FGV fará exame nacional da OAB

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A OAB vai dispensar os serviços do Centro de Seleção e Promoção de Eventos (Cespe) para
realizar o próximo exame nacional da ordem.

O presidente da entidade, Ophir Cavalcante, comunicará ainda hoje à direção da UnB, responsável pelo Cespe, a decisão.

A entidade deve fechar contrato com a FGV para aplicar as provas de habilitação a futuros advogados.

A mudança ocorre depois de uma série de denúncias de irregularidades no último exame da OAB aplicado pelo Cespe, no início do ano. Uma das etapas chegou a ser cancelada por causa das suspeitas de fraudes – um candidato foi flagrado com parte do gabarito antes do início da prova.


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36 Responses to FGV fará exame nacional da OAB

  • Ressaltando que nas Faculdades o aluno pode elnar matérias, se o exame fosse coerente, o bacharel nao precisaria mais fazer a 1ª fase, ficava focado só na 2ª fase, sendo assim muito mais produtivo para exercer a advocacia. Mesmo assim o exame é INCONSTITUCIONAL.

  • O fato é que tanto faculdades e cursinhos têm péssimos professores de direito constitucional, haja vista nao dizer que o exame da OAB é INCONSTITUCIONAL, usurpou a competência do Presidente da República por meio de um provimento, ou seja, deu um GOLPE na Constituição.
    O exame da OAB é uma mina de ouro para todo tipo de corrupção.

  • Um, aparentemente acadêmico de direito, não sabia nem quem ministrava o exame de ordem. Não sabe o que é a FGV, e nem se deu ao trabalho de “googlar” para se informar. As reprovações não são resultantes da relação faculdade-aluno, pois caso contrário alunos da PUC e USP não seriam reprovados. São uma consequência exclusiva da relação ALUNO-ALUNO, pois como é um exame de proficiência, o examinando só disputa consigo mesmo. Com a farta oferta de livros de direito, mesmo um aluno com péssimos (ou ausentes, ou os dois) professores, se dedicar algumas preciosas horas ao estudo, aprenderá e, como inevitável consequência, passará (vide resultados da UFPA).

    Quem está “estudando só os artigos” para passar, vai passar, mas será um péssimo advogado. Conheço muitos advogados que passaram depois de decorar fórmulas e “musiquinhas” (perdoem eventuais neologismos, pois a patrulha aos deslizes da gramática tem intensidade e rigidez espartana, embora nem sempre honre Rui) dos cursinhos, mas que depois não conseguem relacionar a lei com o caso concreto e produzem petições absurdas, às vezes ininteligíveis. Se querem uma dica, ela é: não estudem para passar, mas sim “até” passar. Esqueçam as fórmulas, as musiquinhas e os “métodos mnemônicos”, pois eles emburrecem, te acostumam ao caminho curto, não te deixam sair da zona de conforto e você acerta uma questão sem saber por quê. O bacharel terá seu número de ordem, mas passará vergonha na vida profissional, principalmente se tiver de fazer uma arguição em audiência (nas petições, grassam as cópias descaradas de modelos da internet).

    O exame de ordem não é reserva de mercado. Dada a importância atribuída pela CF ao advogado, o exame é uma garantia mínima ao cidadão. E deveria ter a mesma rigidez de um concurso para magistratura ou ministério público, pois, segundo nosso ordenamento jurídico, este trio, sendo essencial à administração da justiça, está em mesma posição hierárquica, mas infelizmente não está – segundo mostra a vida prática – na mesma hierarquia intelectual (do ponto de vista da [in]formação jurídica).

    A realidade também mostra que os maus profissionais, por praticarem preços menores, têm infinitamente mais causas que os bons profissionais, e estes, mais causas que os poucos excelentes (e os há, embora em pequena quantidade).

