Caiu nas mãos da ministra Ellen Gracie, do STF (Supremo Tribunal Federal) o mandado de segurança impetrado pelo deputado governista Celso Sabino (PR) contra a aprovação dos plebiscitos para criação dos estados do Tapajós e Carajás, desmembrados do Pará,
Sobre o autor e sua obra acima citados, o jornalista José Maria Piteira escreveu:
– Eis aí um deputado inexpressivo em busca de espaço na mídia para ter seus 15 minutos de fama – ainda que de má fama. E olha que ele é de uma família dona de empresa de transporte rodofluvial – Sanave – que atua no Oeste do Pará, mas deve ser apenas para isso: ganhar dinheiro com o Oeste. Mas não vale à pena perder tempo com esse indivíduo.
O alvo de Sabino neste MS é a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.
“ESTADO DO TAPAJÓS”
Nunca foi tão importante e necessário a união do povo do Oeste do Pará em torno de uma grande causa, como a que estamos vivenciando hoje, com a expectativa e a necessidade premente da criação de mais duas Unidades da Federação; que é os Estados do Tapajós e Carajás, aspiração há mais de um século pleiteada no nosso caso regional, e que agora se deslumbra com a aprovação do plebiscito na Câmara dos Deputados em Brasília, para o povo decidir seu futuro sócio-político-geográfico. A criação ou nascimento desses novos Estados se assemelha a um “parto” inevitável, que se não vier natural, virá por “cesariana”, mais cedo ou mais tarde, (esses são os tipos de ‘filhos’ que todo mundo quer ser o pai. Mas cuidado! Tem de fazer o DNA…) Porém, infelizmente existem “grupos corporativistas” que por interesses mesquinhos, insensibilidade social, egocentrismo econômico e posturas antidemocráticas, tentam protelar e até impedir este fato, enquanto esses gestos só trarão traumas e desconfianças para as populações desassistidas e envolvidas.
Como sabemos, o território amazônico é imenso, e para o nosso desenvolvimento realizar-se a contento com as necessidades e aspiração do povo desta região, é necessário uma redivisão territorial e logística para que sejam dinamizadas políticas públicas e sócio-econômicas positivas em seus aspectos de gestão e solução dos problemas de rotina com rapidez e eficiência, inclusive para outras regiões que tenham as mesmas características geográficas, carências sociais e econômicas em forma de abandono político pela sede dos governos estaduais, como Carajás que poderá ser nosso irmão gêmeo nessa “gestação plebiscítica”. Pois os políticos da atual capital do Pará, só lembram-se dessas áreas em época de eleições e do escoamento de suas riquezas minerais. A população do eventual remanescente Pará, bem que poderia aproveitar a oportunidade desse fenômeno social-econômico e espacial, e materializá-lo como um fato histórico, quando, como um pai emancipa um filho para que seja dono de seu destino e curta sua independência com responsabilidade, onde teria com certeza parceiros fortes e fieis para caminharem juntos rumo a um progresso responsável e vantajoso para a região e não, manter esses “filhos” explorados e debaixo de seu tacão tutelar de domínio.
Conclamamos todas as pessoas de bom senso e com desejos progressistas, naturais da região e emigrantes radicados aqui, que já fazem parte de nosso convívio e que contribuem para o nosso latente progresso, assim como de outras cidades paraenses e mesmo da capital Belém, que nos possibilite esse natural anseio e que façamos uma corrente prática e concreta em prol da criação das novas Unidades Federativas, votando sim a esta proposta de emancipação e convidando a outros a aderirem ao “ Plebiscito dos Novos Estado: Tapajós e Carajás” que brevemente será proposta às populações interessadas, e entrem para a história regional da Amazônia de terem contribuído de forma democrática e inteligente para a melhoria da qualidade de vida de uma população até então esquecida e ignorada pelo Governo do Pará. No nosso caso, possuímos 58% da área do Estado e, no entanto, só temos 10% de toda produção por falta de investimentos governamentais, 85% do que consumimos vem de fora, precisamos reverter esse quadro e revitalizar economicamente nossa região.
Um fato importante a levarmos em consideração é que com a criação do Estado do Tapajós, seriam gerados 100 mil novos empregos diretos imediatamente, e mais 100 mil indiretos a curto e médio prazo, em função da nova “máquina estatal” (órgãos públicos), onde as três instâncias governamentais; federal, estadual e municipal interagem administrativamente entre si, em função da nova dinâmica administrativa. A luz da verdade falando sinceramente, todos só tem a ganhar. O remanescente Pará diminuirá suas despesas e ações a distâncias e as verbas federais serão maiores para os três Estados, no mesmo espaço físico anteriormente existente, alavancando o progresso regional, como aconteceu com os Estados do Tocantins e Goiás. Com o novo Estado, será resolvido o abandono da educação pública, o aumento da criminalidade e o descaso da saúde, que são situações a serem mitigadas ou solucionadas com mais rapidez por um governo local, próximo e eficiente. Essa oportunidade é única para nossa libertação como cidadãos e cidadãs se nos envolvermos de corpo e alma neste fato histórico que proporcionaremos aos nossos descendentes.
Porém, os coordenadores desse nobre evento, devem se conscientizar de que é necessário contratar uma empresa especializada em “marketing político” dentro desse segmento, para divulgar pesadamente na mídia com vinhetas e de forma itinerante com promoções populares em todos os municípios acompanhadas de bandas musicais com “marchinhas” envolventes e que comovam a população até então apática e desinteressada, devolvendo-lhes seu orgulho cívico e identidade regional. Pode-se fazer desde já um concurso do hino e de seus respectivos brasões para o novo Estado do Tapajós, onde motivaria a população a ser mais participativa neste importante evento! Devemos apoiar todos os políticos e abnegados que estão à frente deste grandioso projeto. Cuidado com a pára-quedista Marinor do Psol que nos traiu, e outros… Que venha o Estado do Tapajós, para nossa realização sócio-econômica de verdade!!!
David Marinho – Gestor Ambiental
Mocorongos, a casa caiu!
Já enviei e-mails para vários amigos de Santarém e baixo Amazonas que moram em Belém.
O RESULTADO DA ENQUETE JÁ ESTÁ PRATICAMENTE EMPATADO.
VAMOS CONTINUAR VOTANDO.
Curioso, verdade, a enquete está no site do Senado Federal e estamos perdendo de 40% a favor e 60% contra.
Vamos Votar Amigos e deixar comentários.
Telma
foi o que eu disse…
Vira Vira Vira
INTERESSANTE QUE NINQUÉM SABE QUEM É ELE, AGORA ESTAMOS SABENDO E QUE MANEIRA RUIM PRA NOS SABERMOS, VAMOS DAR A RESPOSTA DAQUI DE SANTARÉM VOTANDO CONTRA O PARTIDO DELE NAS ELEIÇÕES PRA PREFEITO E VEREADOR DAS NOSSAS CIDADES NO OESTE .
POR CAUSA DE CELSO SABINO:
VOTE CONTRA O “PR”.
Jesoooo,
Publica isso aí!
No site do Senado (https://www.senado.gov.br/noticias/principal.aspx) tem uma enquete no canto direito da tela perguntando sobre a divisão do estado e criação do Tapajós.
Até o momento, estamos perdendo feio.
Divulgue aí pra gente virar esse placar