Li um texto no Vermelho, onde o articulista nos dar dois “causos” envolvendo João Nogueira e Millôr Fernandes.
O primeiro, um amigo chega a uma loja de disco e pergunta para a recepcionista se tem João Nogueira, resposta: Não sei, mas procura naquela prateleira (de musica sertaneja) “Veja ai, tem muito gente nova na praça, pode ser que esse já tenha chegado aqui na loja”.
A desolação maior foi quando soube que a moça que não sabia quem era o “tal” João Nogueira trabalhava na loja a mais de 5 anos.
Segundo, um migo de seu filho, estudante do curso de letra na UERJ indagado: “Tu lê o Millôr”? O jovem respondeu que desconhecia esse “tal” de Melô.
Foi mais um “desconhecido”. O problema é aturar os conhecidos que ficam.
Li um texto no Vermelho, onde o articulista nos dar dois “causos” envolvendo João Nogueira e Millôr Fernandes.
O primeiro, um amigo chega a uma loja de disco e pergunta para a recepcionista se tem João Nogueira, resposta: Não sei, mas procura naquela prateleira (de musica sertaneja) “Veja ai, tem muito gente nova na praça, pode ser que esse já tenha chegado aqui na loja”.
A desolação maior foi quando soube que a moça que não sabia quem era o “tal” João Nogueira trabalhava na loja a mais de 5 anos.
Segundo, um migo de seu filho, estudante do curso de letra na UERJ indagado: “Tu lê o Millôr”? O jovem respondeu que desconhecia esse “tal” de Melô.
Foi mais um “desconhecido”. O problema é aturar os conhecidos que ficam.
Nazareno Lima