O governo brasileiro estuda renovar o contrato com a Agência de Exploração Aeroespacial Japonesa (Jaxa), para a utilização do satélite ALOS no monitoramento e identificação de desmatamentos na Amazônia em períodos de alta cobertura de nuvens.
Em 2011, o ALOS foi usado pela primeira vez nas missões de fiscalização do Ibama.
O chefe de fiscalização da superintendência do Ibama no Amazonas, Jerferson Lobato, conta que o satélite foi fundamental para identificar áreas desmatadas especialmente no período chuvoso, quando as nuvens dificultam a identificação das áreas.
Por usar sistema de radar, o satélite japonês conseguia capturar imagens de áreas florestais devastadas, independente da quantidade de nuvens, complementando as informações obtidas por outros satélites empregados no monitoramento da Amazônia.
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