35 anos, 16 anos de experiência, inclusive internacional, especialista em Medicina Familiar e Comunitária. Esse é o perfil do médico cubano que estão chegando ao Brasil, desde ontem (24), para trabalhar no programa “Mais Médicos”, do governo federal.
É o que informa o Ministério da Saúde, conforme o infográfico abaixo.
Os cubanos irão atuar em 701 municípios que aderiram ao programa, mas não foram selecionados por nenhum médico brasileiro ou estrangeiro.
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O EXEMPLO DE DEMOCRACIA:
”
26 de agosto de 2013
Médicos-espiões cubanos vigiam os colegas
Médicos cubanos que trabalhavam no Tocantins, durante o governo FHC, eram vigiados por colegas espiões. A informação é de uma médica cubana que veio trabalhar no Brasil e desertou em 2004. Lilia Rosa Leyva Urquiza é médica da família em Chapecó (SC). Acredita-se que o modelo se repetirá, com os 4 mil profissionais contratados para atuar no Brasil. Para cada grupo, a ditadura cubana designa um dos médicos para espionar os colegas e delatar ameaças de deserção.
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Estado policial
Médico cubano que deixar escapar a vontade de desertar é denunciado à Embaixada de Cuba em Brasília, e repatriado sem demora.
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Contrato assinado
Antes de sair de Cuba, o médico se obriga em contrato a transferir grande parte do salário (no mínimo 50%) à embaixada cubana.
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Meio a meio
Paga com cheque, a médica Lilia Rosa era obrigada a descontá-lo e entregar a metade a um funcionário da embaixada, na boca do caixa.
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Medo de desertores
Lilia Rosa reforça o medo cubano de perder os médicos para o Brasil, e lembra que ao desertar ficou proibida de voltar a Cuba por oito anos.
“
João Alho Teixeira, tú te formaste um dia desse, vai te eespecializar e deixa de falar bobagens. Muito desses médicos cubanos, dão de chinelo nessa turma de médicos receformados.
http://www.cartamaior.com.br – Jornal GGN
“Médicos cubanos acabam contrato e deixam 14 mil pacientes sem assistência em Portugal
No momento em que o governo brasileiro enfrenta manifestações dos médicos contra a contratação de profissionais cubanos, os portugueses fazem de tudo para mantê-los no país. No sul de Portugal, as prefeituras das cidades mais pobres são as maiores defensoras do trabalho dos médicos cubanos.
Jornal GGN
No momento em que o governo brasileiro enfrenta manifestações dos médicos contra a contratação de médicos de Cuba, os portugueses fazem de tudo para mantê-los no país. Segundo o portal lusitano SulInformação, os cinco médicos cubanos que atendiam no conselho da cidade de Odemira terminaram seus contratos e regressaram ao seu país, deixando mais de 14 mil pacientes sem médico de família.
Em comunicado, a Câmara Municipal de Odemira denuncia que “está a provocar a rotura [ruptura] dos serviços médicos em Odemira, S. Teotónio, Sabóia e Vila Nova de Milfontes e o descontentamento da população e da autarquia, que têm vindo a expressar o seu descontentamento junto dos responsáveis locais, regionais e governamentais sem qualquer sucesso”.
Segundo o jornal, no litoral alentejano “prestavam serviço 16 médicos cubanos, cinco dos quais no concelho de Odemira, e não foram substituídos, isto apesar de há alguns meses os autarcas terem sido alertados pela direção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Litoral Alentejano para a necessidade de garantir a substituição dos médicos cubanos que terminavam contrato no final do ano de 2011”.
As prefeituras são as maiores defensoras do trabalho dos profissionais cubanos, pelos trabalhos proativos de saúde pública que realizam. Até o presidente da Ordem dos Médicos de Portugal, apesar das reclamações sobre a superioridade da qualidade profissional dos estrangeiros, reconhece que “naturalmente, os cidadãos que receberam os médicos estrangeiros ficaram satisfeitos. Porque até aí não tinham médico e passaram a ter. Não com as competências adequadas e desejáveis, mas passaram a ter um médico”
Em moção, a Câmara de Odemira exige do Ministério da Saúde “a colocação de médicos no mais breve espaço de tempo nos serviços de saúde do conselho de Odemira”, “a dotação destes serviços com outros técnicos de saúde em número e qualificações adequadas” e ainda com “auxiliares e administrativos em número e qualificações adequadas”, bem como a “definição e implementação com a maior brevidade de soluções que permitam a reabertura das Extensões de Saúde entretanto encerradas, designadamente em S. Martinho das Amoreiras, Luzianes-Gare, Zambujeira do Mar e S. Miguel”.”
