VA COM DEUS. E VE SE NÃO VOLTA.
Então, Maria de Fatima.
Minha posição é contraria a sua………. afirmo de maneira peremptória que só criando-se o Estado do Tapajós, iremos alcançar a TERRA PROMETIDA e será tomada com muito esforço, a nobre cidadã Maria de Fátima que teve e tem , Amigos e amigos Governadores, poderia ter feito tal cobranças com mais veemência… até porque você…TEM PEITO literalmente para dizer e cobrá-los.
Agora Sra. Maria de Fátima …..é SE- PARÁ…….. tendo ou não peito…..
A Fafá falou muito bem. Se Belém, a capital, onde o governo sempre investiu praticamente todos os recursos do Estado, tem 94% de esgoto a céu aberto o que será do interior? Ou seja, se os diversos governos paraenses não foram capazes de cuidar da capital, cuidarão algum dia do interior? E olha que são os mesmos. O Jatene já foi Jáder, Almir e agora é ele mesmo, com as mesmas práticas que aprendeu com seus padrinhos.
Reclame não Fafá! Belém não tem esgoto, mas quase todos os bairros tem água. Já o interior nem água tem!
Interessante que todo mundo agora tem uma solução mágica para defender a manutenção do Pará como está. Mas agora é tarde e o fogo arde, queimando a já tênue amarra de sentimento que ainda teimava em prender as regiões separatistas ao velho pará.
Apesar da Fafá, SIM TAPAJÓS.
Eu era um fâ desta cantoura, tinha até uma coleção de discos,mas,agora vou quebrar tudo
é porisso que ela canta: vermelho,vermelho, vermelhou.
tô fora desta.
ela tem que para de tomar cachaça pura, ou outras coisas, pois eu vi ela no beloter em alter dochão
tomando cachaça pura.
350 anos sem esgoto, sem saude, sem educação;; e agora vem essa zinha quero que faça em mais um mandato destes mesmos governates.
fafá, timete com atua vida, e deixa a nossa vida sofrida e desprezada por voces da capital, que agente sabe o que quer.
um conselho… voce só vai se queimar sendo contra.
pode apostar vai ser o fim triste da tua carreira.
um exemplo. eu já deixei de ser teu fâ.
tapajós já.
Que legal, que com o plebiscito aprovado no congresso e os belenses sentindo na pele que há população pensante nas cidades do quintal do Pará é que eles lembram que precisam fazer investimentos aqui…
Tarde demais Fafá… nossa população de todo o Oeste do Pará não quer se lembrada agora, pra ano que vem voltar a ficar tudo do jeito que sempre foi….
Lamentável a posição da grande Cantora Fafá de Belém. É preciso dizer a ela que a proposta de reorganização do Pará em três Estados é justamente para se tentar avançar da resolução dos problemas por ela levantados. Não é concentrando o dinheiro em Belém que vamos resolver os problemas do Oeste, do Sudoeste ou do Sul e Sudeste Paraense e sim, desconcentrando ou melhor democratizando o Poder Político para democratizar também a distribuição dos recursos financeiros.