    Ari, bacharel preguiçoso não pode ser advogado, pois para ter o diploma não precisa necessariamente saber. As faculdades pecam por não ter rigor na aplicação de seus exames, não acompanharem o trabalho dos professores e permitirem que seus alunos passem sem saber, muitas vezes colando, logo, abonando uma conduta anti-ética que certamente seguirá pela vida profissional. Professores que não pesquisam nem desafiam seus alunos com pesquisas de verdade são a muleta de quem quer tudo mastigado e não quer ler.

    Se o atual exame não mede o conhecimento, imagine se fizessem um que medisse!

    Dizer que quem passou no exame foi por fraude, é outra muleta clássica: culpa quem tem sucesso pelos seus fracassos!

    Todo o conteúdo exigido nos exames de ordem e concursos de oficial de justiça a juiz federal está ao seu alcance, naqueles vademecuns que você tem em casa e naqueles livros que nunca se deu ao trabalho de ler de capa a capa. Nada, absolutamente nada é criado pelos examinadores. Então saia da sua zona de conforto, deixe a novela de lado, abra mão da cervejinha do fim de semana, deleta teu Orkut, troca a senha do teu MSN por uma de 18 dígitos e, em seguida, entrega para alguém, ordenando, de forma irretratável, que só te devolva depois que fores aprovado. E verás, ao pegares o gosto pelo conhecer, que isto nem te faz tanta falta assim.

    Ponto.

    1. Com certesa, meu amigo existem outras formas de evitar que um profissional chegue ao mercado sem qualificação: controlando o número de faculdades, o conteúdo e as provas, mas é claro que isso é muito menos lucrativo, você deve ser dono de algum cursinho, só pode ser, pergunte a todos os outros profissionais se existe uma prova pra medir a sua qualificação, tem muitas outras áreas em que a prova ainda não existe, aliás para a maioria das profissões, então justamente por que direito?, simplesmente: Grana, muuuiiita grana, e você deve ser uma dessas pessoas que está levando uma fatia desse bolo.
      Olha, eu estudei muito, passei em uma primeira fase, fiquei na segunda, é claro que o bacharel não aprende todas as peças de todas as áreas na faculdade, estou agora aprendendo todas as peças de uma área, estudando por conta própria pra fazer uma segunda fase com mais tranquilidade, se é que posso dizer assim, mas voltando ao assunto: É um absurdo afirmar que a prova da Ordem foi criada pra filtrar profissionais, então que seja gratuita!, ai doeu né, gratuita doeria no bolso de muita gente, talvez no seu certo?, porque por enquanto a prova dói no meu bolso e no milhões de brasileiros, e além de tudo nos impede de exercer uma profissão. Vai tomar vergonha na cara e pare de escrever baboseiras em tom intelectual, “ao estilo Rui barbosa”, pelo amor de Deus!, tinha que escrever, desabafar! Que coisa!!

      1. Cleide concordo com vc… Vc ta certissima, o exame da OAB virou um comercio… Isso é uma vergonha… Quanta gente que rala pra pagar a faculdade, com a maior dificuldade pra depois não poder exercer a profissão, é muito triste… Essa prova da OAB na realidade não garante um bom profissional no mercado… Isso quem vai dizer é a pratica do dia a dia… Quanta gente com sede e vontade de trabalhar e exercer a profissão, assim como eu, e por causa de uma simples carteirinha, a gente fica excluída…

  • Concordo com alguns dos insatisfeitos, assim como eu, mas acho que quem já passou não deveria opiniar em nada, e seguir sua vida e pronto. Dr. que passou de pronto, seja feliz com os seus 110 clientes e sucesso para o Sr.! Agora os que estam na luta resta perdirmos a DEUS que use as mentes dos examinadores da FGV para que façam uma prova de avaliação, afinal, só queremos uma carteira para tentar matar um leão por dia.
    Em tempo, tenho muitos colegas que conseguiram passar e até hoje não conseguiram nem emprego, nem concurso e muito menos bons clientes…acho que tudo isso é questão de ordem, e no momento certo, todos nós sairemos vitoriosos! Creiam nisso! E estude os códigos…..

