Contraponto do economista Vinícius Tancredo de Lima Pierri, 24 anos, sobre o artigo A ferida aberta da Cargill, de Tiberio Alloggio:
Fico indignado com tamanha ignorância de algumas pessoas que continuam insistindo que multinacionais não trazem desenvolvimento para uma região. Dizer que a instalação da Cargill em Santarém empatou o crescimento da cidade teria que ser considerado crime depois do “boom” econômico ocorrido após a instalação do porto em 2002, que alavancou Santarém nível nacional.
Pior ainda é cobrar toda a infraestrutura necessária e danos ambientais da mesma, sendo que toda a cadeia econômica ganha com isso e traz um desenvolvimento astronômico para a região.
Eu, como indivíduo que migrei do Paraná para Mato Grosso e depois para Santarém, buscando nos caminhos da soja um desenvolvimento pessoal e nacional, assim como inúmeras pessoas que vieram para produzir e para dar assistência à agricultura, hoje busco no Maranhão fugir dessa realidade de total descaso com o crescimento proporcionado pelas mais de 200 ONG’s instaladas em Santarém que buscam travar o crescimento amazônico vistas a interesses extremamente americanos e europeus, além de ganhar dinheiro fácil.
Pra vocês que são contra a instalação do porto da Cargill e ao provável novo porto a ser instalado meus votos de vida curta.
Caro leitor, Eliaquim Siqueira, tem um ditado que diz: ONDE HÁ FUMAÇA, HÁ FOGO…leia sobre isso nesse endereço (https://www.rel-uita.org/companias/cargill/cargill-santarem-2.htm )sabemos que por aí já passou uma pesquisadora chamada ANA ROOSEVELT, concordo em parte que a DONA CARGILL, deu uns míseros empreguinhos para algumas pessoas que, acomodadas à realidade de Santarém, acharam que estavam com a bola toda, por uns míseros 02 salários, e alguns benefícios para, assim dizer: “tapar a boca dos coitados”. Olha: Continuo bater na tecla, CADA UM NO SEU QUADRADO, e por consequência, a DONA CARGILL, não agiu bem, e já estamos enjoados dessa estória, já sabemos disso. Agora cabe a JUSTIÇA, o cidadão santareno se colocarem no seu quadrado, a JUSTIÇA deve penalizar dentro do que realmente foi injusto. Cidadão santarenos, dê a resposta nas urnas, nas manifestações, NÃO ARREDEM O PÉ, vamos pôr não somente a CARGILL, mas qualquer uma que queira acabar, denegrir, exterminar com a cultura, o social e o meio ambiente da região. Uma empresa tem que ser séria, desde o projeto de implantação, sutentabilidade e o comprometimento com os cidadãos locais com as merecidas inclusões sociais. A DONA CARGILL, tem que saber que santareno não é lixo, não é tapete dos agronegócios e muito menos, um circo para somente alguns subirem no picadeiro, para que os seus mais achegados caiam nas gargalhadas, rindo, zoando, sabendo que logo, brevemente não existam mais o que cultivar, o que plantar. Repito: CADA UM NO SEU QUADRADO! Senão quem vai ficar com a cara REDONDA E SEM GRAÇA, somos nós, santarenos que não soubemos lutar pelos que é nosso.
