Em direito de resposta, Jatene alveja Duda

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O vídeo abaixo é do direito de resposta concedido pelo TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Pará ao governador Simão Jatene (PSDB) pelas críticas disparadas contra ele no horário do “Sim 77” (Tapajós e Carajás).

A defesa de Jatene ocupou todo o espaço do programa gratuito do “Sim 77” de ontem (6).

Hoje (7), no último dia do horário eleitoral, o governador tucano ainda terá direito a dois minutos nas inserções de comerciais durante a programação.

O alvo principal das críticas de Jatene no vídeo é o marqueteiro Duda Mendonça.

Leia também:
O meu Pará (de Belém) já dividido.
Pará na zona de rebaixamento.
Separatistas são “cara de pau”.


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36 Responses to Em direito de resposta, Jatene alveja Duda

  • mocorongo : s.m. habitante da várzea city , oportunista, cínico e esquartejador ! sinônimo de encrenqueiro e divisionista , também conhecidos como baba ovos do Lira Mala e porra loca de várzea !!!! sujeito confuso e delirante ,

  • QUERM FICAR COM A MAIOR PARTE DO NOSSOS TERRITÓRIO E TODA ANOSSA RIQUEZA MINERAL !!!! TÁ CHEIROSO !!!!! É MAIS PROVÁVEL OI LULA CONCLUIR UMA FACULDADE E LER UM LIVRO DO QUE O SIM SENHORA D. ELITE GANHAR !!!!!!! MAS TEM GENTE QUE ACREDITA EM DUENDE PAPAI NOEL MULA SEM CABEÇA E OUTRAS COISAS !!!! COM O MEU OARÁ EU NÃO BRINCO !! VOTO 55!!!!!

  • é não é não é não é não é não é não contra a retalhação é não é não não não não contra a usurpação é não não não não não !!! contra a mocorongazização !!!! é não é não !!!!!! contra falsificação !!!!! é não é não e não !!!!!!! tá chegando a hora da porrada !!!!! tá chegando !!!!! Não 80% sim senhor D. Elite mocoroga e forrateira !!! 18 % !!!!! võa continuar a ser colonia e do interior !!!! por mil anos !!! sim senhor !!!!!

  • Nasci numa cidade da região oeste do Pará, mas moro em Belém, mesmo tendo parentes por lá, sabem por que não voto a favor de Tapajós? Porque sei que os políticos de lá que nunca fizeram nada ou quase nada pelo povo (exemplo Lira Maia) seriam os que continuariam comandando, e com mais poder, foram incompetentes, corruptos….e para justificar os seus “desgovernos” vem culpar Belém e sua população pelas mazelas da região.

    Mas umas das piores justificativas que eu vi foi a da Maria dizer que a região oeste não tem nada a ver com Belém porque eles nem conhecem tecnobrega, e a outra foi um habitante de lá dizer que eles são mais ligados a Manaus e que nem o carimbó deles é igual ao nosso….imaginem só esses argumentos como justificativa para a separação. Como se conhecer ou não tecnobrega fosse parametro para uma questão tão séria, importante e histórica para a vida de todos nós.

    Hoje li e vi santarenos dizendo que são mais ligados à Manaus, sem raciocinar que isso simplesmente ocorre porque estão mais próximos de lá geograficamente falando, assim como muitos maranhenses vem pra Belém por estarem mais perto daqui do que de São Luis, é o óbvio que as pessoas normalmente optam para migrar e recebem forte influência de cidades grandes mais próximas. Isso não quer dizer que não se identifiquem com a capital Belém, quem fala isso não tem a intenção de esclarecer, mas de jogar os paraenses do oeste contra os paraenses do norte. Usando como estratégia a discórdia, a mágoa.

