Audiência pública sobre porto da Embraps está agendada para dia 23

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audiencia-publicaMarcada para o próximo dia 23 a audiência pública para debater o EIA/Rima de implantação do TUP (Terminal de Uso Privado) que a empresa Embraps planeja construir em Santarém, na Área Verde.

O evento está programado para a sede do Comercial Atlético Cearense, no bairro de Fátima, a partir das 10h.

Leia também – PMDB muda direção do porto da CDP em Santarém; novo nº 1 é ligado ao DEM.

O EIA/Rima é o documento que permite a expedição da licença ambiental prévia do TUP, para exportação de grãos.

A Embraps é dirigida pelo gaúcho e economista Pedro Riva.


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14 Responses to Audiência pública sobre porto da Embraps está agendada para dia 23

  • Lugar de rara beleza a Área Verde se transformar em TERMINAL DE USO PRIVADO, quando melhor seria ÁREA VERDE AMBIENTAL DE USO PÚBLICO.
    JESO NOSSA VOCAÇÃO ECONÔMICA É PARA O TURISMO VERDE OU TURISMO AMBIENTAL.
    Cadê os secretários municipais de turismo e de meio ambiente pra nos defender? Eles não são do PV Partido Verde?

  • Nessa audiência é dever da Prefeitura de santarem explicar porque viabilizou a aquisição da ÁREA VERDE E LAGO DO MAICÁ para construção de portos e que são Areas de Preservação Permanentes e que deveriam ser treansformadas em parques ambientais ou áreas verdes urbanas mesmo igual bosque rodrigues alves em belém.
    A SEMMA desse governo fez tanto alarde por causa do empreendimento buriti na área próxima ao lago do juá e porque não disse nada sobre mais essa atitude anti-ambiental?
    Porque esse governo ganhou a eleição com a plataforma de Desenvolvimento Sustentável. Essa foi a plataforma defendida pelo Governo atual para ganhar as eleições: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. E AGORA JOSÉ?
    ÁREA VERDE E LAGO DO MAICÁ SÃO SIM APP – ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. CADÊ A SEMMA NESSAS HORAS? Polemizaram tanto dizendo que a buriti está numa area de APP e agora?

  • Deixa ver se entendi, então todos os problemas relacionados ao meio ambiente adviram da implantação da Cargill, ou seja a praia ñ era poluída, ñ recebia essa imundície de esgoto q corre a céu aberto pela cidade, ñ tinha um fedor horrível como aquele q há na orla, onde os barcos atracam? Com certeza a população do entorno da área pretendida, se ñ houver o porto, terão esgoto, asfalto, água tratada, iluminação pública, pois se ñ houver o porto isso será a solução dos problemas deles, sem contar com o problema fundiário, pq a maioria das casas ñ tem qualquer documento legal de propriedade, pq o poder público é negligente e ñ tem coragem de tomar uma atitudes dentro da legalidade pra impedir a expansão exponencial dessas favelas! A gente podia fazer o seguinte em santarem, uma lei pra cobrar sempre o dobro do valor do produto em imposto, daí vocês conseguirão fazer Santarém vaoltar a decada de 50 quando a juta e o pirarucu salgado eram o unico produto de exportação, so tem q lembrar de combinar com o resto do mundo pra voltar no tempo também!

    1. Caro Neto,
      A sua lógica é simples: a Cargill só aproveitou a falta de ordenamento do desenvolvimento urbano para se instalar. Ou seja, aquilo que já estava pressionado e desorganizado passou a ter a participação direta da Cargill. A Embraps, provavelmente, deve se valer da mesma lógica.
      Com relação à juta e ao pirarucu salgado, esses produtos são históricos (juta) e ainda rendem receitas financeiras (pirarucu). O resto do mundo, como você menciona, continua a precisar, e cada vez mais, dos recursos naturais da Amazônia.
      Para você, para a Cargill e para a Embraps posso dizer: yes, nós temos bananas!

        1. O x da questão é que ñ há projeto alternativo, o projeto alternativo de vcs é a ambiogenese de um meio ambiente equilibrado e preservado q surgirá do nada! E outra coisa esse bairrismo provinciano de que uma crítica as tradições locais é pior do q xingar a mãe ñ leva a nada, ou melhor, leva sim, leva a população mais humilde a pensar que as pessoas que estão a frente “anti porto” defende os interesses delas, quando é tudo um jogo de cena político onde se quer somente o poder, mais precisamente a prefeitura municipal, uma boa parte vai comprar esse discurso “do jeito que ta, ta bom”, mas a população começa a perceber que esses defensores não são tão defensores assim, se fossem, ao menos fariam uma proposta alternativa ao EIA/RIMA nas compensações e ñ a simples recusa da proposta! Essa estória vai ser como a do “petróleo é nosso” defenderam tanto essa bobagem de q somente a Petrobras pode explorar as reservas que a era do petróleo vai chegando ao fim e ñ se conseguiu transformar a promessa de recursos para a população em realidade! Infelizmente, com a queda do muro os órfãos do comunismo tem q achar uma nova maneira de levar a massa ao colapso para iniciar a revolução do proletariado, mas ñ vai colar!

