Coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, hoje (28):

José Serra ganhou indenização de R$ 1.000 por danos morais pelo “oportunismo eleitoral” do livro “A Privataria Tucana”, de Amaury Ribeiro Júnior. O autor e a editora Geração Editorial foram condenados pelo juiz André Pasquale Scavone, da 10ª Vara Cível, em sentença publicada em 1º de março.
Na decisão, o juiz declara que “não é este o juízo que vai dizer se os fatos narrados são ou não verdadeiros”. Diz, no entanto, que é “inequívoca a intenção dos réus de atingir a imagem de Serra”. Scavone considera “curioso” o caráter indenizatório da ação. “Se o interesse era preservar a imagem, o pedido deveria ser de impedir a venda do material ofensivo.”
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Ao fixar a indenização, o juiz afirma ser o valor “simbólico (para fins de paraísos fiscais)”, uma referência às denúncias do livro, lançado às vésperas das eleições de 2010, contra o candidato tucano à Presidência.
Serra e os réus devem recorrer da decisão. “O livro foi considerado ofensivo, mas entramos com recurso para ampliar a condenação”, afirma Ricardo Penteado, advogado do tucano. “Também vamos recorrer. Para nós, R$ 1.000 é muito”, diz o editor Luiz Fernando Emediato.
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MUITO BEM LEMBRADO “FHC COMPROU SUA REELEIÇÃO”. NA ÉPOCA ISTO NÃO FOI BEM DIVULGADO.
Tibério foi só uma caridade do juiz com ele….deixa Tiba….só milzinho…kakaka. Vai servir para a piada do ano.
Ta dodo mundo falando mal …… mas quando metem a mão no bolso e tiram o seu REAL é a ele que deveriam agradecer .
E o Fernando Henrique, o FAROL, quem diria!!! Quer ser imortal. Agora é candidato a ABL. Assim como a compra da releição, quanto ele tá pagando por cado voto dos imortais. Jeso, cá pra nós, a Academia Brasileira de Letras, tá de brincadeira. Vejamos: José Sarney, Merval Pereira, Roberto Marinho, Marco Maciel. E pensar que um dia por lá passaram um Rui Barbosa, Gonçalves Dias, Afonso Arinos, Aluisio Azevedo….
Mais um Juiz adepto da teoria do “Domínio de Fato”.
Ele mesmo admite : ““não é este o juízo que vai dizer se os fatos narrados são ou não verdadeiros”. Para depois afirmar que é “inequívoca a intenção dos réus de atingir a imagem de Serra”.
Como já o Supremo fez escola: “Provas” é que não valem.
A brincadeira final são os Mil R$ de indenização ao Zé Pilantra.
QUA, QUA, QUA,
Só o analfabetismo jurídico para “salvar” Zé Bolinha de Papel.
Infelizmente essa é a cara do nosso judiciário
Tiberio Alloggio