Olá, bom dia! Achei incrível o nível das publicações deste! Pessoas que se dizem com cursos e mais cursos, com um nível de comentários e publicações abaixo dos utilizados nos “antros”. Sou nascido e criado na cidade de Santarém, e gerente do IATE CLUBE, onde ocorreu a audiência pública do último dia 14, e pude ouvir e ver o ocorrido e como já esperava as pessoas e não-governamentais que se opuseram a instalação e ampliação do porto da CARGILL utilizavam de um nível de discurso muito parecido com os que constam neste. Não sei onde desejam chegar, mas, morando em Santarém pude perceber dos benefícios e impactos causados pela implantação da CARGILL na área da Vera Paz. Primeiro os benefícios: empregos diretos e indiretos, claro que não na escala que as pessoas sem muita informação gostariam, mas, empresgos sim. crescimento da agricultura familiar e desenvolvimento na agricultura do munícípio, principalmente trazida pelos que migraram trazendo uma nova forma de cultivo e incentivo para os já agricultores do município e região. Agora os impactos: um dos principais foi o fim da Praia da Vera Paz, que era uma linda praia da frente da cidade, que trazia inúmeros turistas e movimentava a economia. (rsrsrsrs) mentira! A Praia da Vera Paz só servia de esgoto aberto para as residências da vizinhança e de lugar para prostituição e bandidagem e a única economia que era movimentada ali era a de drogas e similares. Dizer que aliexistia um sítio arqueológico, pura ‘senvergonisse’, estudei por sete anos no Cabral, escola que fica nas proximidades da antiga praia, hoje Cargill, e só o que encontrávamos ali eram garrafas de bebidas alcoolicas e embalagens de cigarro. sítio mesmo só se de lixo! A Cargill veio acabar com a imagem negativa que a praia trazia para a frente da cidade. Espero que outras empresas de grande porte, como a Cargill, venham a se instalar na cidade de Santarém trazendo desenvolvimento e mudanças para o nosso povo que mora aqui, e que migra para cá. Obrigado!
Falou tudo Kim! Vc é testemunha importante do que existia antigamente no local de instalação do porto, e que com a vinda da Cargill o desenvolvimento e a tecnologia foram agregados a Santarém. Grande abraço
Caro colega do Paraná Vinícius Tancredo de Lima Pierri. É de fácil percepção que vós não conheçais as nossas leis, mas também não o culpo pela sua ignorância. Sei que veio do Paraná, quando o negócio já não estava para você o suficiente,” então veio para Santarém, pelas vantagens de achar que agora tinha terra barata e com conveniência”. Faço de minhas palavras as palavras do colega acima… Pablo. Fui nascido e criado em Santarém, há tempos que morei no exterior e em grandes cidades do Brasil. Pois bem sei que vida curta teremos se nada for feito contra esta multinacional, há sete anos, milhares de toneladas de soja saem do Porto de Santarém e tudo irregular. Tal terminal, construído sem o Estudo de Impacto Ambiental, se é que já ouviu falar de (EIA), pré-requisito legal para que qualquer projeto desse porte saia do papel. Se o governo não estabelecer e cobrar regras claras para operações de escoamento de grãos pelo porto de Santarém, podemos ter um novo ciclo de devastação. Porém, ainda existem pensamentos estúpidos como o do caro colega, ao ver de tal forma que a expansão do agronegócio não possa trazer impactos que, ao contrário dos lucros estes não são absorvidos pelos empreendedores, mas por toda a sociedade.
Caro colega mocorongo J.dias, conheço nossas leis o suficiente pra dizer o que estou falando. Esclareça mais sobre este novo ciclo de devastação que ocorrerá, por favor, será parecido com os mais de 180 pontos de descarga de esgoto que estão na frente da orla??? Acredito que vc que já esteve em tantos lugares do mundo provavelmente não tenha visto nada parecido com esta barbárie, mas com certeza nos lugares onde andou deve ter visto algum progresso onde se instalou multinacionais. Seria bom vc solicitar na Cargill ou buscar informações do que eles fizeram e estão fazendo pra amenizar os impactos e a responsabilidade social que eles têm lá com certeza vc vai ter uma idéia do que eles gastam pra “absorver” esses impactos e verá que não “sugam” só o lucro da sua cidade. Abraço
Para as ONGs e Procuradores, defensores Públicos que não foram imparciais na audiência publica do dia 14/07 da Cargill –
Você defende a agricultura familiar, grande parte das famílias que plantam soja, arroz aqui em Santarém são da mais absoluta AGRICULTURA FAMILIAR, pois a família é que efetivamente trabalha. E ao Ministério publico que recentemente largou a campanha hipócrita da “carne legal” sendo contraria ao trabalho escravo. Concordo deveriam vasculhar as ONGs que ploriferam o trabalho escravo na manutenção das famílias na mais absoluta miséria. Exemplos:
1 – No interior da Floresta Nacional do Tapajós, ribeirinhos levam dois dias para receberem R$ 25,00 por um artesanato repassado aos ongeiros chega a ser revendido acima dos R$ 1.000,00 em outros Estados e no Mundo.
