Frase do dia

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Confio na Justiça do meu País! Confio no julgamento jurídico dos tribunais superiores, isentos de interesses e de paixões eleitorais.

Joaquim Roriz, candidato a governador do Distrito Federal, cujo registro de candidato foi negado pelo TRE e que por isso recorreu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).


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5 Responses to Frase do dia

  • Tal Joaquim Roriz, tal Jader Barbalho, tal cidadão brasileiro que nunca aprendeu votar. É muito triste.

  • Confio na Justiça do meu País! Confio no julgamento jurídico dos tribunais superiores, isentos de interesses e de paixões eleitorais, FORA JADER, PAULO ROCHA, JOAQUIM RORIZ E TANTOS OUTROS FICHAS SUJAS DESSE PAIS.

  • Analise de Reinaldo Azevedo, em seu blog, sobre o desempenho de Dilma Rouseff, ontem no debate dos presidenciáveis. Vejam:

    Nenhum dos candidatos teve um desempenho brilhante no debate de ontem da Band, mas, a esta altura, não deve haver um só petista honesto consigo mesmo — isso, ao menos, creio ser possível — que não tenha claro que a atuação de Dilma Rousseff foi bisonha, quase cômica às vezes, como numa espécie de apagão inicial, em que ela parecia estar à cata de anotações para dizer “boa-noite!”. Caso se transcrevessem as respostas — demoraria muito tempo, ou eu o faria —, o que foi apenas atrapalhado se revelaria um desastre. Tanto é que se pôde ouvir Marta Suplicy, candidata do PT ao Senado, presente à platéia, sintetizar assim o desempenho de sua companheira de partido: “Tanta preparação para chegar nisso!?” Pois é…

    Os petistas contavam com o evento de ontem para sustentar a partir desta sexta: “Viram como ela se dá bem nos debates? Só faltava isso!” E eles não podem fazê-lo, o que transfere a tensão para o próximo. O debate tem um simbolismo: serve para provar que ela consegue se virar sozinha. Não é bem verdade, já que um batalhão de assessores cuida da preparação, atua no intervalo, dá dicas… Dilma ainda é uma aluna medíocre nessa área.

    Lula tem uma gramática troncha — melhorou bastante —, mas seu raciocínio, mesmo para dizer as maiores batatadas, é claro. O “companheiro” sempre ordenou de maneira eficiente sujeito, verbo, objeto e advérbio, mesmo quando tinha aquela pinta enfezada. Aprendeu a falar em público nas assembléias sindicais. A gramática da candidata petista é pior do que a de seu chefe hoje. Sua concordância nominal é assustadora. Mas isso é o de menos: seu raciocínio é que é confuso. Sua fala é cheia de anacolutos, aqueles termos que vão ficando perdidos na frase, sem função sintática. A fala vira uma maçaroca de onde brotam números aos montes — para provar que o governo Lula é superior ao de seu antecessor, FHC. Esse é seu único recurso retórico; essa é sua única base de apoio. Mesmo assim, é inábil ao desfiar a numerália porque o faz sem critério, misturando tudo.
    Quando se perdia, o que acontecia quase sempre, apelava ao estoque de dados. Fica-se com a impressão de que ela não consegue responder uma só questão sobre o futuro. Existe para fazer a linha de defesa do governo Lula, que lhe passou todo o prestígio que ela tem. De certo modo, o anseio do chefe se cumpre. Caso ela se eleja, será ele o eleito, mas ela vai governar…

  • É por isso que determinadas figuras políticas são inatingíveis… Eles tem corpo fechado.
    Tem Fé, Confiança…no superior…

    Lá os valores (apesar de bem mais altos) são tabelados.

    Tiberio Alloggio

    1. Nem macumba, nem feitiçaria, nem sessão de descarrego, nem pajelança dá jeito nessas figuras, Tibério. Tem corpo fechadíssimo, como dizes. Os cães ladram e a caravana deles passa incólume.

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