Grito de guerra médico

Publicado em por em Política, Saúde, sindicalismo

18 Responses to Grito de guerra médico

  • Os médicos estão perdidos! Mesmo os que são contra o Programa Mais Médicos. Eles não são politizados, deixam-se dominar por orientações quase que mafiosas, são uns infelizes. Nós que somos pacientes devemos mostrar nossa cara e apresentar a eles nosso sacramentado direito a um atendimento digno. E quanto ao comentário sobre médico não comparecer ao trabalho, por exemplo, numa Santa Casa, já é sabido que muitos assumem compromissos em mais de uma instituição e comparecem apenas numa. Já vi isso. Precisamos pensar em estratégias para mostrar isso ao público. Também precisamos começar a faze muitas perguntas diante de alguns eventos que viram notícia de jornal. Muitas perguntas… Algumas abrirão portas, com certeza.

  • Manifestar contra o Mais Médicos é estar contra a população que clama por atendimento de um profissional, só pode ser contra o Mais Médicos quem tem médico na família.

  • No brasil o único médico que geralmente cumpri o horario de trabalho no serviço público é o médico militar que é obrigado a permanecer é cumprir seu horario…por que se não vai preso

  • Caro Jeso,

    É um atestado público de arrogância e burrice política. Os médicos e suas entidades estão na contramão do interesse público e da história. Se não querem atender os municípios do interior, que fiquem quietos nos seus consultórios, faturando.

    Façamos uma conta rápida: quanta gente já foi atendida e teve sua vida salva por médicos, na nossa Pérola do Tapajós, que aí atuam, fazem sua vida, com caráter e dignidade, sem esperar que tenhamos infra à Albert Einstein (São Paulo)? O médico Erik Jennings, por exemplo, deu mais seis anos de vida a um parente querido meu só com seu conhecimento e dedicação. O meu amigo João Otaviano é outro que nos dá exemplo todos os dias. Como eles dois, há vários outros excelentes exemplos na nossa cidade, que aderiu ao Programa Mais Médicos, felizmente.

    Aqui em Santa Catarina, as entidades corporativas e os médicos deixaram de atender, no dia de hoje (31/07) o sistema SUS de 16 cidades “protestando” contra esse projeto de Estado. É estupidez e falta de escrúpulos, mano!

    Estou vivendo o dia-a-dia do SUS, praticamente há três anos e meio, lutando pela vida minha filha Bárbara e fico indignado com o tipo de crítica leviana que é feita à saúde pública, no País. Há muito o que melhor, sim, sem dúvida (e queremos e merecemos isso), mas daí a jogar tudo na vala comum, repetindo o blá-blá-blá midiático de “está um caos” vai uma enorme distância.

    Todos os dias, milhares de brasileiros são salvos pelo SUS – e lamentavelmente isso não é notícia no Jornal Nacional, nem nos veículos da mídia comercial.

    Abraços fraternos,

    Samuca

  • Espero que esse programa continue, para abrir concorrência é reduzir arrogância na maioria dos médicos, que cá entre nós…só pensam em dinheiro…Eles têm 4-5 empregos não por amar a profissão mais sim por amar o dinheiro…se o paciente fosse prioridade todos cumpririam expediente de 4 horas em um local e 4 horas em outro..isso sim seria respeito…creio ainda que esses médicos que chegaram daram show de humanização é respeito…

  • Espero que esse programa continue, para abrir concorrência é reduzir arrogância na maioria dos médicos, que cá entre nós…só pensam em dinheiro

  • Somos ricos. Somos estúpidos. Fora aos mercenários médicos corruptos. Vamos às ruas, vamos aos SUS chega de moleza nas clínicas dos Pavus..

  • eu apoio o brasil com mais medicos ,parece que esses medicos que estão fazendo esses protesto so pensam em dinheiro agora não quem dividir o dinheiro que e do povo

  • Os corruptos deveriam mesmo cair fora, junto com todos os médicos que não querem trabalhar. Palhaços!

  • Médicos batem o ponto e vão embora sem trabalhar, em maternidade de São Paulo

    https://analisedeconjuntura.blogspot.com.br/2013/07/medicos-batem-o-ponto-e-vao-embora-sem.html

    Não sei o que é pior, se os médicos pagos com dinheiro público da saúde que não trabalham, ou se é o governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP), que deixa isso acontecer em uma maternidade sob seu governo.
    Afinal Alckmin, formado em medicina, está do lado de quem? Do corporativismo de seus colegas, maus médicos, ou do cidadão doente que está na fila precisando do atendimento na rede pública?
    E o Conselho Regional de Medicina de São Paulo? Vai continuar fazendo passeatas do interesse dos empresários de planos de saúde e da medicina privada, ou vai tomar tenência e aplicar punições à corrupção médica?
    E o Ministério Público de São Paulo? Para que serve os promotores e procuradores ganharem uma fortuna de salário e benefícios se não conseguem nem defender o cidadão doente dessa farra com dinheiro público. Bastaria os promotores (e não é só do MP e São Paulo) fazer visitas frequentes nas unidades de saúde para conferir se os médicos trabalham de verdade ou são fantasmas.

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