Unicamp aprova 20 para doutorado em Santarém

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doutoradoDentre os 20 aprovados para o curso de doutorado em Educação da Unicamp/Ufopa, 2 são do quadro da IFPA/campus de Santarém. Os demais são professores da Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Pará).

No Leia Mais, abaixo, o nome dos selecionados.

Leia também:
Doutorado nota 10.
Capes aprova o 1º doutorado da UFOPA.

As aulas do doutorado começam em agosto (dia 7), e serão ministradas em Santarém. Os alunos aprovados terão vínculos com a Unicamp. Tanto que os concluintes receberão diploma expedido pela universidade paulista.

1º do gênero no interior da Amazônia reconhecido pelo Capes, o curso terá 4 anos de duração.

Nome – Área
Ademir de Souza Pereira – Ensino e Práticas Culturais
Aguinaldo Rodrigues Gomes – Filosofia e História da Educação
Antonia de Socorro Pena da Gama – Políticas, Administração e Sistemas Educacionais
Carlos José de Melo Moreira – Políticas, Administração e Sistemas Educacionais
Dércio Pena Duarte – Filosofia e História da Educação
Edna Marzzitelli Pereira – Filosofia e História da Educação
Eleny Brandão Cavalcante – Ensino e Práticas Culturais
Eliane Cristina Flexa Duarte – Políticas, Administração e Sistemas Educacionais
Gilberto Cesar Lopes Rodrigues – Filosofia e História da Educação
Lidia Alves de Oliveira Políticas – Administração e Sistemas Educacionais
Margarida do Espírito Santo C. Gordo – Ensino e Práticas Culturais
Maria Aldenira Reis Scalabrin – Ensino e Práticas Culturais
Maria Mirtes Cortinhas dos Santos – Políticas, Administração e Sistemas Educacionais
Nelcilene da Silva Palhano Cavalcante – Filosofia e História da Educação
Nilzilene Ferreira Gomes – Ensino e Práticas Culturais
Odenildo Queiroz de Sousa – Filosofia e História da Educação
Raimundo Sátiro dos Santos Ramos – Políticas, Administração e Sistemas Educacionais
Rodrigo Medeiros dos Santos – Ensino e Práticas Culturais
Terezinha de Jesus Dias Pacheco – Ensino e Práticas Culturais
Zair Henrique Santos – Ensino e Práticas Culturais

Com informações da Ufopa


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16 Responses to Unicamp aprova 20 para doutorado em Santarém

  • Sem duvida que a UFOPA esta de parabens por trazer esse doutorado para Santarem.
    Pena que nem a selecao do doutorado foi usada da impessoalidade. E triste jogo de cartas marcadas

    Pena que nao publicam o que vai por tras dos bastidores,

    1. Demorei a ver este comentário ridículo, mas não posso deixar de dizer algo sobre ele. Sinceramente, dá vontade de perder a elegância e dizer impropriedades diante de tamanha asneira. Mas como educador, tenho que saber entender os limites de quem ainda está no começo da escala evolutiva da regra básica para se fazer uma crítica que é a busca pelas informações pertinenetes aquilo que será objeto de nosso posicionamento.
      Este tipo de discrso é desprovido de qualquer fundamento. E quem o faz não tem propriedade alguma para falar de bastidores deste processo e muito menos para dizer que houve cartas marcadas. Isto é um desrespeito a todos os profissionais que estiveram envolvidos no processo e aos candidatos que participaram da seleção
      Tenho certeza de que estamos com um grupo altamente promissor e do queal haveremos de nos orgulhar em breve, com a produção de conhecimentos relevantes e a devolução social do investimento que está sendo feito.
      Para finalizar, reafirmo os agradecimentos a todos que contribuíram para que esta ação se tornasse realidade.

