As tartarugas (Podocnemis expansa) que subiram à praia de Monte Cristo no ano passado produziram um número recorde de filhotes: quase 1 milhão e 100 mil.
Veja também:
Chegada a Monte Cristo.
Nesta época do ano, elas chegam ali naquele berçário às centenas no local, mantido pelo Ibama há 27 anos.
— ARTIGOS RELACIONADOS
Da praia até o local da desova, algumas tartarugas chegam a andar cerca de 4 km.


Concordo em gênero,número e grau com o Dr.Nicola Saverio,a interação com a comunidade e o manejo adequado seria uma excelente alternativa pra região que também poderia lucrar com o turismo. Jeso parabéns pelas fotos,estão belíssimas.É BOM SABER QUE EXISTEM PESSOAS COMPETENTES COMO O Dr.NICOLA TANCREDI E WALDEMAR AMAZONAS que modificaram a realidade da região e praticamente repovoaram de quelônios nossos rios.
Massa a proteção desse “quelionario” natural.
Liberar o consumo e comercio a população mesmo que a local vejo com olhos roxos. Seria um retrocesso.
Nao se deve liberar nada considerando que “culinariamente a comunidade curte”.
Gente,
os parentes preparam o bicho pra comer ainda vivo!!! Doutra forma tambem é bem cruel!
São animais e nao castanha-do-pará!
Assim como levou gerações pra recuperar o que os nativos contribuiram pra acabar, geraçoes passarão pra se sensibilizar com a curtição da culinaria.
Monte uma filial do hot dog do bigode na comunidade(versão vegetariana) e tamos conversados.
Tenho praticamente a idade do projeto, e sou filho de um dos sevidores do IBAMA (Nicola Tancredi) que iniciou este projeto e até hoje continua atuando nele. Isso me deixa, particularmente, muito orgulhoso e as viagens que fiz a essa região acompanhando meu pai na época de minha infância e adolescência influenciaram minha decisão de enveredar pela área ambiental, granduando-me em Engenharia Ambiental. Essa região tem um potencial único para desenvolvimento de trabalhos profundos de pesquisa sobre quelônios (migração, genética, desenvolvimento e crescimento das espécies de quelônios, políticas de gestão em parceria com a comunidade, educação ambiental voltados à proteção de fauna, entre outros). Outra atividade que vejo com bons olhos é a evolução de práticas de manejo de fauna, pois como foi dito nascem mais de 1.000.000 filhotes no Tabuleiro de Monte Cristo e um projeto de manejo de quelônios poderia legalizar o fornecimento de ovos e carne de quelônios beneficiando a população local que, culinariamente, aprecia muito esta comida, reduzindo a pressão de caça sobre essa espécie.