    E com essa atitude equivocada o apoio que pessoas honestas e os habitantes da região oeste que lutam pelo estado do Tapajós poderiam receber dos habitantes de Belém foi perdido a partir do momento que os sedentos do poder influenciados por não paraenses começaram que, a colocar Belém e seus habitantes como inimiga do povo do oeste, como uma cidade má, exploradora, e isso não é verdade. Belém e seus habitantes também sofrem com o abandono, com a falta de políticas públicas, com a saúde precária, com a violência crescente. Por motivos parecidos com o que ocorre aí, porém como aqui é uma cidade maior, com mais habitantes e sendo a capital do estado conseqüentemente tem uma maior arrecadação isso é natural. Mas mesmo com todos os problemas Belém recebe, acolhe (sem preconceitos) paraenses de todos os lugares, brasileiros de todos os estados e pessoas de todos os países. Belém é uma cidade generosa, não merece ser ofendida dessa forma. Fo lamentável saber que o povo do oeste tão parecido com o de Belém na receptividade, no acolhimento, no respeito deixaram se influenciar por essa idéia equivocada do marqueteiro contratado que não é paraense, e do pessoal do sul do Pará interessados na divisão que usam a rejeição à Belém como forma estratégia para conseguir seus objetivos e continuarem explorando a nossa terra e a nossa gente. Alimentando mágos, raiva, ódio entre o povo de um estado que sempre. Infelizmente o povo do oeste foi iludido, primeiro pela falsa idéia de que a emancipação é a única forma de desenvolvimento, segundo por achar que renegar e ofender Belém e seus habitantes seria algo que pudesse trazer algum benefício para a campanha, pelo conrtrário, só reforçou que já era contra Carajás, mas estava em dúvida quanto a Tapajós a se declarar contra os dois.

    O que ma chamou muita atenção a essa repentina adoração declarada de alguns santarenos por Manaus e rejeição à Belém, mesmo que em Manaus eles sejam discriminados e chamados de ladrão o tempo todo, pois a grande maioria dos paraenses que migram para Manaus são do oeste, e são vistos como a causa das mazelas de Manaus, portanto não bem vindos, e são, na maioria das vezes, rejeitados, ofendidos e humilhados pelos nativos de lá.

    Será que eles acreditam que se deixarem de ser chamados de paraenses, mas de tapajoenses ou algo do tipo, deixarão de ser discriminados pelo povo manauara? Ou será que foi simplesmente orientados a usar o mesmo discurso do povo do sul do Pará de que são diferentes de nós, como se amazonenses e paraenses não tivessem nenhuma semelhança e a mesma origem.

    Vejo a campanha dos interessados na separação como algo deplorável e de uma incompetência sem tamanho. Qualquer estagiário de publicidade esforçado faria muito melhor.

    Primeiro eles alimentaram ou incentivaram ódio nas suas próprias regiões, rejeitando Belém de forma agressiva, e acusam os seus habitantes de exploração, como é visto nos vídeos da internet com depoimentos falados e escritos..

    Depois chegam na TV , dentro das nossas casas, nos dão tapa na cara, tentam rebaixar a nossa auto-estima, como se vivêssemos no pior lugar do mundo e que é o único lugar que tem problemas sociais…..não funcionou.

    Então tentaram usar a emoção. Tentaram nos sensibilizar, e para isso usaram a miséria alheia e o que é pior, para nos envergonhar, e quiseram fazer nos sentirmos responsáveis por ela…não funcionou. Nós não somos culpados.

    Resolveram atacar o Jatene, algo completamente sem sentido, como se fosse uma campanha para governador…foi amador…não funcionou.

    E agora, percebendo que as chances de conseguirem o seu objetivo cada vez mais longe voltaram na campanha a pedir voto da população de Belém, mais uma vez de forma apelativa, como se nós vivêssemos na riqueza, e o que é pior, à custa da exploração de vidas humanas, como muitos vivem no sul e no oeste do Pará, desviando os recursos públicos e usando em benefício próprio, ou praticando trabalho escravo, expulsando colonos, extrativistas, ribeirinhos de suas casas e pequenas propriedades para as favelas das cidades sem nenhuma infraestrutura, e quando isso ocorre ainda tem que ajoelhar e agradecer todos os dias por não terem sido torturados e mortos. E depois mostram essas pessoas vivendo no limite da carência de todos os seus direitos como cidadãos brasileiros que são, culpando por isso a extensão territorial, a falta de recursos (pois grande parte foi desviada) e apontando como solução a divisão.

    Jogam miseráveis adultos e crianças na fabricação de carvão, prática que além de desumana ainda é destruidora da floresta, e depois dizem para esses mesmos pobres coitados: Olha os “beleienses” é que são culpados, vocês estão nessa vida porque nós
    trabalhamos muito, geramos muita riqueza, mas o dinheiro vai todo para Belém para sustentar os seus habitantes e fazer obras estruturais para lá e aqui somos esquecidos…falácia…

    Quero ressaltar que os belenenses não tem culpa de o Brasil ter graves problemas sociais, e estados extremamente pobres que incentivem a migração e conseqüentemente a favelização das cidades.

    Quem quer respeito, precisa respeitar primeiro. Quem quer apoio precisa ser humilde pedir apoio, provar suas idéias, trazendo especialistas para esclarecer…não confundir, e nem criar ilusões baseadas em “achismos”, em suposições, promessas que eles com certeza não terão condições de cumprir.