Chico Corrêa
http://www.brasil247.com
“247 – Autor de uma série de artigos sobre a vinda dos médicos cubanos, reunidos no 247 sob o título “O que você precisa saber sobre médicos cubanos” (leia mais aqui), o jornalista Hélio Doyle publicou neste domingo uma resposta clara aos jornalistas e críticos do programa Mais Médicos que apontam escravidão na vinda de profissionais de saúde daquele país. Leia abaixo:
UM POUCO MAIS SOBRE OS MÉDICOS CUBANOS
Parece que o último argumento contra a contratação dos médicos cubanos é a remuneração que vão receber. Pois é ridículo, quando prevalecem fatos, indicadores internacionais e números, falar mal do sistema de saúde e da qualidade dos médicos de Cuba. A revalidação de diploma também não é argumento, pois os médicos estrangeiros trabalharão em atividades definidas e por tempo determinado, nos termos do programa do governo federal. Não tem o menor sentido, também, dizer que os cubanos não se entenderão com os brasileiros por causa da língua – primeiro, porque vários deles falam o português e o portunhol, segundo porque os médicos cubanos estão acostumados a trabalhar em países em que a lingua falada é o inglês, o francês, o português e dialetos africanos, e nunca isso foi entrave.
Resta, assim, a forma de contratação e, mais uma vez sem medo do ridículo, falam até de trabalho escravo. Essa restrição também não tem procedência, nem por argumentos morais ou éticos (e em boa parte hipócritas), nem com base na legislação brasileira e internacional. Vamos a duas situações hipotéticas, embora ocorram rotineiramente.
1 – Uma empreiteira brasileira é contratada por um governo de país europeu para uma obra. Essa empreiteira vai receber euros por esse trabalho e levar àquele país, por tempo determinado, alguns engenheiros, geólogos, operários especializados e funcionários administrativos, todos eles empregados na empreiteira no Brasil. Encerrado o contrato no país europeu, todos voltarão ao Brasil com seus empregos assegurados. Quem vai definir a remuneração desses empregados da empreiteira e pagá-los, ela ou o governo do país europeu? É óbvio que é a empreiteira.
2 – Os governos do Brasil e de um país africano assinam um acordo para que uma empresa estatal brasileira envie profissionais de seu quadro àquele país para dar assistência técnica a pequenos agricultores. O governo brasileiro será remunerado em dólares pelo governo africano. A estatal brasileira designará alguns de seus funcionários para residir e trabalhar temporariamente no país africano. Quem vai definir a remuneração dos servidores da empresa estatal brasileira e lhes fará o pagamento, a estatal brasileira ou o governo do país africano? É óbvio que é a empresa estatal brasileira.
Por que, então, tem de ser diferente com os médicos cubanos? Eles não estão vindo para o Brasil como pessoas físicas, nem estão desempregados. São servidores públicos do governo de Cuba, trabalham para o Estado e por ele são remunerados. Quando termina a missão no Brasil (ou em qualquer outros dos mais de 60 países em que trabalham), voltam para Cuba e para seus empregos públicos.
Não teria o menor sentido, assim, que esses médicos, formados em Cuba e servidores públicos cubanos, fossem cedidos pelo governo de Cuba para trabalhar no Brasil como se fossem pessoas físicas sendo contratadas. Para isso, eles teriam de deixar seus postos no governo de Cuba. Como não faria sentido que os empregados da empreiteira contratada na Europa ou da estatal contratada na África assinassem contratos e fossem remunerados diretamente pelos governos desses países. Trata-se de uma prestação de serviços por parte de Cuba, feita, como é natural, por profissionais dos quadros de saúde daquele país.
A outra crítica é quanto à remuneração dos médicos cubanos. Embora menor do que a que receberão os brasileiros e estrangeiros contratados como pessoas físicas, está dentro dos padrões de Cuba e não discrepa substancialmente do que recebem seus colegas que trabalham no arquipélago. É mais, mas não muito mais. Não tem o menor sentido, na realidade cubana, que um médico de seus serviços de saúde, trabalhando em outro país, receba R$ 10 mil mensais. E, embora os críticos não aceitem, há em Cuba uma clara aceitação, pela população, de que os recursos obtidos pela exportação de bens e serviços (entre os quais o turismo e os serviços de educação e saúde) sejam revertidos a todos, e não a uma minoria. O que Cuba ganha com suas exportações de bens e serviços, depois de pagar aos trabalhadores envolvidos, não vai para pessoas físicas, vai para o Estado.