2 – O pequeno produtor de farinha de mandioca, roça a mata, derruba a mata, queima, limpa a área para deixar no ponto para plantar, isso leva no mínimo seis meses. Planta a maniva realiza diversa capinas nos dois seguintes anos, arranca a mandioca, descasca a mandioca, rala a mandioca torra a mandioca ensaca a farinha, em alguns casos leva por vários quilômetros para a vicinal para pegar o ônibus, chega a pagar R$ 10,00 para trazer um saco de farinha até o Mercadão 2000, onde implora para vender. Em épocas a saca de 60 kg chega a R$ 35,00. Coitados são escravos de si mesmos, não usam os equipamentos de proteção exigidos pelo Ministério do Trabalho em todo o processo produtivo, pois não tem a mínimas condições ou compram os equipamentos de proteção ou comida. Não tem ONG, Ministério Publico Federal e Estadual para reivindicarem e trazer solução para essa situação do mais puro abandono.
3 – Em Belterra, município que foi colonizada pela companhia Americana FORD a partir da década de 30 do século passado e por políticas publicas ineficazes após a decadência do projeto da Borracha, incentivaram o plantio de laranja que se inviabilizou pela falda de consumo tendo que implorarem para vender 100 laranjas por R$ 2,00 aqui no mercadão 2000, sendo que um copo de suco de laranja nas lanchonetes era comercializado por R$ 1,50 inviabilizando o cultivo se tornando escravo da fome.
4 – Gostaria que os Promotores Públicos e ONGs que foram contra a Cargill na audiência do dia 14 de julho a ficarem durante o processo da farinha de mandioca da derrubada até a comercialização, em um dos lotes de assentamento que estão abandonados no PA Moju, sem salário realizando as mesmas tarefas que esse povo heróico realiza, tendo de produzir para comer. Vocês ai sim iriam com veemência realmente lutar contra o trabalho escravo que esta na frente dos seus olhos e vocês usam para se promoverem e não trazem nenhum beneficio para esse povo que fica abandonado no interior da floresta Amazônica.
Arrogância deslumbrada. Não é assim que pensa todos os brasileiros paranaenses que nasceram e habitam naquele belo estado ou fora dele, mas com certeza é o pensamento de uma meia dúzia de imbecis representado nesse jovem bobo.
O Maranhão para onde ele foi (tarde) e soja já chegou a mais de 20 anos e nem por isso fez com que a terra dos Sarney saísse dos piores indicadores de qualidade humana, na educação, saúde, segurança, economia etc..
Não precisa dizer que infelizmente o Maranhão disputa com o Alagoas os piores índices de desenvolvimento humano, mas isso pra gente como esse moço são detalhes imperceptível.
Caro Nazareno, eu já sabia que alguém apontaria minha idade para me contrariar, vc como o primeiro gostaria de parabenizá-lo, mas me chamar de “jovem bobo” é meio pesado não? Para sua informação tenho 24 anos, mas já trabalho há 9 anos, sou economista há quase 2 anos, empresário também há 2 anos e estou concluindo o curso de contabilidade, também sou técnico em informática, cadista e violeiro! Mas não entendo sua antipatia com o Maranhão, cuidado pois um dia vc pode morar aqui, e pode ter certeza que não irá se arrepender, pois podemos ter um dos piores ” indicadores de qualidade humana”, mas nossa agricultura é uma das mais fortes do país. Toda região tem suas qualidades, e não podemos crucificá-las por um defeito apenas (principalmente ligado a política), pois cada uma exporta o que tem de melhor. Abraço
Já morei meu caro jovem Pierri, me casei com uma maranhense. Tem uma pequena secular cidade chamada Carolina, no sul do estado, onde já passei um sem números de temporadas de julho e que sinceramente espero que o pretexto da soja ainda não tenha deformado.
Meu caro, nada contra o Maranhão e seu povo, mas sim contra políticos despudorados e “empresários” arrogantes.
Nazareno Lima
PS. Quando andei pelo Maranhão, era ainda mais jovem que você e já tinha o diploma de administrador de Empresas.
Caro Nazareno, bom saber que frequenta a bela cidade de Carolina, estou a 100km dela, quando vier por aqui de novo aguardo sua visita, e a soja ainda não foi plantada nas lindas cachoeiras que ali existem, pode vir tranquilamente que desfrutaremos por um bom tempo delas. Abraço
só indio pode ser contra qualquer empresa, nacional ou não , será q no pará só tem indio?