    Nos debates beiram ao ridículo dizendo que vão despachar de barracas e acampamentos improvisados e que não irão construir prédios públicos. Será que realmente eles acham que somos tão ingênuos ou com inteligência tão limitada?

    Fizeram uma campanha com agressividade, baixaria, ofensas, e depois de nos atacar de todas as formas voltam a pedir voto da população de Belém, usando a miséria das pessoas? com certeza: NUNCA TERÃO!!

    É NÃO E NÃO!! NINGUÉM DIVIDE O PARÁ!!

  • Eu Só quero ver a situação dos puxa-sacos do Jatene se o Não Vencer, os pre-candidatos a prefeito de Santarém: Alexandre Vonn e Lira Maia de que lado eles irão ficar, sera que eles vão continuar puxando saco do Barba Azul Simão Jáera e do Helenilson trairá medroso que não teve a coragem de vestir a camisa do SIM, 2012 está chegando nós POVÃO não podemos esquecer dos Trairas, mais ainda temos esperança da VITÓRIA 77 Neles para um Pará menor e melhor.

  • chega de ouvir o discurso vazio dos politicos do não , eles não convencem nem a si propio, a unica porcaria que falam e “não e não” ; se eles falam “não” a nossa condição precária de vida ,e ainda como se fosse normal á miséria de nossa região ; mais tarde falarão também “não” a população de Belém , a maioria deles desconchecem a nossa realidade , por esta justa causa faço um pedido que votem SIM 77 .

  • A emancipação do Estado do Tapajós será para sempre.
    Já as eleições para governador é de 4 em 4 anos.
    Por isso ñ devemos perder essa oportunidade unica, foram séculos de luta para emancipar o Tapajós.
    Domingo vamos mudar esse estado.
    77 e 77

  • moro em belem e sei como o pessoal desse governador nos trata em povo do tapajos ñ deixe esse jatene enganar vcs co0om tantas mentiras , esse governador precisa de oléo de peroba pra passar na cara de pau desse vagabundo. xõ jatene a tua hora como ex-governador já esta chegando (SIM PARA TAPAJÓS E CARAJÁS)

  • Deixem Belém livre para fazer o que sempre fizeram, NADA. Santarém quer Trabalhar.

    SIM 77 ! ! !

  • Aparece cada figura falando coisas contra o SIM que dá vontade achar graças. Onde já se viu uma pessoa admitir derrota antes da batalha, ainda mais uma pessoa que sempre foi ousado e conseguiu ser alguém graças ao seu dom, ninguém que é vencedor se entrega antes de uma guerra, somente os covardes. VIVA O LULA QUE NUNCA DESISTIU DE SER PRESIDENTE. VIVA JUSCELINO QUE TROUXE A CAPITAL DO PAÍS PARA O CENTRO e VIVA AO POVO DO TAPAJÓS QUE NUNCA DESISTIRÁ DE SEUS SONHOS!!

    1. ESTADO DO TAPAJÓS , UMA LUTA DE 150 ANOS.
      Não é hora de filosofar e sim de arregaçar as mangas e agir , temos até o dia 11 de dezembro , 4 dias que passam voando, não há tempo para lastimar , o momento é de ação, ação da sociedade, ação do comerciante da esquina, ação nas rodas de bares, ação dentro da família, ação dentro da igreja, ação nos comitês políticos e acima de tudo UNIÃO . o FUTURO É AGORA , NADA ESTÁ PERDIDO, PELO CONTRÁRIO , O CONTROLE ESTÁ NAS MÃOS DAS PESSOAS. Senhores bloqueiros, formadores de opinião, como se diz em espanhol, “movam el culo”, reuniões, debates, comitês, donas de casas, comadres que ficam na janela, jovens, coroinhas, todos estão aí para ser motivados, mas se ficar a questão no “ser ou não ser”, me desculpa a palavra “é foda” , o fracasso será das pessoas que não foram estimuladas para votar pelo SIM. Essa guerra só será perdida nas urnas se você , eu e todos fizerem corpo mole. Nada é impossível, basta “mover el culo”. Vamos chorar ou ser guerreiros, Tapajós não precisa de fracos e sim de corações fortes pelo SIM , pela emancipação. Ame o Tapajós que a força sairá de dentro de si, tenha o orgulho de dizer eu quero um futuro melhor, crescimento, grandeza, dignidade, força, garra, motivação, ACORDA O GIGANTE TAPAJÓS QUE ELE REINARÁ NA BANDEIRA DESTE PAÍS.

