Graça Fostes, presidente da Petrobras, em depoimento ontem (15) no Senado. Foto: Gustavo Bezerra/Flickr
Folha de S. Paulo
Em seis horas de depoimento ontem no Senado, a presidente da Petrobras, Graça Foster, admitiu que a compra da refinaria de Pasadena (EUA), em 2006, “não foi um bom negócio”, mas endossou a versão de Dilma Rousseff ao afirmar que estava incompleto o resumo em que se baseou a aquisição.
“Não existe operação 100% segura, imagino que em nenhuma atividade comercial e certamente não na indústria de petróleo e gás”, afirmou.
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Na avaliação de parlamentares da oposição e do próprio governo, as explicações não surtiram o efeito desejado pelo Palácio do Planalto, que era esvaziar a pressão para a instalação de uma CPI da Petrobras no Congresso.
Senadores de oposição voltaram a defender a investigação durante e após o depoimento de Graça. Já os governistas reconheceram, nos bastidores, que ela conseguiu apenas reforçar a versão da presidente Dilma, que deu o aval ao negócio em 2006.
Na época, Dilma presidia o Conselho de Administração da estatal e apoiou a compra. Em março, no entanto, afirmou que o fez com base em um parecer jurídica e tecnicamente “falho”.
Leia mais em Compra de refinaria foi um mau negócio, admite Graça.
este blog precisa urgentemente de um competente revisor de português ! o correto seria dizer que foi um MAU negócio e não um MAL negócio !!! a última flôr do lácio agradece !