Índio acho que não … mas pessoas sem um pingo de informação querendo ser ambientalista pq fulando de tal disse que tá na moda sim !
Engraçado, nossa região não cresce por que nao queremos!
Wagner,
Vai estudar!
Ei Tinho,
Esse tal álibi nacionalista quem costuma utilizar são vocês, a turma dos agroboys. Ficam gritando “fora ONGs, a amazônia é dos brasileiros”. Enquanto acham muito cômodo, é claro, que uma empresa AMERICANA se instale ILEGALMENTE. Isso é que é nacionalismo para vocês né?
Quanto ao aquecimento da economia local, a única coisa que esquentou foi a temperatuba, pois que dados oficiais, o agronegócio é responsável por apenas 8,10% do total (IBGE). Como vc vê, esquentou muito!
Caro Pablo, quero explanar que não sou fanático nacionalista, eu conheço os defeitos brasileiros e não posso aplaudir isso. Abraço
Ninguém realmente presta atenção no que está por trás da cortina, a cargill é um mero detalhe nesse enredo. O principal é, porque existe essa resistência tão grande dos “povos da região” na instalação de empresas. Qualquer empreendimento irá causar impactos ambientais, econômicos e sociais. É por isso que empresas recolhem impostos, para que o poder público aplique o imposto em melhorias para o população. E a falta de empreendimentos também causa consequências como a estagnação econômica que vemos no município, onde o municipio se torna um xupim de recursos públicos não gerando arrecardação nenhuma. O único erro da Cargill, foi descumprir a exigência do EIA-RIMA, concordo com isso e por isso deve ser punida. Mas esse papo de que trará malefícios como o desmatamento, prostituição, criminalidade, DST, é conversa mole, isso não é responsabilidade dela, mas do poder público, ou qualquer empresa que se instalar na cidade terá de construir hospitais, fazer policiamento, etc. Quanto ao desmatamento, não preciso nem dizer, se houvesse fiscalização! Então para que pagamos imposto se a iniciativa privada tem que arcar com isso? O argumento do EIA-RIMA é legal, tá na lei, o resto é demagogia barata de comunoambientalista, que não se enganem, não estão nem um pouco preocupados com a população, só querem que não mude nada para continuar controlando a massa de manobra.
PS.: Sinop e Sorriso no MT, tem populações semelhantes a de Santarém e conseguiram notável desenvolvimento social e econômico graças a exploração agrícola profissional,- antes que algum comunoambientalista venha dizer que foi a custa de desmatamento! – Respondo, é dever do poder público fiscalizar qualquer irregularidade, onde está o poder público nesses lugares? Mas que existe o desenvolvimento existe, e isso não tem como negar!
Uma vez perguntaram a um pistoleiro profissional se ele não tinha peso na consciência por tudo o que ele já havia feito, a resposta foi: negativo! Eu não mato ninguém, só faço o furo, quem mata é DEUS. Pois é, a nossa espécie tem sérias dificuldades de analisar seus próprios atos, precisamos criar desculpas para conviver com nossos próprios erros, indiferente da gravidade dos mesmos, enquanto uns dão a vida pelo coletivo, outros não conseguem enxergar alem do seu próprio umbigo. Esse economista “não quer” enxergar tudo de errado que significa a implantação de um empreendimento deste porte desrespeitando a lei, a análise é tão fraca que ele não percebe que se o empreendedor tivesse respeitado a lei, profissionais igual a ele teriam sido contratados para fazer os estudos. E ainda devemos considerar que meus argumentos não levam em conta todo o processo de grilagem/desmatamento que ocorreu após a chegada deste empreendimento.
A Cargil deve ser penalizada por todos os seus atos de forma exemplar.