  • É assim que se faz:
    Tapajós sempre!
    Do blog de Manuel Dutra

    Divisão do Pará: Partidos se unem em favor do Sim e do Movimento Tapajós Sempre
    Vinte e três presidentes de diretórios dos mais variados partidos da região Oeste divulgaram um manifesto de apoio ao voto no Sim-77, no domingo próximo, além de assumirem o compromisso de prosseguir a luta pela emancipação qualquer que seja o resultado do plebiscito. A seguir, o documento:

    Manifesto TAPAJÓS Sempre

    A luta pela emancipação da região Oeste do Pará não se encerra no plebiscito de 11 de dezembro. Mesmo com a vitória do SIM (77) começa outra fase importante que é a mobilização para pressionar o Congresso Nacional e a Presidência da República a acatarem a vontade popular. Precisamos estar vigilantes para que o Estado do Tapajós seja construído de forma participativa e não tenha os mesmos defeitos do “velho” Pará. Os Partidos Políticos signatários deste documento, por intermédio de suas lideranças locais, demonstram publicamente que estão unidos em torno desta causa. O TAPAJÓS É NOSSA BANDEIRA, SEMPRE! O novo Estado representa a possibilidade concreta de mudanças em prol da população.

    A seguir, enumeramos os aspectos essenciais que nos motivamos para esta luta e nos quais depositamos a esperança de que o Estado do Tapajós seja construído para atender, de fato, aos interesses dos seus integrantes.

    1) Autonomia: Quem mora nos municípios que compõem a região Oeste do Pará, sabe, com conhecimento de causa, o que significa viver à margem das decisões políticas que interferem diretamente no cotidiano, mas que são tomadas externamente, mesmo quando se trata do Próprio estado do Pará, pois o núcleo decisório se concentra na capital. Ter autonomia significa ter o direito de decidir sobre os assuntos que são coletivos, e dispor de uma estrutura de governo mais próxima, para que seja ouvida e respeitada em suas reivindicações;

    2) Fortalecimento regional: Com a autonomia, em todos os campos, a região formada pelo novo estado terá condições de desenvolver suas potencialidades, promovendo maior equilíbrio entre os seus integrantes;

    3) Identidade Cultural: O vasto território que compõe a Amazônia, objeto de cobiça dos colonizadores, sofreu violento processo de desagregação ao longo da história. Diversas nações que habitavam as terras que hoje compõem os atuais estados foram dizimadas, outras foram escravizadas e incorporadas ao modo de vida dos colonizadores. Mesmo assim, ficaram vestígios que demonstram diferenças substanciais entre os povos que habitavam a região que hoje busca se emancipar. A cultura Tapajoara é distinta de outras culturas, e se expressa nas mais variadas situações cotidianas. Sobreviveu a toda sorte de ataques que sofreu ao longo do tempo. E haverá de continuar sendo o nosso orgulho, pois expressa nossa identidade.

    4) Desenvolvimento e justiça social: A forte concentração das atividades econômicas e das políticas sociais no entorno de Belém, cria um círculo vicioso que tende a aumentar a miséria, pois expulsa milhares de famílias do interior do estado em busca de oportunidades na região metropolitana. Com o novo Estado, teremos uma oportunidade real de corrigir tais distorções, resultando em benefícios para o conjunto da população, tanto da região emancipada, quanto da área remanescente. Isto passa pela aglutinação de forças em torno do fortalecimento de uma inteligência inovadora, especialmente no campo da cultura digital;

    5) Democracia participativa: O Estado do Tapajós já nasce diferente de todos os outros, pois a população está sendo consultada quanto a sua criação. Entendemos que este processo é educativo e a democracia participativa deve ser a regra no Estado do Tapajós. Não necessariamente com a realização de plebiscitos ou referendos, mas com o fortalecimento da organização da sociedade para discutir, aprovar ou rejeitar propostas de projetos que interferem na vida de todos;

    6) Relação com a Amazônia e com o Brasil: O Estado do Tapajós significa maior presença do Brasil na Amazônia. Não apenas nos discursos ufanistas, mas em ações concretas que representem melhorias de condições de vida para os povos que nela habitam. Preservar implica em conhecer e cuidar. E isto se faz com presença e clareza de propósitos. Teremos uma maior bancada parlamentar no Congresso Nacional. Nossas escolhas podem significar presenças significativas em defesa dos interesses coletivos, impedindo a continuidade das práticas destruidoras dos projetos já implantados, e propondo alternativas coerentes e inovadoras. Temos que engendrar uma nova forma de integração nacional, tendo como eixo condutor o estabelecimento de redes de conexões inclusive no campo digital;

