Professor universitário, Paulo Henrique Lima comenta o post A face da intolerância:
É a face do atraso. Do filho do coronel que se irrita e xinga, perde o controle, quando questionado sobre alguma coisa que ele acha que é sua. É o mesmo que sempre vai dizer: “você sabe com quem está falando?”. É esse Brasil atrasado e provinciano. Brasil de donos do poder. De filhos que brincam com a democracia e desmerecem o desejo genuíno e legítimo do povo de uma região que nem deve conhecer.
É preciso dar um basta nisso. É preciso votar Sim e ter a consciência que podemos criar um Estado novo, melhor, verde e com justiça social.
Falta água em todos os bairros de Santarém e em todas as cidades do Tapajós, dentre tantas outras coisas que faltam. Belém quer que fique assim. Aliás, Belém sequer cuida de seu povo que vive nas baixadas. Peço aqui para alguém acordar o Alexandre Von para pedir água ao Governador, afinal na hora de pedir votos ele soube fazer direitinho. O meu voto esse povo de Belém não pega nunca mais; voto em branco, mas não voto nessa gente. Por isso, 77 – SIM para Tapajós e Carajás.
Em poucas palavras, Paulo Henrique Lima foi muito preciso. Aliás, um outro Paulo Henrique (Amorim) também fez uma análise objetiva e esclarecedora.
Essa mania de grandeza territorial às custas da miséria das pessoas é o símbolo do colonialismo que insiste em se manter. Vivemos outros tempos, terra era sinônimo único de riquezas no período feudal. Esses que usam o argumento da “indivisibilidade” pensam da mesma forma com relação às riquezas que o território paraense abriga: ninguém divide. Fica só para eles.
Prof. Colares,
É o exemplo de como a obra clássica de Vitor Nunes Leal, Coronelismo, enxada e voto (1948) segue atual na análise política da metrópole parense. O filho do Dono, o filho do Poderoso, pode tudo. Xinga, ofende, humilha e ninguém faz nada. Faz pouco da luta do oprimido, como se engraçado fosse.
O Coronelismo é o inimigo que se sente ameaçado. Baseado na idéia da posse de terra como base de poder, tem no seu imaginário a idéia que começará a enfraquecer. Também por isso é que a criação dos novos Estados irá colaborar com o avanço da democracia no Brasil. Sepultando essas velhas práticas e essas velhas oligarquias. O país é outro. É uma democracia estável. Os novos Estados não nascerão com os vícios dessas oligarquias que devastaram meio Pará, concentrando em suas mãos a renda gerada e distribuindo miséria e violência.
Com certeza essa pessoa nunca veio a esta região, não conhece a realidade do povo que aqui vive. Assiom como, muitos do não nunca sairam de Belém para inteior do Pará, mas com certeza ja foram a Europa ou ao USA. É por essas e outras que cada vez mais nós do Oeste temos que está firmes no 77 do SIM dia 11 de dezembro.
e a cara da maria do carmo e do lira mala representam o que ???????????????? com o meu futuro eu não brinco voto 55 !!!!!!
Ela morre de medo de toma decisão, ou seja, tem medo até de Barata, ai mamãe.