A possibilidade de ganhar bem mais é que faz com que alguns médicos cubanos prefiram deixar Cuba e trabalhar em outros países como pessoas físicas. É normal que isso aconteça, em Cuba ou em qualquer país (não estamos recebendo portugueses e espanhóis?) e em qualquer atividade (quantos latino-americanos buscam emigrar para países mais desenvolvidos?). Como é normal que muitos dos médicos cubanos aprovem o sistema socialista em que vivem e se disponham a cumprir as “missões internacionalistas” em qualquer parte do mundo, independentemente de qual é o salário. Para eles, a medicina se caracteriza pelo humanismo e pela solidariedade, e não pelo lucro.
É difícil entender isso pelos que aceitam passivamente, aprovam ou se beneficiam da privatização e da mercantilização da medicina e da assistência à saúde no Brasil.”
Chico Corrêa
Não é por outra razão que o médico Karlisson Lima é ´”conhecedor” dos médicos cubanos, espia onde e com quem ele se informa: Eliane massa cheirosa Cantanhêde. Tá explicado! Vou repetir aqui o que disse o Nazareno Lima no face book: “ler ou ouvir Eliane massa cheirosa é pior que tomar mamona”!
Chico Corrêa
Parece que a coisa não é bem assim?? Olha ai:
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Médicos obrigados a fazer Revalida criticam programa federal
Venezuelanos colocam em dúvida atuação de profissionais cubanos no país
25/08/2013 – 18:09 – Brasil
Médicos estrangeiros e brasileiros que fizeram o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida), exigido pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) neste domingo, em São Paulo, criticaram o programa do governo federal de importar profissionais estrangeiros para trabalhar em cidades do interior do país e em bairros das periferias dos grandes centros. Os contratados pelo programa Mais Médicos podem atuar sem fazer a prova.
O venezuelano Simon Echeto, de 31 anos, diz que, mesmo que os profissionais de seu país pudessem ser admitidos no programa, ele não se inscreveria no Mais Médicos. “Todo mundo deveria fazer (o Revalida). É injusto”, disse, ao sair da prova.
Echeto mora no Brasil há um ano. Ele mudou para São Paulo para fazer especialização em cirurgia cardíaca. Sem o registro, tem apenas estudado e se mantido com o dinheiro que trouxe de seu país. Antes, trabalhou por cinco anos como médico na Venezuela e lá conviveu com os profissionais cubanos. “Os médicos cubanos não estão capacitados para tratar doenças, simples ou complexas.”
Compatriota de Echeto, Gabriela Fuenayor Contin, de 30 anos, também critica a atuação dos cubanos em seu país. “Trabalhando ao lado dos cubanos, pude ver que eles não estão preparados. Muitos prescrevem medicamentos ultrapassados.”
Gabriela também está no Brasil para fazer especialização em cardiologia e não pode trabalhar sem a validação do diploma. Ela já fez a prova uma vez e não foi aprovada. “A prova não é fácil, mas no ano passado a formulação estava um pouco confusa. Agora, está melhor.”
A brasileira Maithi Mano Zilioli, de 26 anos, formada em Cuba, discorda dos venezuelanos. “Os médicos cubanos são muito capacitados. Lá, ninguém morre na fila esperando para ser atendido”, disse.
Maithi conta que decidiu estudar em Cuba, porque não conseguiu passar no vestibular das universidades federais e não tinha condições financeiras para arcar com um curso particular. “A formação é muito boa. A partir do terceiro ano, você participa de atendimentos em hospitais em diversas áreas.”
A médica voltou ao país logo depois de concluir o curso e não obteve o registro profissional cubano. Por isso, não poderia se inscrever no Mais Médicos. Mesmo assim, ela defende o programa do governo federal. “O Brasil precisa de médicos.”
Maithi diz que se sente capacitada para trabalhar no país e considerou a prova do revalida equilibrada. A brasileira acredita que ela e outros profissionais formados no exterior precisariam apenas fazer um curso sobre o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS).
Formado na Bolívia, o brasileiro Pablo Fortes, de 29 anos, defendeu que todos os médicos, que estudaram no país ou no exterior, sejam obrigados a fazer um exame antes de começar a trabalhar. “Tem muito médico formado no Brasil que tem um nível pior do que quem veio de fora e está trabalhando”, disse Fortes, que decidiu estudar na Bolívia por não ter passado nas faculdades públicas do país e não ter condições de pagar um curso privado.
Também formado na Bolívia, o brasileiro Leandro Lolato, de 27 anos, defende que todos os médicos formados no exterior sejam testados. “Não pode haver privilégio para alguns.”
A boliviana Paula Guardia, de 25 anos, gostaria de ingressar no Mais Médicos e lamenta o fato de os profissionais de seu país não serem permitidos. O programa do governo federal só aceita médicos de país que possuem profissionais sobrando. “Quero obter o meu registro de qualquer forma e poder trabalhar.”
Fonte: O Globo
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0% tem diploma revalidado dentro da legalidade.