  • Prestei 3 Exames CESP.
    Estou estudando pela simples leitura dos artigos.
    Essa semana resolvi diversos exames da OAB CESP.
    Tenho notado que muitas questões é cópia do artigo de lei.
    Essa é minha dica galera.
    Com certeza como já ouvi muitooooo, não dispensa a leitura de uma doutrina.
    Mas eu realmente só estou estudando pelos artigos.

    Boa Sorte Galera.

    1. Acho que a prova da FGV vai ser “legalista” como afirma o colega.

      Estudar a lei faz parte.
      Mas certos conceitos a gente só consegue sedimentar lendo a doutrina.
      A questão é entender realmente, principalmente pra fazer uma boa segunda fase.
      Mas só lembrando que doutrina são os livros de verdade e não aqueles “resumos”.

  • Aé……….ele era a favor da exterminaçao da prova?!!!concordo em parte, acho q deveria exterminar esses tanto de facul fraldulenta e fazer com que a propria facul em que o aluno estivesse elaborasse a prova…..
    obs; tem q dificultar a abertura de tanta faculdades…..e sim qualificar as que existem….só assim teremos advogados a altura da oab……
    obrigada!!

    1. Eliminar a prova não.
      Mas a prova por um preço normal de concurso.
      Uns 50,00 seria o normal.

      E a prova não pode ser aplicada pelas faculdades, muitas faculdades não deviam nem ser chamadas de estabelecimentos de ensino. Não adianta achar que as faculdades ruins existentes pretendem melhorar.
      A questão é que tem gente que estuda em qualquer lugar achando que é grande coisa.

      Penso que as faculdades que aprovam 0 na primeira e 0 na segunda fase deveriam receber uma visita do MEC e não falo somente de pequenas faculdades.

    2. Referentemente à Educação, estaria o MEC (O Estado) cumprindo a Constituição Federal?

      Art. 3º. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

      I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;

      II – garantir o desenvolvimento nacional;

      III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

      IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

      Art. 84. Compete privativamente ao Presidente da República:

      IV – sancionar, promulgar e fazer publicar as leis, bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução;

      Art. 205 – A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

      Art. 206 – O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

      I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;

      II – liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;

      III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;

      IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais;

      V – valorização dos profissionais da educação escolar, garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas;

      VI – gestão democrática do ensino público, na forma da lei;

      VII – garantia de padrão de qualidade.

      Art. 207 – As universidades gozam de autonomia didático-científica, administrativa e de gestão financeira e patrimonial, e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.

      § 1º – É facultado às universidades admitir professores, técnicos e cientistas estrangeiros, na forma da lei.

      § 2º – O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa científica e tecnológica

      Art. 209 – O ensino é livre à iniciativa privada, atendidas as seguintes condições:

      I – cumprimento das normas gerais da educação nacional;

      II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público.

      Art. 211 – A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.

      § 1º – A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios

      Art. 213 – Os recursos públicos serão destinados às escolas públicas, podendo ser dirigidos a escolas comunitárias, confessionais ou filantrópicas, definidas em lei, que:

      I – comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação;

      § 2º – As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão receber apoio financeiro do Poder Público.

      Art. 214. A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, objetivos, metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a:

      I – erradicação do analfabetismo;

      II – universalização do atendimento escolar;

      III – melhoria da qualidade do ensino;

      IV – formação para o trabalho;

      V – promoção humanística, científica e tecnológica do País.

      VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto.

      Entidade critica suspensão de novos cursos de Direito

      O Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular divulgou nesta sexta-feira (22/3) nota em que critica a suspensão de vestibulares e o “congelamento” da abertura de novos cursos de Direito. As decisões resultam de acordo assinado pelo Ministério da Educação e a Ordem dos Advogados do Brasil. De acordo com o fórum, as medidas são “paliativas e não resolvem o problema nem dos cursos de direito nem de qualquer outro”.

