Nunca houve “mensalão” em Minas Gerais. Mensalão pressupõe pagamento a parlamentares para conseguir apoio em votações. Isso não aconteceu em Minas Gerais.
Eduardo Azeredo, ex-governador de Minas Gerais, em nota à imprensa ontem (17). Ele é o protagonista desse mensalão pão de queijo.

Esse é o “pai” politico
O “pai” de Valerio…
Daniel Dantas é o “patrão” dele
. . Até um ex supremo presidente do supremo recebeu deles…
Todos são membros da “orquestra tuco-paraguaia”
Já está “safo”
Tiberio Alloggio
Sacanagem fizeram com os seus gurus, colocaram-nos todos no xilindró.Tiveram lições e aprenderam muito bem com os “tuco- paraguaios”, turminha danada de aplicada e inteligente.É, pelo que concluo, os Ministros do STF cometeram imensa injustiça.Putzgrila, não bastassem brasileiros com hipotrofia encefálica , me aparece…………
Seja honesto, reconheça que o seu partido é um ninho de corrupção, se não fizer isso você não tem integridade para fazer qualquer comentário a respeito de ética e moral, apontar o dedo para outros e muito fácil, quero ver apontar o dedo para os seus!!! Se você tiver um pouquinho de compromisso com a verdade, vai falar que os casos são diferentes, nos dois houve desvio de dinheiro público para uso em campanha, mas no de minas não teve compra de parlamentar, não tentaram criar um “democracia” paralela na base do dinheiro. Claro que o Azeredo deve ser julgado e condenado se o tribunal o achar, mas que seja pelos crimes q cometeu e não pelos que o pt quer que ele seja condenado.
A globo, o próprio PSDB, as elites do país e o ministro Joaquim Barbosa acreditam plenamente no ex-governador tucano Eduardo Azeredo. Do contrário dariam ao mensalão mineiro o mesmo tratamento que dão ao mensalão petista.
Todo tipo de corrupção deve receber punição rigorosa, seja quem for o praticante.
Concordo, Maralice. Mais rigorosa ainda com que maneja verbas públicas e faz dela trompolim para enriquecmento ilícito.
Só para ficar bem claro: o STF identificou claramente muito dinheiro público no valeriouduto que alimentou o mensallão do PT.
Jeso, esse tipo de enriquecimento ilícito deve ser equiparado a crimes hediondos.
À falta de um vocábulo que abrangesse toda a vasta extensão do fenômeno, o termo “mensalão”, à revelia do seu criador (o ex-deputado Roberto Jefferson), tornou-se sinônimo da propina, do suborno, da peita, da gorjeta, do jabaculê, da comissão por fora, da pontinha para guarda, enfim, da corrupção em geral. Pouco importa se é para comprar apoio parlamentar, o apoio político em campanha eleitoral, o voto do eleitor, um favorzão ou um favorzinho administrativo. Em MinasGerais não houve compra de apoio parlamentar, mas houve a compra de partidos de aluguel para formar coligações e ampliar o horário eleitoral em favor da recandidatura do Azeredo. Trata-se, pois, de corrupção eleitoral, indiscutivelmente. E isso, tal como o mensalão do PT, atenta contra os princípios elementares da Democracia e os fundamentos da República, como pontificou categoricamente o STF. Como se diz em França: “est tout de même chose”. Portanto, cadeia para todos eles. E já!