Eu assino em baixo!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caro José WIlson, sua comparação minha com um pistoleiro profissional é pesada, mas quero lhe dizer que não fui contratado na época porque ainda não era formado, mas tenho certeza que meu caro professor José de Lima Pereira representou bem nossa classe. Em relação a grilagem/desmatamento leia o comentário do meu caro amigo Tinho logo abaixo. Abraço
Boa tarde amigos….Eu sou uma pessoa natural da região do Mato Grosso do Sul, criado no Mato Grosso e em Santarém no PA e filho de produtor agrícola, hoje em dia não moro mais em Santarém devido a falta de saúde publica, pois tive um filho em Santarém e tive que levar ele embora pro Mato Grosso do Sul para se tratar, pois ai não tive ajuda, acho que todos as opiniões estão certas, tanto como proteger e produzir… pois a Amazônia e a mais bela região do muito com suas riquezas, belezas e culturas, só que a região hoje em dia sofre muito com a pobreza e falta de emprego e infra estrutura educacional e na área da saúde, pois se você pegar e der uma volta nos bairros da periferia de Santarém, e comum achar jovens e adultos com grande potenciais para trabalhar, gerando renda e melhorando a sua qualidade de vida e conseqüentemente a de seus familiares e a própria economia, só que você encontrara eles jogando bola, soltando pipa ou deitado numa rede por não ter o que fazer. Qual seria a empresa que teria a coragem ou vontade de investir valores alto na região, sabendo que tem tantas ONGs instalada na cidade fazendo tudo e todos que querem o melhor da região parecer pessoas ma índole ou destruidor da Amazônia, logicamente para ter um crescimento econômico tem que haver desenvolvimento industrial e agrícola. Pois a agricultura e economia base de tudo, pois ela gera renda para todos, alem de matar a fome de muitos, pois ninguém vive só de água e frutas… garanto que todas pessoas tem o sonho de melhorar na vida e sem trabalhar não tem como, as ONGs não vão sustentar a toda a população, e nem uma industria vai para uma região tão travada como Santarém. Pois todos essas pessoas das ONGs ou pessoas contra a agricultura, tem sua casa, seu carro ou moto, seu salário e o que comer todo dia, mais muitas pessoas naturais da cidade não tem nada disso… então todos deveriam incentivar a agricultura e industria para o bem comum de todos, explorando o que pode ser explorado.
Grande gaúcho “Toni”, disse tudo cara! Ainda quero te conhecer um dia, rssrrs.. Abraço
Se dependesse do modelo de desenvolvimento defendido por essa galera não só o Brasil estaria passando fome, mais também todo o resto do mundo. Segundo a ONU a produção de alimentos terá que crescer 30% até 2022.
É assim que são esse cupins. Para saber onde tem desmatamento, negócios ilegais, grilagem de terras públicas, é só seguir os passos de pessoas como o Vinícius Tancredo de Lima Pierri. Veio do Paraná, quando o negócio fechou para ele lá, foi para Mato Grosso. Quando já tinham explorado lá o suficiente, veio para Santarém, pelas vantagens de achar que agora tinha terra barata e conveniência dos políticos DEMoníaco da época. Agora que aqui em santarém o pessoal ficou alerta, ele segue em direção ao Maranhão, um estado onde a currupção é quem manda. Vai lá tomar bença da Roseana, assim como beijou aqui a mão do Lira Maia.
Já foi tarde!
Caro Pablo, se você nos chama de cupins, eu que ajudo a colocar a comida na sua mesa, o que posso chamar a sua mãe que colocou você no mundo? E ao contrário do que você pensa não tenho ligação nenhuma com política ou muito menos ONG’s; tenho ligação e comprometimento, como economista, com o meu crescimento e com o desenvolvimento do nosso Brasil. E eu realmente fui bem tarde, pois o crescimento aqui no maranhão é altíssimo e estável a muito tempo e com tendências positivas, ao contrário de Santarém-PA, onde ocorreu um ciclo com resultados quase que arrasadores pra muita gente que aí acreditou. Abraço
Caro Jeso, quero aqui fazer meu pedido de DESCULPAS ao Leitor “RUBERVAL DOS SANTOS”, o meu recado era para o Leitor economista VINICIUS TANCREDO DE LIMA PIERRI.
