A bauxita em Juruti em transportada pela Alcoa das minas até um porto construído pela multinacional
Aguardando a virada do ano para entrar em vigor – já tendo sido aprovado na Alepa (Assembleia Legislativa do Pará), à unanimidade – a taxa mineral representará desembolso na ordem de R$ 2 bilhões/ano para a Vale e a Alcoa.
A taxa, de acordo com o projeto aprovado, é de R$ 6,45 por tonelada de minério extraído de solo paraense.
Só a Alcoa extrai cerca de 2,6 milhões de toneladas/ano de bauxita em Juruti.
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O Simineral (Sindicato das Indústrias Minerais do Pará) aguarda apenas a sanção do governador Simão Jatene, a ser feita naos próximos dias, para ir à Justiça contra a taxa.
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Alepa aprova taxa mineral.
Adorei!
Mais dinheiro pra alavancar a economia de Belem! Tornando-a mais forte politicamente!
Eh assim que tem que ser! Capital forte e progresso para todo o Estado.
E por acaso é de Belem que vão extrair o minerio ignorante burro.
A Taxa Eleitoreira do Não e Não.
kakakakaka…de palhaçada, só rindo mesmo…..kakakaka
Essa taxa tem as digitais do HP.
Ainda dizem que o homem e um mero figurante.
Com a palavras os invejosos de plantão .
Ou seja Parazinho vai ficar com td, e nós só vendo os navios passarem levando nossa riqueza…Tapajós sempre!!!!!!!!!
concordo com o “TAPAJÓS PARA SEMPRE”, e devemos cobrar ações dos nossos representantes junto ao governo pra trazer esses recursos pra nós, nós temos força, os deputados que estiveram à frente da luta pela criação do estado de tapajós não podem esquecer que a luta continua, é hora dos nossos representantes se unirem por nós, os que foram atuantes e também os que estavam em cima do muro e mostrarem que realmente o interesse deles é o desenvolvimento dessa região, cobrando do governo do estado, e essa participação em lei dos recursos minerais pra região do tapajós e carajás é um passo importante, VAMOS COBRAR ATITUDE, eles são nossos representantes!
Assim o Pará vai se tornar o estado mais rico do Brasil, e ainda tem a Rio Tinto que esta se estalando devagar em Monte Alegre que vai extrair 4 bilhoes de toneladas dentro de 400 anos se não me engano, o que ta faltando e energia eletrica para ativar o super polo mineral do oeste do Pará, e as cidades mais ricas seram Juruti, Monte Alegre, Oriximina….. O resto vam ficar chupando dedo
Cuidado burro que depois esses municipios só ficaram a casca……e vcs vao ficar chupando casca
Essa é a taxa do não e não, um engodo que jamais terá eficácia no mundo jurídico, mas valeu o jogo pra plateia durante o plebiscito. Independentemente disso, ela não passa no STF. O argumento jurídico? Qualquer um serve. As mineradoras mandam no país.
Essa taxa mineral foi criada devido a pressão para se criar os estados de Carajás e Tapajós, que mostraram claramente a desfaçatez dessa lei kandir criada pelo próprio psdb.
Portanto, se não houvesse plebiscito, estaria tudo como antes, e portanto também, eles com essa lei, dão a afirmação de que a propaganda do “sim” estava certíssima. Essa lei também é uma pequena amostra das mentiras do “não” sendo desmascaradas por eles mesmos de que o tapajós não teria receita pra se manter. E o pior de tudo isso, é que vai continuar a mesma politicalha e nós aqui chupando o dedo, pois a palavra “governo do pará” é apenas e tão somente para angariar votos em campanhas eleitorais, aja vista que depois, o termo mais correto é governador de belém. Um governador que atua mais como um prefeito de belém, e a cidade passa a ter dois prefeitos ao mesmo tempo, e o resto do estado ferrado. Eu até duvido se essa taxa não foi idealizada pelo sr. Elenilson Pontes, pois ele é advogado tributalista e ouve várias reuniões entre ele e os setores da área. Se for isso, é o fim da picada; além de traí seu povo ainda entrega o ouro ao bandido.
QUA…QUA…QUA….