  • A greve remunerada dos professores universitários

    ALBERTO CARLOS ALMEIDA

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    Deixo para todos esse artigo publicado na Revista Época da semana passada para reflexão de alguns desses professores que foram aprovados no Doutorado e que foram os primeiros a paralizar suas atividades prejudicando fundamentalmente os estudantes.

    A greve remunerada dos professores universitários

    ALBERTO CARLOS ALMEIDA é cientista político, autor dos livros A cabeça do brasileiro e O dedo na ferida: menos imposto, mais consumo alberto.almeida@institutoana
    lise.com.br
    (Foto: reprodução)

    Você, leitor, provavelmente nunca teve o privilégio de parar de trabalhar e, mesmo assim, continuar recebendo o salário integral na data correta. É o que acontece agora com os professores das universidades federais. Desde 17 de maio, eles estão em greve. Pararam de dar aulas e continuam recebendo seus salários. Igualmente grave é sermos nós, contribuintes, que pagamos o salário de quem não trabalha.É um absurdo em cima de outro absurdo. Os professores grevistas, em sua maioria, concluíram o doutorado, ao passo que a grande maioria dos brasileiros jamais pôs os pés num curso de graduação. Os doutores são uma minoria ínfima de nossa população adulta. A minoria mais qualificada do ponto de vista formal e, portanto, mais preparada para obter recursos com o próprio mérito. Mas não querem isso.

    Preferem mais impostos. Sim, pois, caso o governo ceda às reivindicações dos grevistas remunerados, terá de aumentar os impostos, uma vez que elas resultariam em mais gastos. Parece piada: aumentar impostos para destinar mais recursos a uma minoria que tem o doutorado completo e reivindica por meio de greves remuneradas.

    Fui professor da Universidade Federal Fluminense entre 1992 e 2005 e nunca fiz greve. Aprendi na própria universidade federal que as greves são inúteis. Não pressionam o governo, não atingem seus objetivos e apenas prejudicam os alunos. A greve é só de aulas. Os professores não param de fazer suas pesquisas, não deixam de ir a seminários científicos – nunca recusam viagens pagas pelo contribuinte – nem deixam de enviar seus relatórios de pesquisa aos órgãos de financiamento. Se fizerem isso, podem perder a bolsa de produtividade em pesquisa, o que é equivalente ao ponto cortado. Só há um prejudicado com a greve: o estudante.

    Greves são situações de conflito em que os trabalhadores param com a finalidade de pressionar os patrões a negociar. Obviamente, toda greve precisa impor prejuízos aos patrões. É o que ocorre em qualquer empresa privada. Quando os operários do setor automobilístico param, a produção de carros despenca e, com ela, cai a capacidade de vendas da empresa, sinônimo de prejuízo. Os patrões sentam-se então à mesa para negociar. A disposição de ceder aumenta à medida que os prejuízos crescem.

    Os professores doutores grevistas remunerados não impõem nenhum prejuízo ao governo federal. Pararam de dar aulas, e isso não reduz a arrecadação, não leva à queda da popularidade de Dilma nem faz cócegas em Brasília. Os responsáveis por aumentar nossos impostos para atender à reivindicação dos grevistas apenas ouviram falar que os estudantes das federais estão sem aula. Não há poder de pressão.

    Exatamente por isso, e porque o governo não corta o ponto, trata-se de um movimento que tende a se alongar. Já se passaram 45 dias. No passado, as greves começavam anualmente com data marcada, sempre em maio. O único limite é o tempo de reposição das aulas. Como há aproximadamente três meses anuais de férias universitárias, elas não duram muito mais que três meses. Tampouco alcançam seus objetivos. Antes de 2005, houve mais de dez anos consecutivos de greves remuneradas com data marcada. Em dez anos, não houve melhora visível das universidades federais.

    Entre 2005 e 2010, o orçamento das 57 universidades federais aumentou 120%, sem contar os gastos com aposentados e pensionistas. Elas receberam quase R$ 20 bilhões em 2010, de acordo com o Ministério da Fazenda. No mesmo período, as vagas para estudantes de graduação cresceram somente 58%, segundo o Ministério da Educação.

