O loteamento residencial “Cidades dos Pássaros”, em Alter do Chão, pode voltar às obras, suspensas desde o início de janeiro, por decisão liminar (provisória) do juiz Rafael Grehs, que à época respondia pela da 8ª Vara Cível de Santarém.
É que o TJ (Tribunal de Justiça) do Pará, em decisão lavrada no domingo (3) pela desembargadora Marneide Merabet, anulou os efeitos dessa liminar até o julgamento do mérito da ação, movida pelo MP (Ministério Público) do Pará.
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Loteamento de Alter do Chão recorre ao TJ.
O loteamento, com total de 22,78 hectares, é construído (em imóvel de propriedade de Hugo Xavier de Vasconcelos) pela Verde Construções.
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Neste link, a íntegra da decisão da desembargadora.
A SEMMA municipal sempre de encontro com as decisões da justiça, EITA PODALIRO NETO te esmera RAPÁ.
Jeso, espero que a empresa utilize caçamba com carroçeria fechada, pois o que ocorre é de jogarem galhos na estrada, pois após retirarem as árvores, transportam em caçambas abertas na parte de trás, acarretando com que os galhos entulhem a estrada, provocando todas as desgraças possíveis e até mesmo prejudicando quem trafega de motocicleta. Jeso, tenta ouvir a empresa sobre isso, ja que a justiça não conseguiu resolver pelo bem de quem precisa daquela estrada.
Sou obrigada a concordar com o Santareno, palavra por palavra. Muito bem colocado.
Helvécio,
Para vc que mora no RJ é fácil posicionar-se assim, digamos, romanticamente. Aliás, a maioria dos palpeiteiros sobre a Amazônia o faz de suas sacadas na Avenida Atlântica. Para vcs o progresso e as coisa boas da modernidade. Para nós, que moramos aqui, basta que continuemos um lugarzinho pitoresco perdido no meio da selva, de preferência, sem água, luz, telefone ou qualquer comunicação com o resto do País.
Lembrei-me dos Titãs: a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão, balé. A gente quer a vida como a vida quer…
O pior é que se houver provimento do mérito, não há como reparar os danos causados. O homem não tem capacidade de refazer a natureza. Lamentável a revogação dos efeitos da liminar. TAPAJOARAMENTE AZUL,