Ainda o factoide do Barão do Grão Pará e do maior de todos os tributaristas do mundo.
Tiberio Alloggio
Só resta saber onde vai ser aplicado esse dinheiro. Se vai voltar para os municípios das regiões onde foi arrecadado ou se vai ficar somente pros paraenses de Belém, Ananindeua, Marituba, Castanhal e etc. Vai continuar o modelo de colonialismo existente hoje? Os deputados perderam a oportunidade de colocar na lei um dispositivo legal que obrigasse a retornar pelo menos 50% do valor arrecadado para as regiões do Carajás e Tapajós.
Do jeito que a meia dúzia de políticos de Belém é gulosa, duvide que retorne pelo menos 10% dessa dinheirama toda . Devem fazer a festa em licitações direcionadas a parentes de senadores e deputados da base.
Com a palavra os Deputados Estaduais da região. Agora, no Natal, bata na porta do Alexandre Von, do Antônio Rocha, Airton Faleiro, João Salame, Josefina Carmo, Júnior Ferrari, Valdir Ganzer, Zé Maria…
Tapajós Sempre! E sempre sem ficha suja!
ESPERO QUE SEJA . POIS SEGUNDO INFORMAÇÕES, A PREFEITURA DE JURUTI, NÃO SABE O QUANTO SAI DE BAUXITA ATRAVÉS DO PORTO LOCAL, NÃO HA ACOMPANHAMENTO.
A turma do não Jatene PSDB.
Vocês vão sentir agora o que e a falta de representantes políticos na região, se tivéssemos criado os dois novos estados tínhamos força política suficiente para mudar até a lei Kandir.
Se vocês ganharem essa parada, vou votar em vocês na próxima eleição…
DISSERAM NÃO PRA NÓS E DISSEMOS SIM PRA ELES, RESULTADO: BELÉM VAI GANHAR MAIS 2 BI POR ANO SAINDO DO CARAJÁS E TAPAJÓS E NÓS VAMOS FICAR MAIS POBRES PORQUE A RETALIAÇÃO JÁ ESTÁ EM ANDAMENTO.
Jeso, deixa eu explicar:
Primeiro o pessoal do Parazinho nos disse “não”, vcs do Tapajós e Carajás são um bando de forasteiro que querem roubar nosso Estado. Agora Em troca estamos dando a eles 2 bilhões de reais por ano pra quê? Para aplicarem certamente na grande Belém!!! Ou alguém é louco de pensar que essa grana vai vir para nos beneficiar.!
Acho o fim da picada permitir a extração mineral em território paranese, sem que a mineradora deixe qualquer centavo a sociedade paraense como contra partida. Deixar somente um buraco e desmatamento é muito injusto. Tá na hora de se mudar os conceitos e valores na relação com essas mineradoras.
Se existe royaltes para o petróleo, porque não uma espécie de compensação para os estados que possumem atividades de extração mineral. No mundo de hoje os minérios são cada vez mais escassos, devemos impor nossos preços, nunca deixar que compradores como a China façam isso por meio do fomento de uma briga de foice entre os paises produtores.
A atividade de extração emprega pouca mão de obra, não devemos nos preocupar. Na verdade, com isenção de impostos e o pouco emprego de mão de obra podemos categoricamente afirmar que a atividade mineradora não agrega valor algum à nossa população…aliás diga-se de passagem, só agrega aos países compradores.
O único interesse permitido a um estado é de comprometimento com sua gente, nunca com terceiros. Não sei qual pessoa teve a iniciativa, mas de maneira geral, parabenizo ao Governo do Estado.
Desse jeito nunca vamos conseguir um plebiscito que aprove a divisão do Pará.
Tá aí a prova que Belém só quer sugar nossas riquezas e nos devolver migalhas
Paulo essa é a hora de cobrarmos dos nossos políticos atitudes para trazer recursos pra nossa região, o governo já sentiu o descontentamento do povo com o estado, isso já foi uma vitória, mas agora é colher os louros, cobrar dos políticos a mesma garra da campanha pra nos beneficiar.
Se eles ganharem essa parada, vou votar em seus candidatos na próxima eleição…
Aposto!!!