A Sespa (Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará), o Ministério da Saúde e o Instituto Evandro Chagas vão iniciar um trabalho de vigilância ecoepidemiológica no município de Oriximiná, onde, no ano passado, ocorreram 2 casos de hantavirose, que foram notificados em Santarém.
Além de Oriximiná, houve 6 casos de hantavirose em Novo Progresso e 1 em Itaituba, totalizando nove registros da doença em todo o Estado ano passado, com 8 mortes.
A hantavirose é uma doença viral, transmitida principalmente por ratos silvestres, que causa uma síndrome pulmonar em humanos.
Para tratar desse assunto, o coordenador nacional de Controle da Hantavirose, Weber Marcos, o diretor do Departamento de Controle de Endemias da Sespa, Bernardo Cardoso, e o coordenador estadual de Zoonoses, Fernando Esteves, estiveram reunidos com o secretário de Estado de Saúde Pública, Hélio Franco, na última sexta-feira (6), no gabinete da Sespa.
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Segundo Weber Marcos, o trabalho de vigilância ecoepidemiológica é necessário porque, no Pará, os casos da doença se concentram na região de Novo Progresso e, pela primeira vez, chegaram a Oriximiná.
“Estamos interessados em trabalhar junto com o Estado para descobrir como as pessoas estão se contaminando”, afirmou.
Leia mais em Sespa investiga causas de registros de hantavirose no Estado.
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O competente Dr.Bernardo Cardoso mais uma vez a frente de ações que visam promover e preservar a saúde da população do baixo amazonas. Continue nos representando bem na SESPA doutor, e cuidando da saúde da população tapajônica.
Grande Abraço