    7) Estado descentralizado: A dimensão territorial do atual estado do Pará, e as dificuldades de acesso a todos os locais que precisam da presença do Poder Público, são características típicas da Amazônia, que justificam a necessidade de maior presença dos governos junto às populações. O estado do Pará tem se mostrado ineficaz neste e em outros itens relativos a sua institucionalidade. Buscamos a emancipação para termos um estado mais presente, e no qual a população possa estar atenta e vigilante, evitando que se consolidem os problemas que hoje combatemos, cuja solução passa pela adoção de políticas que considerem as demandas de todo o Estado, e não apenas em benefício de grupos políticos e econômicos da capital.

    Pelas razões expostas, e em sintonia com a luta dos que nos antecederam nesta esperança, assumimos o compromisso de defender a bandeira do Estado do Tapajós, reconhecendo que se trata de uma aspiração coletiva, legítima, tecnicamente viável e socialmente justificada.

  • Momento histórico, uma luta de 150 anos está em jogo, por isso vamos lutar e todos juntos vamos dar a virada do SIM.
    Vamos unir forças e emancipar o Estado do Tapajós.
    Não podemos perder essa chance, afinal são 150 anos de luta.

    VAMOS FAZER O FUTURO NESSE PLEBISCITO.
    SIM é desenvolvimento e prosperidade.
    77 neste plebiscito.

  • A presença do governador na Tv pedindo aos irmãos paraenses que comparençam à votação me animou. Pois se a vitória do não fosse fato consumado ele não ligaria a mínima para a propaganda do SIM.
    O legal de tudo é analisarmos que quando Jatene estava sem grandes prestigios na região metropolitana se fez morador de Santarém e agora sequer cita nossa possbilidade de vitória temendo que seja mais uma voz a confirmar o desejo de um povo.

    Vamos lembrar disso na próxima eleição governador!

  • O Governador Jafoi, nunca mais ganhará nada nesta região, nem pra vigia de bar, seu pé inchado. Vamos ao SIM Paraenses e ajudem o Pará a crescer sem necessitar de um Jafoi.

  • O ESTADO DO TAPAJÓS, UMA LUTA DE MAIS DE 150 ANOS.

    Os antecedentes do movimento de emancipação de Tapajós são antigos, a ideia da criação desta nova Unidade Federativa partiu do governo central há mais de 150 anos, datam do início do século XIX, aproximadamente 1923.
    No Oeste o desejo emancipacionista tem raízes históricas que vêm desde a metade do século XIX, quando Dom Pedro II assinou, em 1850, o decreto de criação da Província do Rio Negro, mais tarde Província e estado do Amazonas, depois que as elites daquela unidade intentaram, sem êxito, a separação por conta própria, em 1832.
    Após a perda territorial de sua imensa banda oeste, as elites paraenses permaneceram inconformadas, e os atritos foram frequentes entre as duas unidades. Surgiu, então, a ideia de se criar uma terceira província, que viria, naquele momento, arrefecer os ânimos das elites locais. Em 1869, foram intensos os debates no Parlamento Imperial sobre a necessidade de transformar o Baixo Amazonas paraense (hoje chamado de Oeste do Pará) em uma província autônoma. Em 1832, o Grão-Pará tinha três comarcas: Belém, Santarém e Manaus. Santarém adquiria, assim, status jurídico e administrativo semelhante ao das outras duas cidades, alimentando o sonho da autonomia que jamais veio a se realizar. A redivisão territorial voltou a ser discutida novamente, para resolver as diferenças de limites entre as duas províncias, nos anos de 1869 e 1877.
    Após a instalação da República, foram feitas várias propostas de reordenamento territorial do Brasil e todas, sempre evidenciado a Amazônia e citando o Tapajós, seja como província ou como um futuro estado.
    Entre os anos de 1933 e 1980, foi proposta a redivisão territorial da Amazônia, incluindo o estado do Pará, apontada como alternativa de desenvolvimento social a criação do estado do Tapajós. Nomes como os de Segadas Viana, Juarez Távora e Ronan Liberal (Prefeito de Santarém), propuseram a criação do estado.
    Em 1984, ocorreu uma importante reunião no antigo Hotel Tropical, em Santarém que consolidou um novo momento de luta pelo plebiscito do estado do Tapajós. Por pouco não criou-se o Estado do Tapajós, na Assembleia Constituinte de 1988. Embora não tenham consolidado a criação do Estado, fundou-se a Frente Popular pelo estado do Tapajós, tendo coletado mais de 17 mil assinaturas, em pouco mais de 15 dias úteis, tendo dado entrada no Congresso Revisor, de uma emenda popular, protocolada sob o número 12.977-7, que hoje, junto com o relatório 01/90, respaldam o projeto do Senador Mozarildo Cavalcanti, de 1993.
    Em 1995 um relatório da Comissão de Estudos Territoriais da Assembleia Legislativa do estado do Pará, deu viabilidade à criação do estado do Tapajós, então uma ação político-popular , entrou no Senado Federal com o Projeto de Decreto Legislativo de Consulta Plebiscitária sobre a criação do estado do Tapajós, em 1999.
    Em 2011, a luta pela emancipação e o desenvolvimento.