    Para os grevistas, só não é pecaminoso o dinheiro que vem do Tesouro Nacional – do nosso bolso

    Os professores grevistas têm a obrigação de prestar contas a nós, contribuintes, acerca das razões do descompasso entre o aumento de 120% no orçamento e de 58% das vagas. Dados do Ministério da Educação revelam que, em 2010, as federais ofereceram 938 mil vagas para graduação. Entre 2001 e 2010, as federais não conseguiram dobrar as vagas em cursos de graduação, ao passo que as privadas saíram de 2 milhões de vagas para 4,7 milhões.

    Os professores das federais são contra salas de aula com 100 ou 200 alunos. Defendem poucos alunos, sob o argumento elitista de que, para treinar bem, é preciso poucos estudantes em sala. Mas o Brasil precisa massificar o ensino universitário, não elitizá-lo. Estudei na London School of Economics (LSE) e frequentei salas de aula com mais de 100 alunos. A LSE forma melhor que qualquer uma de nossas federais e suas salas com poucos alunos.

    Os professores doutores grevistas remunerados também afirmam que os tais 120% a mais foram destinados à pesquisa. Mas os principais centros de pesquisa das universidades públicas não entram em greve e obtêm recursos adicionais por meio de contratos com empresas. Os professores grevistas atacam os professores que buscam vender pesquisas para empresas, acusando-os de “privatistas” e “neoliberais”. Para os grevistas, só um tipo de recurso não é pecaminoso e assegura a independência acadêmica: aquele que vem do Tesouro nacional – do nosso bolso.

    A greve remunerada é sinal de que nossos governantes não têm ainda a coragem necessária para enfrentar o professor funcionário público. O governo optou pela solução tipicamente brasileira: não entrar em conflito com os grevistas remunerados e deixar o sistema universitário privado crescer. Vai demorar um pouco, mas é inevitável: as universidades privadas passarão a atuar também em pesquisas científicas de ponta. Já tomaram o lugar das federais na formação de alunos, tomarão também na pesquisa científica. O contribuinte agradecerá.

    1. O próprio articulista é um exemplo do trágico. Competente e com excelente formação, largou universidade pública extamente por essa pagar miséria.

    2. Esse artigo foi rechaçado por simplesmente ser ridículo.

      Professor da UFC escreve carta de resposta a artigo publicado na Revista Época dessa semana contra o movimento grevista dos docentes

      Essa semana, a Revista Época e o site do Valor Econômico publicaram o artigo “A greve remunerada dos professores universitários”, de autoria do cientista político e ex-professor da Universidade Federal Fluminense Alberto Carlos Almeida. Em resposta ao texto, crítico ao movimento grevista dos docentes, o professor Antonio Caminha Neto, do Departamento de Matemática da Universidade Federal do Ceará, escreveu uma carta ao editor da revista Época explicando os vários motivos que culminaram com a deflagração de greve em 95% das universidades federais do País. Leia, a seguir, a resposta do professor Caminha:

      “Prezado Editor,

      Após ler o artigo “A greve remunerada dos professores universitários”, de Antonio Carlos Almeida, não poderia deixar de escrever-lhes, aliás, com profunda indignação. Primeiramente, saltam aos olhos de qualquer leitor minimamente crítico as várias meias informações e informações contraditórias do texto. O autor se esquece de mencionar que, após quatro anos de graduação, dois de mestrado e quatro de doutorado, um professor universitário recém-contratado recebe, mensalmente, pouco mais de R$5.000 líquidos. Qualquer médico ou engenheiro recém-formado e minimamente competente recebe, mesmo aqui no Nordeste, salário maior ou igual a esse. Por outro lado, quando comparamos esses R$ 5.000 aos R$ 13.600 de salário inicial de um auditor da Receita Federal, fica patente a deterioração salarial dos professores de ensino superior no âmbito da Administração Federal e o descaso do governo em tornar atraente a carreira de professor de ensino superior, tão necessária ao país. O autor tampouco destaca que as negociações de nossa categoria com o Governo Federal, com vistas ao estabelecimento de uma carreira docente digna, vêm se arrastando há um ano, sem que os professores tenham recebido nenhuma proposta concreta. Menciona, ainda, que somente as aulas foram interrompidas, mas as pesquisas não, e que isso se deve a nosso interesse em não perder financiamentos como bolsas de produtividade em pesquisa. Realmente, com o salário que recebemos não podemos nos dar ao luxo de perder as bolsas de produtividade por paralisação das pesquisas, simplesmente porque nossas contas mensais não fechariam; por outro lado, interromper nossas pesquisas equivaleria, no caso de uma greve de médicos, a desligar os aparelhos dos pacientes já internados, o que – decerto o autor concordará – não é razoável. É, ainda, curioso coligir a afirmação que diz, a certa altura, que “os principais centros de pesquisa não entraram em greve”, com aquela que diz que “os professores grevistas mantém suas pesquisas em andamento”. Em que pese a flagrante contradição entre tais afirmações, gostaria de frisar que várias universidades federais que fazem pesquisas de ponta em volume considerável (a Universidade Federal do Ceará e a do Rio de Janeiro, por exemplo) estão em greve sim. O autor também menciona que, em universidades estrangeiras, há aulas para salas com 100 a 200 alunos. Entretanto, ele se esquece de dizer que os professores dessas aulas contam, em quase 100% dos casos (e me arrisco a afirmar que a London School of Economics é um desses), com um ou dois professores assistentes, que são alunos de doutorado que corrigirão provas e conduzirão aulas de exercícios; eu mesmo, que também estudei em uma universidade estrangeira, servi de professor assistente em aulas de Cálculo. Além disso, essas salas imensas são, em geral, de disciplinas de semestres iniciais ou livres, atendidas por alunos de vários cursos. Por fim, o autor menciona que foi professor da Universidade Federal Fluminense entre 1992 e 2005 e que nunca fez greve durante esse período. Certamente ele não precisava do salário, que era baixíssimo até 2004; por outro lado, fiquei com a curiosidade de perguntar se, fosse a carreira de professor universitário mais atrativa, ele teria saído de lá para o Ipsos e o Instituto Análise.

  • Para quem vive falando do modelo da UFOPA, nos dizeres do prof Anselmo colares:
    “Como declarou o coordenador da PPGE da Unicamp, Dario Fiorentini, a escolha pela UFOPA se deu a sua proposta inovadora e ao fato de ser uma instituição sediada no interior da Amazônia”.

    Tu devia posta isso na pagina inicial nas frases importantes quando vc escolhe jeso.

    1. São poucos os lugares no Brasil que tem algo da qualidade de Alter do Chão e nem tanto alunos dispostos a tfazer trabalho enquando professor passeia. Isso aconteceu em toda interiorização, não vai ser agora que se vai perder o vício.