      O setor particular de ensino superior diz que é favorável à oferta de cursos com qualidade e ao processo de avaliação baseado no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) – que reúne informações do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e das avaliações institucionais e dos cursos para orientação institucional de estabelecimentos de ensino superior e para embasar políticas públicas.
      “Se existe algum curso que não oferece um padrão de qualidade adequado, o MEC também é responsável, tendo em vista que, ao liberá-lo para funcionamento, faz uma avaliação prévia para constatar as suas condições de funcionamento”, informa a nota.

      O acordo prevê a cooperação técnica entre MEC e OAB na criação de grupo de estudos para que seja elaborada uma nova política regulatória para o ensino jurídico. O acordo tem vigência de um ano, a contar da data de assinatura, e poderá ser prorrogado.
      O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, anunciou que até a definição da nova política de regulação, o MEC não vai autorizar a abertura de novos cursos de Direito. Os cursos que apresentarem deficiências seguidas com base nos indicadores do Índice Geral de Cursos (IGC) e Conceito Preliminar de Curso (CPC) não poderão abrir novas vagas.

      Segundo a nota divulgada pelo fórum, “o processo de avaliação adotado pelo MEC é baseado em conceito preliminar que não condiz com a real qualidade dos cursos”. Além disso, “com base no resultado dessa avaliação, não podemos afirmar se o curso tem qualidade ou não. A curva de Gaus utilizada pelo MEC só evidencia se o curso é melhor ou pior ao compará-lo com os demais”.

      Conforme divulgado pelo Ministério da Educação, atualmente, o país tem 1,2 mil cursos de Direito, com 800 mil matrículas em todos os anos da graduação. De acordo com o último censo do ensino superior, das 220 mil vagas autorizadas, 162 mil foram preenchidas. Segundo a pasta, há 100 cursos aguardando autorização para serem abertos. Em 2011, o MEC suspendeu cerca de 11 mil vagas de 136 cursos de direito que tiveram resultados insatisfatórios em avaliações da pasta. Com informações da Agência Brasil.

      Revista Consultor Jurídico, 23 de março de 2013

  • Prezados colegas, agora sabemos que tem muitos advogados canalhas que compraram o exame da ordem, pelo menos isso é o que estão nos passando, com as inúmeras fraudes, com certeza advogados que tiram com a cara do bacharel, devem ter comprado a prova do exame, pois de outra
    forma pra que seria retirada a cespeunb, da parada, o esquema vem de longa data é o que todos
    estão sabendo, será que o puxa saco acima , comprou o exame, a prova deveria ser de graça,
    é muito caro, pra onde vai parte do dinheiro, e com base no que a empresa que aplica o exame
    da ordem e selecionada, será que ela tem competência, ou será preciso a oab, realizara um exame de ordem para a FGV. eu pensei que era o MEC, que realizava exames para os cursos superiores, essa tal de FGV. tem competência , com base no que? e o MEC. onde fica nisso tudo, será que o FGV tem dirigentes ou será que tem ministro como no Ministério da Educação e Cultura.

    1. Colega leia o que você escreveu.
      Concordo com o colega quando afirma que quem frauda concurso é bandido e não tem idoneidade moral que é requisito para exercer a advocacia. E realmente esse tipo de gente gosta de se gabar.

      Eu sinceramente não entendi o restante.
      O exame da OAB é para os alunos.
      O mec avalia as faculdades.

  • R$ 200,00? É justo?

    Quanto as reprovações é uma questão faculdade-aluno.
    Tem muitas faculdades de quinta categoria com alunos de segunda.
    O MEC devia liquidar boa parte dos cursos de “direito” desse país.

    A faculdade não ofereçe ensino de qualidade e o aluno acha que sabe de tudo.
    O resultado é a OAB reprovando mais de 50%.

    Acho que a grande questão é que os alunos trocaram os livros pelos “resumos”.
    Acho que as pessoas que estudam pra valer e são aprovadas como eu não podem menosprezar os demais, pois muitos dos que reprovam nem sabem o quanto sua formação foi ruim e vão fazer a prova achando que estão preparados.

    A partir do momento que essas pessoas entendem que foram enganadas e começam a estudar, penso que mereçem toda nossa consideração.