Obrigado pela retificação meu caro SEU MANO, mas nunca mais confunda RUBERVAL DOS SANTOS com VINICIUS TANCREDO DE LIMA PIERRI, rsrsrsrsr
Abraços
Ô, Ruberval dos Santos, quanta inocência! Pergunto: Vc está morando quando tempo em Santarém? Tem certeza que vc é de Santarém? Olha: Esse papo moderno de crescimento pra cima dos santarenos, não cola mais. Como disse o leitor “Paulo Costa”: Podem vir tantas Cargill” mas respeitem a tradição mocoronga, a tradição paraense, a tradição do povo que vive dessa terra, Agora vem, adentram, se achegam toda essa estrutura chamada CARGILL com interesses que atendem os grandes “GAFANHOTOS” da agricultura, e uns ” alienados agricultores” que se deixam corromper por fomentos sem planejamento ambiental adequado à região. Eu falo como santareno, indignado com tanta falta de respeito: CARGILL e suas laias, será um favor vcs se retirarem deste solo sagrado, e deixar uma outra empresa com intenções que atendam reamente os interesses morais, éticos e legais, proporcionem crescimento e qualidade de vida para os cidadãos locais. Mas não pense, DONA CARGILL, que os santarenos são povos sem espectativas de melhorias de vida, povo besta, fácil de se enganar. Pelo contrário, queremos para a nossa terra rica em cultura, culinária, minério e solo um GRANDE PARCEIRO, UMA PARCERIA DE IGUAL PARA IGUAL. Pelo que estamos vendo, é só a população e a região santarena sendo consumida, explorada, enganada lentamente…Faço um apelo par a Dra Lílian Braga e juntamente com o Ministério Público: com vossa sabedoria, bom senso e inteligência e acima de tudo conhecedores da região, aguardamos uma atitude sublime, que vá realmente casar com os interesses de todos nós SANTARENOS: VIDA LONGA, PRÓSPERA E PLANEJADA ! XÔ, GAFANHOTOS, SOLO DE MARTE, AQUI NÃO!!!
Caro SEU MANO, morei 7 anos em Santarém e posso falar muito dessa região com embasamento fortíssimo. Os “alienados agricultores” esperam em média 2 anos para ter seu “planejamento ambiental adequado”, não seria culpa dessa inadequação os órgãos públicos que elaboram esse “planejamento ambiental adequado”? Mas que solo sagrado seria esse? Será que é o do local da instalação do porto da Cargill que antigamente era um shopping de prostituição e drogas? Onde estão estas santas empresas que “atendam realmente os interesses morais, éticos e legais, proporcionem crescimento e qualidade de vida para os cidadãos locais.” sem algum tipo de impacto? Acho que em nossa galáxia não tem nenhuma. Solo de marte mesmo heim! Os agricultores têm que gastar uma fortuna para corrigi-los e ainda são insultados. Abraço mocorongo
Complicado é olhar a Cargil como super Destruidora Ambiental e simplesmente fechar os olhos para a UNIRIOS, e outras empresas que usam a nossa estrada hidroviária como ligação para outros lugares…
Impacto Ambiental tem em qualquer construção, não tenha dúvida, e o bosque Vera Paz ?
Precisava daquilo ?
Vamos refletir!!!
Não podemos ser maniqueístas assim, caros colegas. Uma multinacional traz sim crescimento econômico, por gerar empregos, impostos, enfim. Mas se ressalte: é um crescimento absoluto – e relativamente pouco
O que não podemos, por ser perigoso e volátil, é confiar o substrato de nosso crescimento às multinacionais. Dou ênfase ao absoluto x relativo porque elas movimentam muita riqueza, deixando alguma fatia para a economia regional: o que é melhor que nada – não o ideal. Para que um local seja rico através delas, é necessário comportá-las em largo volume e preferencialmente ter pequena população.
Percentualmente falando, entre o nada e o algo, fiquemos com o algo. É um meio-termo, uma muleta, que precisamos abandonar quando pudermos ter o todo. Pena que muitos tomarão essas empresas como solução universal: justamente porque a parcela pequena que elas deixam hoje é muito, se comparado ao que temos.
Grande Vinícius Tancredo de Lima Pierri!
Parabéns por suas palavras.. metade do pessoal que fala mal da cargil são ONGueiros de carteirinha ou profissão e a outra metade é ignorante ao ponto de não entender que a economia se aqueceu depois da cargil. Eles acham que o benefício da cargil é só os empregos diretos.
