Madeira de lei

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O post UE proíbe comércio de madeira ilegal provocou a opinião a seguir, do advogado e candidato a deputado federal pelo PSOL Gleydson Pontes:

Acompanhando a saga dos comunitários da (hoje) Reserva Extrativista Renascer, penso que para termos reflexos concretos dessa lei na Amazônia brasileira o próximo passo é conseguir fazer o Estado brasileiro criar mecanismos eficazes de controle da exploração “legalizada” da madeira de lei, a famosa madeira esquentada nos pátios de madeireiras que contam com autorização de projeto de manejo florestal. Mas que operam na ineficiência dos órgãos de proteção direta do meio ambiente, assim como da pesada movimentação do MP e da Justiça no sentido de responsabilizar a prática, o que envolve também a incapacidade operacional das polícias.

Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem.

Muita madeira que vai fazer pose de “madeira legal” nas “gringa” vai ter passado ambiental e social comprometido. O pior é que isso não é impossível de constatar, mas o Estado não consegue movimentação para isso, acabam sempre encontrando só a ‘botija’ com as marcas da ‘boca’.

No fim, parece mesmo que isso também tem a ver com a balança comercial dos Estados, com os dividendos tributários da exportação. Afinal, se somente a madeira realmente legalmente extraída for para o exterior, o faturamento do Estado cairá. Então, “que funcione a repressão, ‘pero no mucho’”.


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4 Responses to Madeira de lei

  • REPITO, o Sr. Gleydson disse: “Gleydson diz: “Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem”

    Pergunto, onde foi que eu errei a interpretação? Qual outro sentido teria a frase então?

  • Gleydson diz: “Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem”

    Pedro Paulo diz: “Em nenhum momento o Gleydson generalizou as acusações contra as ilegalidades das madeireiras na região. E nem poderia, pois toda regra tem sempre exceção.”

    Então me explique onde foi que eu errei na interpretação? É verdade que a maioria das madeireiras trabalham na ilegalidade, por isso mesmo, as empresas sérias não devem ser misturadas no mesmo saco. Repito: Faltou bom senso para o candidato. E se o candidato não tem bom senso no início da campanha, suspeito que nunca chegará ao almejado cargo (Eu mesmo agora virei torcedor contra).

  • Muito me admira um candidato a deputado federal fazer uma acusação absurda como essa.

    Sr. Gleydson, voce esta falando que TODAS as madeireiras “esquentam” madeira ilegal? Voce esta falando que na regiao nenhuma madereira trabalha de forma 100% correta com responsabilidade socio-ambiental?

    Apesar de conhecer pelo menos duas madereiras que trabalham de forma exemplar aqui na nossa cidade, é uma pena eu nao ser proprietario delas, pois caberia um processo para o senhor por acusação tao absurda para um suposto estadista.

    “Toda madeira que sai daqui para exportação recebe a preocupação de ser “naturalizada” legal através de falsa origem”

    Voce pode nao ganhar nenhum processo por essa frase, mas com certeza perdeu o meu voto e de muita gente.

    Como diz o ditado: ” Em boca fechada não entra mosquisto.” Eu complemento: Ainda mais quando a boca está cheio de besteiras como a sua..

    1. Acho que o Claudiney precisa de umas aulas de SEMÂNTICA pra aprender a interpretar textos da maneira adequada.
      Em nenhum momento o Gleydson generalizou as acusações contra as ilegalidades das madeireiras na região. E nem poderia, pois toda regra tem sempre exceção.
      Agora, convenhamos, a MAIORIA ABSOLUTA dessas empresas atua na ilegalidade, e é fundamental que existam candidatos com coragem pra dizer isso.

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