
A Câmara de Vereadores de Santarém (PA) ficou mais faminta, mais sedenta entre 2025 e 2026.
A mesma licitação (de gêneros alimentícios, material de limpeza e descartáveis) teve um salto de 31,95% nos valores de referência – contra 4,72% de inflação acumulada no período.
A cesta de produtos cravou, há 1 ano, pouco mais de R$ 381 mil; saltou para quase R$ 506 mil em 2026.
De lá pra cá, o número de vereadores (23) não teve alteração, o de servidores também não.
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Não há registro de que o fluxo de cidadãos e cidadãs com acesso à Casa tenha aumentado e, em consequência, mais cafezinhos, mais água, mais papel higiênico tenham sido consumido.
A gestão também é a mesma: Jandeilson Pereira (União Brasil).
A quantidade de produtos licitados em 2025 é igualzinho a de 2026: 61 itens, com diferenças pontuais na quantidade.
Só o que explodiu foram os preços, na Câmara, frise-se, fixados pela turma abrigada no Setor de Licitação, sob as ordens do pregoeiro Vandson Silva, DAS escalado pelo presidente para o cargo no ano passado.
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