  • A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS E CARAJÁS SERÁ O MAIOR INVESTIMENTO NA AMAZÔNIA.

    No dia 11 de dezembro o Brasil verá, pela primeira vez, o povo se manifestando num plebiscito sobre a reorganização territorial e criação de novos Estados.
    Todos os demais Estados criados após a Independência foram resultado de decisões autoritárias.
    O Tocantins seria a exceção, mas neste caso quem se manifestou foi o Congresso constituinte e não o povo.

    Mato Grosso foi dividido por uma canetada do general-presidente Figueiredo. Amapá, Acre, Rondônia e Roraima foram decisões do ditador Getúlio Vargas que os fez Territórios Federais depois transformados em Estados pelos constituintes de 1988. Muito antes, dom Pedro II criou Paraná e Amazonas.
    A própria capital federal, Brasília, cujo território foi retirado de Goiás, foi decisão solitária de Juscelino Kubistchek, projeto que enterrou o país na onda inflacionária que até hoje nos atemoriza.

    O plebiscito pelo Tapajós e Carajás é, portanto, uma experiência sócio-política inédita e por isso o Brasil deveria prestar mais atenção, ao invés de as elites nacionais, especialmente a “grande” imprensa, ficarem desdenhando e externando o seu conhecido preconceito a respeito de tudo que se faz e tenta fazer na Amazônia.

    Seu preconceito só não se manifesta em relação ao saque dos recursos naturais daqui para lá.

    Os que se opõem usam os mesmos surrados argumentos do passado, de que uma nova unidade autônoma sairia muito caro.

    Caro ao país é o projetado “trem-bala” Rio-S.Paulo, bilhões que poderiam ser empregados na construção de rodovias e ferrovias decentes por todo o país.

    Caro aos milhões de amazônidas são os mega-projetos de gigantescas hidrelétricas e de mineração que carregam as riquezas da região para fora, muito pouco ou nada deixando aos brasileiros da Amazônia, tão brasileiros quanto os demais.

    Caro, caríssimo ao Brasil é a percepção de governos tanto ditatoriais como democráticos que continuam a encarar a região como colônia do Brasil e do grande capital, nacional e estrangeiro.

    Bilhões estão sendo gastos para despoluir o rio Tietê, em São Paulo, bilhões estão sendo gastos para o Rodoanel, em São Paulo, bilhões serão gastos para o trem bala em São Paulo, bilhões estão sendo gastos em reforma de aeroporto em São Paulo, e o povo do Pará pensam que estão pendindo demais ao governo federal duas novas capitais, Santarém e Marabá.

    São Paulo tem 70 deputados federais ,
    o Estado do Tapajós terá 8 e Carajás 8.

  • Dá vergonha as vezes de morarmos em um país que quem manda na Lei, é nomeado por políticos!

    Jeso, se o não de jatene ganhar, daki a alguns anos vamos ver o estado do amazonas se dividir, PROSPERAR E CRESCER, air os polítcos juntamente com akeles de Belém que defenderam o NÃO vão mudar de opinião muito atrazado, tiveram oportunidade na mão de mudar nossa situação e nada fizeram pra nos ajudar!
    Vamos continuar confiando em DEUS, votaremos ” 77″, faremos nossa parte, e seja feita a vontade da maioria. Axo injusto, porque a eleição deveria ser feita apenas na região do Tapajós e Carajás. É nós que conhecemos nosso sofrimento!!!

