O Brasil não tem política industrial, tem política para a indústria automobilística. A cada engasgada da economia, os ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento desenham medidas para ajudar as montadoras, e a presidente aprova.
Miriam Leitão, jornalista, em artigo (Não é por aí) levado ao ar ontem (19) no blog dela.
A “URUBÓLOGA” da Rede Globo não se manca !
A mãe santo de bancos e rentistas, adora botar defeito em tudo que pode.
Alérgica ao PT de Lula e Dilma, essa economista de meia tigela, vem insistindo (ha anos) na previsão da “desgraça” do Brasil.
Enquanto isso….. o Brasil sobe…sobe…sobe….
Tiberio Alloggio
21/05/2012 – 18h38
Governo reduz IPI de carros e anuncia medidas para estimular consumo
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LORENNA RODRIGUES
SHEILA D’AMORIM
PRISCILLA OLIVEIRA
DE BRASÍLIA
Atualizado às 19h34.
O governo anunciou nesta segunda-feira uma série de medidas para estimular o consumo, principalmente de veículos, e a aquisição de bens de capital (máquinas e equipamentos), que incluem a redução de impostos, aumento de prazos de financiamentos e corte de juros.
Segundo o ministro Guido Mantega (Fazenda), as ações implicarão em uma redução de cerca de 10% no preço dos automóveis. “O resultado esperado com essas medidas é reduzir os custos do investimento no país”, afirmou o ministro.
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André Borges/Folhapress
Ministro Guido Mantega (Fazenda) anuncia em entrevista novas medidas para estimular o consumo
Ministro Guido Mantega (Fazenda) anuncia em entrevista novas medidas para estimular o consumo
O IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) cobrado em todos os financiamentos para consumo cairá de 2,5% para 1,5%.
O IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) será reduzido até 31 de agosto em até sete pontos percentuais, de acordo com o modelo e a cilindrada do veículo. A renúncia fiscal é estimada em R$ 2,1 bilhões
Além disso, o Banco Central vai liberar parte do chamado depósito compulsório –valor que as instituições têm que deixar depositadas– para financiamentos de veículos.
Segundo Mantega, bancos públicos e privados se comprometeram a cortar juros, aumentar o volume de crédito e aumentar o número de parcelas em que os financiamentos são oferecidos.
As montadoras prometeram ainda dar um desconto sobre o preço de tabela cobrado pelos veículos hoje –de 2,5% para carros de 1.000 cilindradas, 1,5% entre 1.000 e 2.000 e 1% para utilitários –e fazer promoções especiais. Além disso, o acordo prevê que o setor não poderá demitir trabalhadores.
O ministro anunciou ainda a redução dos juros de financiamentos do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social).
Linhas para o pré-embarque terão taxas reduzidas de 9% ao ano para 8% e para o financiamento de ônibus e caminhões de 7,7% para 5,5%.
Para a compra de máquinas equipamentos, os juros caem de 7,3% para 5,5% e para o financiamento de projetos de obras de 6,5% para 5,5% ao ano.
A redução também valerá até 31de agosto e custará aos cofres públicos R$ 619 milhões.
Mantega disse que as medidas não vão pressionar a inflação. Ao contrário, ele defendeu que elas têm efeito deflacionário.
“É possível que haja aumento do crédito sem que haja necessariamente aumento do endividamento das famílias”, afirmou.
CRESCIMENTO
As medidas foram anunciadas após a economia dar sinais de que o crescimento do Brasil pode ser menor do que o esperado em 2012.
A economia brasileira encolheu em março pelo terceiro mês consecutivo, e o desempenho no primeiro trimestre foi ainda mais fraco do que esperavam analistas e investidores, segundo os dados do índice de atividade econômica do Banco Central, divulgado na semana passada.
O BC apurou uma expansão de apenas 0,15% no primeiro trimestre, na comparação com os últimos três meses do ano passado.
O mercado também reduziu a estimativa para o PIB e para a inflação oficial neste ano, segundo divulgação do boletim Focus desta segunda-feira (21).
A projeção para o PIB (a soma de todas as riquezas produzidas por um país) de 2012 foi reduzida de 3,20%, na semana passada, para 3,09% hoje. Para 2013, foi elevada de 4,30% para 4,50%.
Realmente não é por aí que se enche linguiça. Tudo balela!
Diante de uma crise mundial sem precedentes, quando assistimos a Europa pré-falimentar, com alguns países literalmente quebrados e humilhados o Brasil vem enfrentando com dignidade a parada.
Se fossemos obedecer a corrente de quem Mirian Leitão é porta voz, estávamos fritos. Vai ver que ela concorda que “qualquer miserável tem um carro” por culpa “deste governo espúrio que popularizou, pelo crédito fácil, para quem nunca tinha lido um livro”, como disse o facinazista Luiz Carlos Prates.
Chico Corrêa