  • Jeso, pega leve! Uma vez conversando com uma queridíssima amiga santarena sobre a Cargill, a qual sempre fui contra, argumentei os danos que a empresa causaria e por findo disse que ela iria destruir um cemitério indígena, riqueza arqueológica de todos nós. Ela respondeu, “o que é um cemiteriozinho de índios frente ao que a empresa nos trará”? O Manuel no comentário de 9:36am nos disse um pouco do que a Cargill nos trouxe. Para ser justo, uma coisa de boa nos foi dada. Sabes o que? Aquela academiazinha de 10 x 5 metros com aparelhos chinfrin ali perto da placa do “Bosta Vera Paz”. Legal, não? Na avaliação deles e dos nossos políticos, é o que merecemos em troca do que perdemos. O mesmo farão com o Maicá. Nossos políticos? Farão o que fizeram quando da chegada da Cargill. Baterão palmas. É o colonizador branco chegando e o complexo de cachorro vira lata que nos acomete. TAPAJOARAMENTE AZUL

  • A Implantação pela EMBRAPS desse TUP na Área Verde deveria despertar, antes de tudo, um olhar oportuno de ver muito mais benefícios do que somente postos de trabalho. Na minha opinião a UFOPA já deveria estar interessada em parceria publico/privada com essa empresa no intuito de criar um ambiente permanente de pesquisa na área de conservação e biodiversidade do ambiente na área do maicá e região, coisa que acredito eu, não acontece por falta de dinheiro ou até mesmo interesse público. Não acredito que o empreendimento vá destruir alguma coisa na área, apenas mudará a paisagem, que é uma coisa comum e que não danifica os olhos de ninguém. Essa idéia de uma cidade improdutiva que vive de repasses governamentais não me agrada e não agrada a ninguém que precise de empregos ou pessoas empreendedoras. Uma sugestão para as pessoas que não gostam de ver navios é se mudarem para longe do rio. Fica ae minha dica, apoiem o empreendimento que será melhor pra Santarém. Não vão na conversa desses caras que vivem sugando governos e são contra tudo. Se não aproveitarmos essa oportunidade, o maica´continuará crescendo como uma favela, tal como outros cantos da cidade. Minha opinião…

    1. Isaac, a Cargill quando se instalou em Santarém adotou esse mesmo discurso – emprego, renda, aquecimento da economia etc etc para Santarém. O que efetivamente a multinacional norte-americana trouxe de benefício para a economia local?

      É preciso que a Embraps adote o discurso realista em relação ao projeto dela. Ou seja, que não fará o milagre da multiplicação de empregos e renda para os moradores do município. Que não será o marco zero do desenvolvimento portuário local. Que não será a coca cola do deserto dos novos empreendimentos. Enfim, discurso com pé no chão, sem ilusionismo, sem falácias.

      1. Caro Jeso,
        Os representantes da Cargill, provavelmente, deverão comparecer na audiência para relacionar as vantagens e desvantagens para Santarém decorrentes de sua instalação, bem como a Prefeitura Municipal de Santarém.
        Acredito, também, que a Embraps irá recorrer ao modelo Cargill para mostrar as suas pretensões e diferenciações.
        Não há novidade na utilização dos rios como vias navegáveis. A grande novidade, e daí os grandes impactos, decorre da transformação de rios em vias para a navegação marítima. Essa a situação da Cargill e a pretensão da Embraps.

  • Que venham outras mais. Precisamos de desenvolvimento. E quanto a destruição do meio ambiente,isso já temos há décadas, com garimpos poluindo rios, praias contaminadas(Alter do Chão, que fizeram alguns remendos para enganar), cidade sem nenhum saneamento básico, isso para não se estender mais. E claro, acima de tudo, esta é minha opinião, respeitando todas outras diferentes desta.

    1. Saiba que o valor do ISS que a Cargill paga anualmente ao município de Santarém, equivale em torno do valor que ela recebe ao exportar no embarque de em um único Navio, e encostam em média de 5 a 10 navios por mês, diga-me quais foram as grandes obras em beneficio do município que foram construidas graças ao que foi recebido da Cargill?? Todas eu digo todas as grandes obras que estão em curso aqui em Santarém são oriundas do Governo Federal.

  • Sou 100% contra esse projeto, e digo isso porque eu moro no bairro do Laguinho que vem ao longo desses anos que a Cargill ali se instalou, sofrendo os transtornos causados por essa famigerada empresa. Acabaram com todos os espaços de lazer da população, a área verde foi exterminada “envenenada” e secou, poluição do ar e do Rio Tapajós com poeira VENENOSA, área de marinha no Rio Tapajós privada, danos ao meio ambiente (praia da Vera Paz foi extinta do mapa, virou um pântano), transtornos no trânsito com as carretas, enfim qual mesmo foi o desenvolvimento que essa maldição trouxe para Santarém ? Esse tal projeto que querem enfiar goela abaixo vai sim EXTERMINAR A FAUNA, FLORA E O LAGO DO MAICÁ e os pescadores que dependem dele para sobreviver serão privados de pescar e vão ficar literalmente a ver navios. Políticos de meia tigela de Santarém não se iludam e nem iludam o povo com esse papo furado e HIPÓCRITA que vai gerar emprego, renda e desenvolvimento ao município, porque já sabemos que só quem leva a melhor é a empresa e seus acionistas que ficam cada vez mais ricos e nós ficamos tão somente com as MAZELAS isso é fato concreto a CARGIL já nos provou claramente na prática.

  • É provável que os santarenos tenham aprendido alguma coisa com a implantação do terminal da Cargill. É sempre bom lembrar que se uma empresa se interessa em instalar um terminal portuário em Santarém, não é por Santarém ser uma “terra mimosa, de paz, de sonho e de amor”.

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