Avião negreiro
Texto exelente: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/elianecantanhede/2013/08/1331534-aviao-negreiro.shtml
BRASÍLIA – Ninguém pode ser contra um programa que leva médicos, mesmo estrangeiros, até populações que não têm médicos. Mas o meio jurídico está em polvorosa com a vinda de 4.000 cubanos em condições esquisitas e sujeitas a uma enxurrada de processos na Justiça.
A terceirização no serviço público está na berlinda, e a vinda dos médicos cubanos é vista como terceirização estatal –e com triangulação. O governo brasileiro paga à Opas (Organização Pan-Americana da Saúde), que repassa o dinheiro ao governo de Cuba, que distribui entre os médicos como bem lhe dá na veneta.
Os R$ 10 mil de brasileiros, portugueses e argentinos não valem para os que vierem da ilha de Fidel e Raúl Castro. Seguida a média dos médicos cubanos em outros países, eles só embolsarão de 25% a 40% a que teriam direito, ou de R$ 2.500 a R$ 4.000. O resto vai para os cofres de Havana.
Pode um médico ganhar R$ 10 mil, e um outro, só R$ 2.500, pelo mesmo trabalho, as mesmas horas e o mesmo contratante? Há controvérsias legais. E há gritante injustiça moral, com o agravante de que os demais podem trazer as famílias, mas os cubanos, não. Para mantê-los sob as rédeas do regime?
E se dez, cem ou mil médicos cubanos pedirem asilo? O Brasil vai devolvê-los rapidinho para Havana num avião venezuelano, como fez com os dois boxeadores? Olha o escândalo!
O Planalto e o Ministério da Saúde alegam que os cubanos só vão prestar serviço e que Cuba mantém esse programa com dezenas de países, mas e daí? É na base de “todo mundo faz”? Trocar gente por petróleo combina com a Venezuela, não com o Brasil. Seria classificado como exploração de mão de obra.
Tente você contratar alguém em troca de moradia, alimentação e, em alguns casos, transporte, mas sem pagar salário direto e nem ao menos saber quanto a pessoa vai receber no fim do mês. No mínimo, desabaria uma denúncia de trabalho escravo nas suas costas.
Sejam muito bem vindos todos!
Sejam bem vindos médicos Cubanos. Nós brasileiros estaremos dispostos a lhes ajudar, pois precisamos interiorizar a saúde nos lugares pobres e distantes. Sejam bem vindos, pois pessoas humildes precisam ser acompanhados por vocês.
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Por mais que sejam competentes, experientes, e tenham capacidade técnica para tratar os pacientes, vocês PRECISAM DEMONSTRAR ISSO. Nosso povo sofrido precisa ter a garantia de que vocês realmente são médicos e sabem medicina. O que me garante que vocês são médicos bem preparados ou que são pessoas inaptas?
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Assim como os usuários do Hospital Sírio Libanês possuem médicos que demonstraram que estão habitados frente às leis brasileiras, vocês precisam mostrar que suas habilidades anunciadas são de fato VERDADEIRAS, e para isso o correto é que os cubanos se submetam a exames de avaliação e aptidão, pois assim teremos a confirmação de que as competências anunciadas não são mentirosas.
Sejam bem vindos, e somem forças com os nossos médicos brasileiros para tirar nossa saúde do coma!!!
Reduzir desigualdades em saúde só é possível quando se garante o direito da população a saneamento, comida, moradia, educação, coleta de lixo, rede de esgoto, água potável e oferta de trabalho digno, que são os principais determinantes das doenças.
Quem tem um pouco de conhecimento em saúde pública sabe que a melhoria dos indicadores de saúde das populações nos últimos 100 anos foi produzida principalmente pela melhoria das condições socioeconômicas, e muito pouco pelo acesso assistência médica ou acesso a medicamentos. É sabido também, que quanto mais uma população necessita de hospitais e médicos (de qualquer nacionalidade), menos saudável ela é.
O Ministro Padilha, como médico, sabe disso muito bem, mas apesar do conhecimento dele sobre estes fatos científicos, ele prioriza investir recursos públicos em assistência médica por motivos eleitoreiros, já que combater as causas das doenças não dá voto. Essa proposta de importação de médicos para melhorar a saúde da população brasileira pode enganar a muitos por muito tempo, mas não conseguirá enganar a todos para sempre.
Caro Carlos, concordo com vc que, uma população bem resolvida em suas necessidades básicas, não precisa de tantos médicos. Porém, no caso Brasil a população pobre está doente e morrendo e necessita de médicos e remédios, não cuidamos da prevenção. Paralelo a isso, precisamos melhorar as condições socioeconômicas, para que a decretação da emergência desapareça.