Empresário será julgado por assassinato

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Na quinta-feira (20), empresário santareno Paulo Pimentel de Oliveira, o “Paulo Boca Larga”, sentará no banco dos réus, em júri popular promovido pela 10ª Vara Penal de Santarém.

Ele e ex-sindicalista Argemiro de Oliveira Gomes, o Miro, são acusados de serem os mandantes do crime que vitimou Jonathas Lemos de Oliveira, frentista de um posto de gasolina e mototaxista nas horas vagas.

O crime ocorreu há 8 anos.

O autor do crime, Valdemir Araújo dos Santos, o Neguinho, que foi preso, julgado e condenado pelo assassinato. E teria confessado que foi contratado por Miro, em nome de Paulo Boca Larga.

Neguinho, que cumpre pena na penitenciária, será a principal testemunha do processo.

Segundo investigações da polícia, Jonathas tinha uma causa na Justiça contra o empresário, que teria batido com seu carro na moto do rapaz e daí teria surgido a rivalidade entre eles.

À época do crime, quando o serviço de mototaxi na cidade ainda estava tentando se implantar, a morte chegou a ser atribuída à rixa entre empresários de ônibus e mototaxistas por causa da possível liberação do serviço pela prefeitura.

Atuarão neste caso, sob a presidência do juiz Gérson Marra Gomes, os promotores públicos Rodrigo Aquino Silva e Paulo Roberto Corrêa Monteiro e os advogados José Ronaldo Dias Campos, Celso Furtado e Benones Amaral.

Esse júri já foi adiado diversas vezes por solicitação da defesa, mas agora será realizado esta semana.

Fonte: 10ª Vara/Jota Ninos


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2 Responses to Empresário será julgado por assassinato

  • Espero que a Justiça seja feita nesse caso em que envolve o empresário e o miro, esse crime na epoca chocou pela brutalidade e pelo motivo que foi dado nos meios de comunicação. Ai se pergunta qto vale uma vida? Fico na expectaiva que o corpo de jurados faça justiça e condenem os acusados Waldomiro e Paulo Boca larga, pois ate agora ainda não pagaram pelo crime que cometeram , pois ser mandante é igual a puxar o gatilho da arma do crime, na verdade eu ainda não entendi por que eles estão soltos ate hj, vc sabe me reponder

    Só peço justiça

  • A empresa abaixo é uma das denunciadas pela AGE nos relatórios enviados a ALEPA

    DIÁRIO OFICIAL Nº. 31626 de 17/03/2010

    MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ

    PORTARIA Nº 006/2010-MP/6ª PJ/DC/PP

    Número de Publicação: 80618

    PORTARIA Nº 006/2010-MP/6ª PJ/DC/PP

    CONSIDERANDO ser dever do Ministério Público, como instituição permanente e essencial à função jurisdicional do Estado, a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, conforme prescrito no art. 127, caput, da Constituição Federal;

    CONSIDERANDO a documentação hoje reunida no Expediente nº 211/2009-MP/PJ/DC/PP, formalizado a partir de denúncia de ocorrência de irregularidades na contratação da empresa IK Barros & Cia Ltda. (KL Multimídia), pela Secretaria de Estado de Educação, visando à instalação, manutenção e produção de material educativo para compor o kit educacional TV Pará Escolar (Processo nº 179.524/2008);

    o MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ, por meio do Promotor de Justiça que ao final assina, amparado nas disposições contidas nos artigos 129, III, da Constituição Federal; 8º, §1º, da Lei nº 7.347, de 24.04.85, e 26, I, da Lei nº 8.625, de 12.02.93,

    resolve instaurar o presente INQUÉRITO CIVIL, motivo pelo qual se determina, de imediato:

    1. A autuação da presente portaria, com seu registro em livro próprio da Promotoria de Justiça de Direitos Constitucionais e do Patrimônio Público de Belém;

    2. A expedição de ofício à Excelentíssima Senhora Secretária Estadual de Educação requisitando o encaminhamento, no prazo de 10 (dez) dias úteis, de cópia do procedimento licitatório (ou daquele que fundamentou sua dispensa ou em que foi declarada sua inexigibilidade) que resultou na contratação, pela SEDUC, da empresa IK Barros & Cia Ltda. (KL Multimídia), com vistas à “instalação, manutenção e produção de material educativo para compor kit educacional pedagógico para TV Pará Escolar”;

    3. A remessa de cópia desta portaria à Procuradoria-Geral de Justiça (com pedido de sua publicação, conforme determinado no art. 4º, VI, da Resolução nº 23, de 17.09.2007, do Conselho Nacional do Ministério Público), à Corregedoria-Geral do Ministério Público e ao Centro de Apoio Operacional Constitucional;

    4. Afixe-se esta portaria no local de costume (art. 4º, VI, da Resolução nº 23/2007-CNMP);

    5. Após, voltem conclusos para novas deliberações, ficando nomeado como secretário do inquérito civil ora instaurado o servidor Jean Matias Aviz Alvarez, matrícula 999.1447, lotada nesta Promotoria de Justiça.

    Belém (PA), 10 de março de 2010.

    FIRMINO ARAÚJO DE MATOS

    6º Promotor de Justiça de Direitos Constitucionais

    e do Patrimônio Público de Belém

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