  • Divisão do Pará é “causa” perdida, diz Duda Mendonça, que já disse adeus à campanha do SIM

    De Francisco Sidou, jornalista:

    Em recente reunião no hotel 5 estrelas onde Duda se hospeda quando vem a Belém, ele teria desancado os patronos da causa do SIM, dizendo-lhes que nunca viu tanta burrice daqueles que operaram a divisão no mapa do Pará, deixando 17% do território com o dobro da população e de eleitores dos hipotéticos estados de Tapajós e Carajás. A sede de poder foi tanta que os ávidos “mapistas” separatistas acabaram sendo vítimas da própria “armação”, pois estavam certos de que só os “interessados” residentes em Tapajós e Carajás iriam votar no plebiscito. Foi nessa reunião que Duda teria dito a seus patronos que nunca teve vocação para perder e que essa “causa” estaria perdida, atribuindo a culpa aos “estrategistas” que bolaram o mapa da divisão, “os quais, pelo visto, nem conta sabiam fazer”.(Hupomnemata)

      1. Amigos do Tapajós, acordem, pois o DUDA Rinha de Galo Mendonça já esta a caminho de Portugal onde vai comer um bom Bacalhau do Porto e tomar um excelente vinho pago claro com as cabeças de gado leiloados pelo lesos de Carajás.
        Jatene boas palavras usastes e com isto na pesquisa que vai sair sábado 80% vai dizer Não e Não 55 e 55, MEU PARÁ NINGUEM DIVIDE.
        Espero que o Lirando Enrolando Maia pegue uma bela surra nas eleições do ano que vem ai em Santarém – PA por te iludido vocês com esta historia de emancipação.
        Dia 11 será historicamente lembrado como o dia que o Para ficou mais forte.
        Abraços a todos os irmãos papachibe.

  • Jordy tem outdoor pinchado por ser contra a criação do Estado do Tapajós…

    No ultima dia 30 de Novembro foi o aniversario do Deputado Arnaldo Jordy do PPS, e para lhe homenagear alguns puxas… de Itaituba mandaram colocar um grande outdoor as margens da Rodovia Transamazônica, mas alguns moradores indignados com o parlamentar uma grande votação no município e se declarou contra a criação do Tapajós e Carajás picharam o outdoor.
    É bom que a população de Itaituba e região saiba, quem são os Políticos que foram votados no município e em retribuição ao povo são contra a criação dos novos estados, mas também é bom que população saiba quem são vereadores e políticos da cidade que apoiam os forasteiros que só vem ao município na época de eleição pedir voto.

    A pergunta é! O que esse deputado fez por Itaituba para ser parabenizado? É bom lembrar que na ultima eleição, dos 11 vereadores que compõem a câmara Municipal de Itaituba 10 deles apoiaram candidatos de fora, além de não se ver os vereadores se posicionado publicamente sobre a criação dos novos estados, porque eles não pedem apoio para os deputados que eles apoiaram para ajudar na luta pelos novos estados? Mas parece que é ao contrario, os deputados que dizem para eles ficarem caladinhos. Há, o único vereador que deu apoio candidato da região foi vereador Cebola. Há tem um cerdo Deputado Estadual do PSDB que só recebe em seu gabinete em Belém apenas uma vereadora de Itaituba, mas na hora de pedir voto ele não quer só o dela.

    Já estamos cansados de sermos usados como eleitores de fundo de quintal dos grandes, somos lembrados apenas na época de eleição, é quando os paraquedistas pousam no município, com a cara mais limpa e mostrando todos os dentes e são recebidos por alguns políticos que buscam uma boa assessoria e não pensam no futuro de seu povo, mas a polução já sabe quem é essa meia dúzia de políticos puxa saco do governador Simão Jatene.
    Helenilson que se cuide.
    SIM A EMANCIPAÇÃO DO ESTADO DO TAPAJÓS.
    77 e 77

