Na Folha de S. Paulo
O ritmo do desmatamento na Amazônia Legal diminuiu em junho, de acordo com o Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD).
Foram 34,5 quilômetros quadrados, o que representa uma queda de 66% em relação à área degradada em maio, de 100,5 quilômetros quadrados.
Pará foi o Estado que mais colaborou com o desmatamento. Responde por 60% do total. O restante ocorreu no Amazonas (12%), Rondônia (6%) e Mato Grosso (6%).
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As florestas degradadas somaram 14,5 quilômetros quadrados em junho de 2012, segundo a SAD.
A área total desmatada em junho retirou árvores que retirariam gás carbônico da atmosfera. Segundo o SAD, isso pode resultar em 3,5 milhões de toneladas de emissões de CO2.
O levantamento também aponta queda no total da área desmatada nos 11 meses fechados em junho em comparação ao mesmo período anterior.
Entre agosto de 2011 e mês passado, o SAD detectou 907 quilômetros quadrados de área desmatada. É uma redução de 41% se comparado à área desmatada entre junho de 2011 e agosto de 2010, de 1.534 quilômetros quadrados.
No passado recente o Governo Federal incentivava o desmatamento da Amazônia. Hoje o mundo desenvolvido pressiona o Brasil para que preserve a Amazônia. Com ou sem essa pressão, temos consciência, hoje, que a exploração indiscriminada dos recursos naturais (no caso principalmente a madeira) gera lucro para uns poucos e a consequente degradação ambiental é um prejuízo para muitos.
A melhoria da renda per capita tem que andar de mãos dadas com a difusão da tecnologia para todos, desenvolvendo atividades que agreguem renda sustentavelmente.
Newton Almeida MEIO AMBIENTE RIO DE JANEIRO https://limpezariomeriti.blogspot.com