Caro Jeso, deixei v. publicar meu artigo sobre ACESSIBILIDADE para então me pronunciar sobre esta foto. Veja só, ao longo do dia, somente um comentário sobre o artigo, onde aponto a violência que nossa cidade patrocina contra os cidadãos portadores de necessidades especiais. Mas, veja bem, se para a maioria dos votos, que são os votos dos cidadãos considerados “padrão”, esse é o tratamento, imagine para a minoria dos votos? Deveria escrever um artigo sobre ACESSIBILIDADE a todos. A foto é uma denúncia! Um rapaz se contorcendo para ajudar uma moça a alcançar o CAIS (é o termo correto e não orla, como querem fazer crer). Lá ao fundo o Estado (policial) olha para baixo, (envergonhado ou fingindo não ver?) e o Espírito Santo, estático, observa e ajuda a rebentar o cais como os seus pares. Para não fugir à regra, perto da ddefensa do barco o lixo se faz presente. Salve-nos Deus!
Sobre essa matéria de capa do jornal, “Como faz falta um terminal”: Uma coisa eu não consigo entender Jeso, como é que o seguimento da sociedade econômica que mais dá resultado financeiro ao comercio de Santarém, são os mais mal tratados pelo “Phoder” público. Seja os ribeirinhos, seja os nossos vizinhos das cidades da região do Baixo Amazonas. Tá na hora de rever esse conceitos pela administração publica. Acho até se um empreendedor fizesse a construção de uma porto decente, um shopping com os produtos necessitados por esses clientes as margem desse porto, com energia elétrica, rampas, restaurantes, lazer…, teria retorno financeiro. Tanto na atracagem dos barcos como nas compras nas lojas do shopping. Quem sabe não é essa proposta do shopping Tapajós? Claro que deveria ser um projeto bem planejado e projetado para a realidade em questão.
Daí é preparar-se para a quebradeira do comercio no centro da cidade e da avenida Tapajós.
Caro Jeso, deixei v. publicar meu artigo sobre ACESSIBILIDADE para então me pronunciar sobre esta foto. Veja só, ao longo do dia, somente um comentário sobre o artigo, onde aponto a violência que nossa cidade patrocina contra os cidadãos portadores de necessidades especiais. Mas, veja bem, se para a maioria dos votos, que são os votos dos cidadãos considerados “padrão”, esse é o tratamento, imagine para a minoria dos votos? Deveria escrever um artigo sobre ACESSIBILIDADE a todos. A foto é uma denúncia! Um rapaz se contorcendo para ajudar uma moça a alcançar o CAIS (é o termo correto e não orla, como querem fazer crer). Lá ao fundo o Estado (policial) olha para baixo, (envergonhado ou fingindo não ver?) e o Espírito Santo, estático, observa e ajuda a rebentar o cais como os seus pares. Para não fugir à regra, perto da ddefensa do barco o lixo se faz presente. Salve-nos Deus!
Gostaria de saber por que um lado da orla tem asfalto, cestas de lixo, placas etc E do outro lado é só remendo? A discriminação fica evidente.
Sobre essa matéria de capa do jornal, “Como faz falta um terminal”: Uma coisa eu não consigo entender Jeso, como é que o seguimento da sociedade econômica que mais dá resultado financeiro ao comercio de Santarém, são os mais mal tratados pelo “Phoder” público. Seja os ribeirinhos, seja os nossos vizinhos das cidades da região do Baixo Amazonas. Tá na hora de rever esse conceitos pela administração publica. Acho até se um empreendedor fizesse a construção de uma porto decente, um shopping com os produtos necessitados por esses clientes as margem desse porto, com energia elétrica, rampas, restaurantes, lazer…, teria retorno financeiro. Tanto na atracagem dos barcos como nas compras nas lojas do shopping. Quem sabe não é essa proposta do shopping Tapajós? Claro que deveria ser um projeto bem planejado e projetado para a realidade em questão.
Daí é preparar-se para a quebradeira do comercio no centro da cidade e da avenida Tapajós.
FORA GREEN PEACE UMA VEZ FORA DE SANTARÉM SEMPREEEEEEEEEEEE PRA FORA DESSA CIDADE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!