  • Chegar a Ser Ridículo a Fafá De Belém e A Dira Paes Falando não e não NINGUÉM DIVIDE O MEU PARÁ! Quanto Egoísmo meu Deus! Duvido se uma das duas já pisou no sul do PA ou então se já foi na própria favela de Belém que é um caos! Se elas tem noção de como é viver em uma cidade sem ter ao menos Água encanada em ter agua de esgoto passando na sua porta! Isso deve ser horrível Xinguara ta até boa da para viver. Agora vai pro rumo de São Felix do Xingu para Taboca, Iriri, Ladeira vermelha, Lindo este, Sudoeste a vila do “T”, aposto como muitos nem sabe o que é isso e onde fica isso! Mais são pequenas vilas onde as pessoas de lá vivem num descaso total e muitas não tem nem energia! Vai Ao MT e No Tocantins cada currutela que vc passa são limpas tem saneamento básico! É só isso que nós do SIM queremos, viver uma vida digna de o nosso trabalho ter esperança de crescer e ajudar a cidade na qual vc esta a crescer tbm! Queremos Hospitais com UTI pq quantas pessoas num já morreram por falta de uma UTI. Em Xinguara mesmo aconteceu esses dias faleceu um Ex-vereador por falta de um UTI no hospital em que ele estava e isso pq aqui é perto de Redenção onde tem a UTI mais próxima, Se aqui em Xinguara acontece isso imagina nas cidades que citei acima quantas pessoas não morrem por falta de recurso! Agora eles querem me convencer que não podemos DIVIDIR O ORGULHO PARAENSE???? E quanto a vidas de entes queridos ou de conhecidos até desconhecido mesmo é tirada por falta de um recurso no qual o estado tinha que disponibilizar??? Será se é querer muito, só pq u quero MAIS ESCOLAS, MAIS ESTRADAS, MAIS HOSPITAIS, MAIS LEIS QUE SEJAM CUMPRIDAS! EU TENHO FÉ QUE DIA 11 VAMOS CONSEGUIR! SIM 77 77

  • Quem não tem argumento para defender-se, insulta, agride! Assim fizeram e fazem o Duda e os teus leitores comentaristas, meu caro Jeso. Já era previsível a vitória do NÃO. Anotem: na próxima visita do governador a Santarém, Lira Maia, Alexandre Von, Nélio Aguiar, enfim, todos os políticos estarão no aeroporto para recebê-lo, pois não querem perder os cargos que seus afilhados ocupam na máquina do governo estadual. Esses caras só pensam no interesse deles, o povo que se f… Sempre foi assim e assim será! A mesma coisa ocorrerá em Marabá, com João Salame, Giovanni Queiroz e os demais votantes do SIM estarão npuxando o saco do Jatene.

  • Vamos ficar de olhos bem abertos nesse plebiscito. o capo da máfia do estado sr. simão cara de pau jatene já sinalizou de que lado está. é claro do lado daqueles que mamaram nas tetas fartas do governo, do zenaldo corninho, do almirzinho cheirinho, da fafá que nem de belém é mais e de tantos outros que temem em perder essa teta. ficaremos alerta pois o grande chefe da pilantragem e seus aceclas tudo farão para sairem vitoriosos. portanto SIM,SIm e SIM.

  • Assim como nas duas pesquisas mentirosas do Datafolha, o governador também não cita os municípios que foram “beneficiados” com o programa Asfalto na Cidade.

  • Simão Jatene refere-se ao SIM como o lado contrário… pra quem diria que iria ser impacial tá sendo um tremendo de um cabo eleitoral do não… isso é vergonhoso, espero que o povo de Santarém não seja tão burro em votar neste cidadão novamente nas próximas eleições, mas tenho medo, pois o povo tem memória fraca.

  • é muita cara de pau deste “cidadão”. certamente, antes de gravar passou muito oléo de peroba na cara.
    senhor simnão jatreme, o Pará, depois do dia 11 de dezembro de 2011 nunca mais será o mesmo. só este governador com olhar mediocre é que consegue ver que o povo do oeste do Pará não é esquecido, achincalhado, e humilhado.
    Em um passado não muito distante, quando da visita do senador Pedro Simon na ULBRA, teve vozes afirmando que preferiam serem americanizados, pois o abandono da região beira a renuncia de parte do territorio brasileiro.
    simnao jatreme, o OESTE deste Estado não será o mesmo nem pelo caralho.

  • O Barão do Grão Pará caiu como uma cereja na armadilha armada pelo Duda….

    Agora, ficou publicamente associado á campanha do Não, e sua rejeição já está nas alturas.

    O bla…bla…bla….subiu no telhado.

    E no domingo vamos faturar

    77 Neles !!

    Tiberio Alloggio

  • Assistir o vídeo do governador no espaço de ontem. Observei que, quando a propaganda fala sobre o curso de Medicina que veio pra Santarém é mostrado o prédio da Universidade Federal do Oeste do Pará – UFOPA (Campus Rondon) e não o prédio da Universidade do Estado do Pará – UEPA, um absurdo tremendo, se preocuparam tanto em ficar atacando que nem se preocuparam com as imagens inseridas no vídeo. E Jeso, o SIM é 77 e não 55 como dito por vc à cima.

    1. Caro Marcelo, sua posição é dúbia.
      Eu sou SIM ATÉ DEBAIXO D”ÁGUA.
      Eu por quem não é SIM e os outros os contrários.
      Xô contrário, SIM A VITÓRIA

      SIM É DESENVOLVIMENTO

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