Gilberto Dimenstein, jornalista

Do jornalista Gilberto Dimenstein (foto), da Folha de S. Paulo, sobre os 7 ministros que deixaram o governo Dilma Rousseff desde que ela assumiu a Presidência da República em janeiro deste ano. Em artigo denominado Dilma entra na história.

– Há uma visão no Brasil de que somos um país infestado de corrupção. Verdade. Mas soma-se a isso a ideia de que somos impotentes, vencidos pela pilantragem. Mentira. O que está acontecendo é a consequência de uma sociedade mais informada, atenta e articulada, na qual a imprensa exerce um papel de fiscalização. É um caminho sem volta. E serve para todos: das ongs ao empresários, passando pela imprensa.

Leia também:
Lupi deixa o Ministério do Trabalho.

Nota do editor: textos, fotos, vídeos, tabelas e outros materiais publicados no espaço "comentários" não refletem necessariamente o pensamento do Site Jeso Carneiro, sendo de total responsabilidade do(s) autor(es) as informações, juízos de valor e conceitos divulgados.

3 Comentários em: Ele disse

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  • jb disse:

    Uma sociedade mais informada, atenta e articulada?!!! Sei não. Conheço jovens estudantes que não lêem livros, revistas, jornais, e tampouco têm computadores. E Universitários também. E pasmem, da área de letras e pedagogia. Então, a manipulação fica mais fácil. Estou exagerando?

  • Telma Amazonas disse:

    Impressionante como esse texto está totalmente em linha com a nossa luta pela Divisão do Estado. Estamos sendo usados pelo discurso do Não sobre a farra politica e a corrupção habitual, como se essa prática estivesse acima de tudo e de todos, como se tudo isso vencesse a nossa luta por uma região melhor e mais desenvolvida.

    Este artigo deveria ser dedicado ao Zenaldo Coutinhozinho.

  • Anselmo Colares disse:

    Concordo com esta análise. Embora as vezes temos a sensação de que assistimos a um retrocesso, a uma apatia, creio que seja por causa da nossa ansiedade em ver as coisas caminharem para uma transformação de forma mais rápida e eficiente. Mas é necessário cautela para não cairmos em uma onda de inquisição. O princípio do Estado de Direito garante até ao maior bandido a condição de ser ouvido, de se defender. Isto só não pode dar margem para a impunidade.