Em razão do Dia do Funcionário Público, comemorado amanhã (28) em todo o Brasil, o governador do Pará, Simão Jatene, decretou ponto facultativo nos órgãos da administração direta e indireta, contemplando com um dia de folga mais de 100 mil funcionários públicos paraenses.
Baseado na prerrogativa de valorização do servidor, uma das diretrizes do atual governo, o governador vem também garantindo, por meio da Escola de Governo do Pará (EGPA), ações de capacitação que já beneficiaram mais de 9 mil funcionários públicos somente este ano.
Leia mais em Governo decreta ponto facultativo nesta sexta (28).
Leia também:
Interlocução precária.
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ÀS ÚLTIMAS DO GOVERNO DO BLA… BLA…. BLA…..
JATENE ENCHE O BOLSO DA MÍDIA
Também tá lá no balancete de setembro, pra desgosto inté de Santa Rita de Cássia: o Governo Jatene só teria gastado pouco mais de R$ 12 milhões em publicidade – legal e institucional…
Pra ser mais exata, R$ 12.020.685,32.
E olhem que isso é o acumulado de todo este ano, visse?
Ou seja: apenas e tão somente R$ 1,3 milhão por mês…
E incluindo tudo: Executivo, Legislativo e Judiciário, visse?
Ô sumanu, sarta aí um Cerpão quente num copo de prástico, que eu vou é doar um cestão básico pro Orly…
JATENE: GASTOS SEM LICITAÇÂO JÁ ALCANÇAM QUASE R$ 1,2 bilhão.
É incrível, mas verdadeiro: o Governo do Estado já gastou neste ano quase R$ 1,2 bilhão sem licitação.
E isso é mais – muito mais – do que os R$ 805 milhões contratados através de todas as licitações realizadas.
O número é oficial: consta no balancete de setembro, que está no site da Secretaria da Fazenda (https://www.sefa.pa.gov.br/site/pagina/tesouro.balancetes ).
Dos R$ 8,5 bilhões empenhados até o final de setembro, quase R$ 6,5 bilhões corresponderam a despesas em que a licitação é inaplicável.
Não está escrito, mas é provável que essas despesas “ilicitáveis” incluam salários, contribuições previdenciárias, diárias de viagem, repasses aos municípios, por exemplo, embora essa margem (quase 80%) seja muito, muito elevada.
Do que sobrou, quase R$ 968 milhões foram gastos com dispensa de licitação e, R$ 228 milhões, com inexigibilidade.
Menos de R$ 805 milhões foram contratados através de concursos, convites, tomadas de preços, concorrências e, sobretudo, pregões.
Os gastos com suprimento de fundo também foram altos: quase R$ 11 milhões.
Detalhe: desses R$ 8,5 bilhões em despesas, mais de R$ 8 bi já foram liquidadas.
Tiberio Alloggio