E não adianta essas ONGs quererem dar uma de nacionalista e amazônida, pois enquanto eles tiverem recebendo apoio financeiro de ONGs, Governos e Empresas internacionais, o seu álibi patriótico cai por terra
Interessante o raciocínio.
Empresa estrangeira que causa desmatamento indireto, tudo bem.
ONG estrangeira que defende o meio ambiente, tudo mal.
Ow Einstein,
e desde quando a Cargill faz desmatamento? É um porto! Se alguém desmata para plantar soja, este deve ser punido, não o porto!
Esse auê todo é porque esse porto fica numa região privilegiada, tornando assim a agricultura muito competitiva para exportação, por isso esse barulho todo dessas ONGs internacionais..
Engraçado é que essas ONGs internacionais tão preocupadas com o meio ambiente, não fazem nada quando o problema é com eles.. É só ver o caso de vazamento de petróleo no Golfo.. O maior crime ambiental da história! Cadê as ONGs? Eu queria ver é se fosse no Brasil.. Os gringos iriam querer nos expulsar do nosso país..
Além disso, porque esses gringos não falam que o Brasil é o unico país que existe a “reserva legal” em propriedades privadas? Porque eles não falam do massacre dos índios norte americanos?
Digo mais, se o assunto é meio ambiente, porque NINGUEM fala do esgoto correndo solto no rio Tapajós? Se eles fossem sérios, essa seria a maior luta!
Se você recebe dinheiro dessas ONGs internacionais, tudo bem, está fazendo o seu trabalho.. Agora, se vc é apenas massa de manobra, tenta abrir o olho..
Caro tinho, primeiramente obrigado. Sábias palavras, parabéns a vc também. Abraço
O Ministério Público do Estado do Pará (MPE) informou ao Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira, (14) que vai determinar a abertura de inquérito policial para investigar a veracidade dos dados do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) do terminal de grãos da Cargill, em Santarém. Promotores de Justiça e procuradores da República que participaram hoje da audiência pública realizada no município para discutir o documento têm fortes suspeitas de que informações contidas nos estudos não são verdadeiras.
Caso confirmada a falsidade dos dados, o inquérito policial vai apurar as responsabilidades da Cargill e da empresa que realizou os estudos.
Durante a audiência pública, integrantes do MPF e do MPE relataram a representantes da Secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema) as irregularidades encontradas e agora aguardam um posicionamento da secretaria sobre o caso.
Para o MPF, se realmente houve manipulação dos dados não deve ser concedida qualquer licença ao projeto da Cargill. Procuradores da República que participaram da audiência pública em Santarém também anunciaram que consideram necessária a realização de novas audiências públicas sobre o tema.
Crescimento astronômico para a Região??? Faz-me rir!!
Só se for o crescimento astronômico do desmatamento!! Isso sim!!
Santarém não ganhou NADA com a vinda da CARGIL!!
Cara Sara, foi exatamente isso que disse: “Santarém não ganhou NADA com a vinda da CARGIL!!”… e sim tudo. Abraço
Jeso.
Claro que a vinda de empresas nacionais ou multinacionais que venham pra Santarém gerar empregos por menor que seja sempre serão bem vindos.
O que nós Santarenos queremos é o repeito as leis brasileiras seja por brasileiros ou extrangeiros e uma coisa interesante que tem que ser levado em conta é as nossas Tradições, Custumes e Cultura.
O que não podemos é permitir que santarenos natos que hoje tem um poder aquisitivo melhorado se prostituam e vendam a cidade a extrangeiros.
Se esta pessoas que andam em carros de luxo, com fazendas, casas em prais afrodisiacas já arriam as calças na primeira cantada dos forasteiros, imaginem os pobres dos miseraveis Santarenos.
O que mais se houve dizer é que a Amazônia é dos Brasileiros e nem um momento se diz que o sul é dos nortistas. Temos que parar com isso a Amazônia é única e exclusiva dos Amazônidas e cabe a nós defendermos com unhas e dentes este patrimônio e não se prostituir como infelizmente os ruralistas e empresários estão fazendo, isto é de envergonhar o Orgulho Mocorongo.
Que venham tantas CARGIL quiserem, mais com repeito aos nativos locais que apesar da mídia em grande parte defender a prostituição econômica do povo, sempre terão resistencia dos Mocorongos.