  • Este doutorado representa um marco para a história da educação no interior da Amazônia. Além de ser realizado com uma instituição de renome internacional, vai possibilitar o estudo aprofundado de grandes problemas da realidade local e regional. Na condição de coordenador, pela UFOPA, agradeço a receptividade que o Reitor Seixas teve para com a iniciativa, quanto apresenei a ele a proposta e obtive imediatamente seu aval para que eu pudesse prosseguir no trabalho de elaboração do Projeto e convencimento junto a Comissão de Pós Graduação da Faculdade de Educação da Unicamp uma vez que eles já haviam recebido propostas de outras 12 instituições. Como declarou o coordenador da PPGE da Unicamp, Dario Fiorentini, a escolha pela UFOPA se deveu a sua proposta inovadora e ao fato de ser uma instituição sediada no interior da Amazônia, região que apresenta grandes distorções nos indicadores educacionais, e na qual a Unicamp pode oferecer significativa contribuição. Agradeço em especial aos doutores José Claudinei Lombardi e Dario Fiorentino, além dos coordenadores das três áreas que disponnibilizaram as 20 vagas para que o DINTER se tornasse realidade. Agradeço a Fátima Lima que deu a autorização inicial para que eu pudesse levar adiante a intenção e principalmente a Solange Helena que viabilizou todas as demandas que surgiram nesta fase de implantação. Parabenizo aos aprovados, mas também fico triste por aqueles que não conseguiram êxito, não porque tenham sido reprovados, mas porque não havia orientadroes para suas temáticas ou porque os orientadores optaram pelos projetos com os quais possuem maior afinidade, situação muito comum neste tipo de processo seletivo.
    O DINTER em Educação é realidade. Trata-se do primeiro doutorado a ser oferecido na Ufopa. A história mais vez revela que a área de educação é a pioneira. Embora ainda seja frágil em alguns aspectos, estamos trabalhando para nos tornarmos fortes no ensino, na pesquisa e na extensão. A UFOPA, por meio do seu Instituto de Ciências da Educação – ICED, vai estar em breve oferecendo a socidade o seu próprio programa de pós graduação, inicialmente com um mestrado acadêmico em educação e posteriormente outros mestrados para atender aos egressos das licenciaturas e outras áreas do conhecimento.
    Este trabalho é fruto da convicção de que podemos fazer, e pelo compromisso que está sendo assumido pelo grupo de docentes no qual estão incluídos egressos da UFPA-Campus de Santarém e os novos colegas que chegaram para se somar aos sonhos que há anos acalantamos. Estamos convictos de que a UFOPA está se consolidando com firmeza e rapidez, apesar das dificuldades que enfrenta por se tratar de uma instituição em fase inicial, onde os processos ainda estão sendo constituídos.
    Prof. Dr. Anselmo Alencar Colares
    Coordenador da Pós Graduação do ICED – Coordenador do DINTER em Educação.

  • Parabéns, a tod@s, em especial para Edna Marzitelli, Zair Henrique e Terezinha Pacheco. Sucesso.

  • Só falta agradecer empenhosamente ao reitor Seixas e Aldo pelo esforço tremendo que tais fizeram para que tudo isso fosse possível. E para que fique claro que tudo foi sobre humano, a UFPA tem esse doutorado e não quis fazer.

  • Meus parabéns a todos os professores em especial a Terezinha Pacheco, por contribuir com grande dedicação e afinco na formação de centenas de profissionais em nossa região. Tereza, a vitória não é somente sua, mas de todos nós, que contamos com seu empenho e ajuda, nos transformando em profissionais que fazem a diferença. Vc é um refencial na educação em nossa região. Sucesso sempre.

  • Parabéns, Odenildo! Você é o cara! Daqui de Jundiaí-SP (próximo a Campinas, sede da UNICAMP) seu colega Adilson, da graduação em Direito, está na torcida pelo seu sucesso. Certamente você tem muito a contribuir para a educação nessa região, num patamar mais elevado.

  • lamento que o pessoal do IFPA nã tenha se interessado e o ganho para os pesquisadores da Unicamp que vão sari de lá para conhecer mais o Brasil será imenso.

  • é verdade, vinte novos doutores para a região, não resta dúvidas que santarém adquire status de centro científico da Amazônia e esses novos doutores inauguram um novo tempo na ciência de santarém!Parabéns.
    Mas a ironia…este é o segundo comentário…se fosse uma notícia sobre os Rochas, Martins,Corrêas…Já passaríamos dos trinta comentários.

  • Gostaria de parabenizar socorro pena por esta conquista, guerreira e inteligente, pois, os espaço da sociedade vem, sem dúvida sendo ocupada por mulheres competentes e acredito que vai continuar aumentado este quadro. Parabens Socorro vc merece.

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