Santarém nunca foi e nunca será a GENI dos forasteiros.
Abraços,
Prof. Paulo Costa
…interessante…
qualquer cidade, faria qualquer coisa pra ter as grandes empresas ou multi-nacionais atuando em seu municipio.
Santarém, é contrario: quer expulsar as grandes que ja estão aqui
Concordo …
Diria que isso talvez seja uma pequena ausência de cultura e de informação!!
Caro dIdI e Severino, disseram tudo. Abraço
Infelizmente o Paraná exporta para o norte apenas cabeções do tamanho do Pierri.
Que como uma formiga, primeiro desenvolveu o Mato Grosso e agora veio em Santarém para nos nos tirar da “tamanha ignorância” e quem sabe, se tivermos vida longa, até desenvolver.
O “economista” além do “desenvolvimento astronómico” contabilizou “200 ONGs” em Santarém a serviço dos interesses europeios e americanos.
Enquanto isso, como bom “patriota” enaltece os interesses de uma Multinacional Americana, ilegalmente instalada e de uma ONG americana que “assessora” os ruralistas.
Meus votos de vida curta também
Tiberio Alloggip
Caro Tiberio, acho que você precisa de umas aulas de português, ou será que está nervoso? Cuidado que tem muitos Paranaenses aí em Santarém que podem se revoltar com suas palavras de baixo calão, mas nos chamar de formigas e cabeções foi de certa forma hilário. Realmente não posso dizer que sozinho desenvolvi o Mato Grosso, mas ajudei no que pude. Não enalteço empresa alguma, apenas defendo as que me ajudam e tentam desenvolver uma região tomada por índios xucros que vivem de comer peixe com farinha. Abraço
Se comer peixe com farinha é coisa de “índio xucro”, eu tenho satisfação de ser um deles. Não precisamos de meia dúzia de forasteiros, que, em sua maioria, conseguiram suas terras de forma “duvidosa”, com seus diplomas e títulos de faculdades particulares, que vem “investir” seu dinheiro nesta região, gerando alguns empregos de miséria. Seria ótimo se nos livrássemos desses “investidores” e dessas ONG’S que também só se preocupam com causas que dão “IBOPE”. O pior é ver pessoas de nossa região defendendo os dois.
interessante que quem está ganhando “dinheiro fácil” e tem interesse multinacional europeu é de fato a Cargill
Caro Pedro, a Cargill com certeza está ganhando alguma coisa, pois no nosso mundo capitalista ninguém abre uma empresa para fazer doações. Abraço
Eu, morado da cidade de Santarém há mais de trinta anos nascido e criado na regiã amazônica, por seguinte, amazônida de nascimento, não vivi e nem vi a população de santarém viver o tal progresso prometido na então vinda da Cargil para santarém.
Caro Vinícius Tancredo de Lima Pierri, já você:
“Eu, como indivíduo que migrei do Paraná para Mato Grosso e depois para Santarém, buscando nos caminhos da soja um desenvolvimento pessoal e nacional, assim como inúmeras pessoas que vieram para produzir e para dar assistência à agricultura, hoje busco no Maranhão fugir dessa realidade de total descaso com o crescimento proporcionado pelas mais de 200 ONG’s instaladas em Santarém que buscam travar o crescimento amazônico vistas a interesses extremamente americanos e europeus, além de ganhar dinheiro fácil.”
Não vejo em sua fala algo que nós já não sabemos, uma coisa posso concorda com você,a CARGIL também é uma mltinacional, e lhe pergunto que progresso ela trouxe para os moradores de Santarém, assim como eu?????????????
Belas palavras Ruberval Santos,
Também estou aguardando a minha parte do progresso!
Caro Ruberval, os retornos são infinitamente mais indiretos do que diretos. Se ela (Cargill) não trouxe benefícios para vc é porque vc não tinha ou não tem capacitação técnica para trabalhar lá ou forcecer bens ou serviços pra ela ou para a agro-economia.
Meu Caro eu sou professor e escolhi minha profissão não sou mercenário nem gafanhoto de plantão, minha formação não lhe interessa.
E sua economia como vai? Alias como economista você ajudou e muito montando uma empresa que fornecia materiais eletrônicos.
Eu, por outro, lado formo pessoas…………….