    Estou no sétimo semestre, mas sou um “nerd” e já estou me preparando pra OAB.
    Perdoem o meu português…… francamente é a disciplina que tenho mais dificuldade.

    1. A OAB analisará o seu português em dois quesitos, e noutro ponto, vc é tão bom… e tá pagando cursos desde o 7º semestre? e pelo visto vc não estende nada do que estudou nos seus primeiros semestres, muito menos de CRFB, da legislação especifica ou economia e mercado.

      1. Garanto que não vou ser reprovado pelo meu português….. rsrsrs…….
        Não estou fazendo cursinho e sim estudando pelos livros.

        Acho que lembro muito bem o que estudei nesses semestres…..
        Entendo que por não ser capaz de argumentar o colega tenta macular a minha imagem…..

        Eu falei que “DEVIA ACONTECER” o que no plano das idéias não é errado, acho que não se devia abrir cursos de graduação em qualquer lugar.
        Sei bem como são as leis nesse país.
        Mas é bom dizer que as coisas estão melhorando.

        https://www.oab.org.br/noticia.asp?id=20413

        O exame serve como reserva de mercado, isso é fato, mas a sua finalidade maior é selecionar quem vai poder exercer a advocacia. Quem é bom não tem medo de concorrência.

        1. Sinceramente, acho que as provas para a admissão na OAB não medem, de certa forma, conhecimento; É uma decoreba sem fim, peguinhas que aprendemos em cursinhos e logo que a carteirinha chega, não nos lembramos mais.
          Acho cruel ter uma prova no final do curso. O ideal seria a avaliação periódica do aluno durante o curso. Entretanto, concordo com o colega acima que diz que existem vários cursos e que os alunos não estão preparados. Mas o fato de ter pegas como se fosse concurso público é cruel. Afinal, a vaga não é concorrida.
          Acredito que existem outras formas de avaliar o aluno por intermédio de provas escritas. Acho que as bancas deveriam se aprofundar e estudar o melhor caso para que todos fossem avaliados de forma que exerceríamos o raciocínio jurídico e não a ponto de decorar que os requisitos do ato administrativo é COMFIFORMOB. Raciocínio, minha gente! Raciocínio!

  • Quanto aos motivos ensejadores da mudança isso está um pouco obscuro. Mas o que devemos nos preocupar é como a FGV vai aplicar a prova. Será que ela vem com o intuito de avaliar ou fazer criar uma renda (primeiro reprova-se “geral” para criar um caixa e depois passa-se a aprovar). Caso ninguém se lembre foi assim no passado. Além de estudar devemos pedir a Deus para que isso não ocorra.

  • Acredito que deva ter o exame, sim. Mas deverei poderá alguns pontos:
    A AOB não pode esquecer que ela é uma Entidade da Socidade, e para isso deve ter a sensiblidade de que o valor cobrado para participar do certame é próximo da metade do Salário Mínimo vigente nacional. Isto já exclui muitos candidatos.
    O nível de exigência da prova para aqueles que querem exercer essa honrosa atividade laboral, está MUITO ALÉM da média do ensino dado por muitos cursos em nível nacional. Por um lado, exige-se do candidato como se fosse uma disputa para uma vaga de emprego público (Juiz, Defensor Público, Delegado Federal, Etc.) . Por outro, cria-se um contigente que vê cada vez mais distante o sonho de ganhar a vida com a profissão a qual se dedicou por cinco anos. Isso, de certa forma, vira uma reserva de mercado. Isso de certa forma é um intrumento de exclusão. Isso de certa forma. não é habilitação. Passa a ser reprovação. Algo tem de ser revisto!

  • Olá pessoal, como vocês estão?

    Olha, eu prestei 2 OAB da Cesp mas ainda não passei. Acho importante mesmo estarmos preparados para fazer a prova, mas o bacharel que passa na OAB não depende só de passar, precisa ter o direito no sangue mesmo, pois a luta virá depois, na atuação, pois se passar e não tiver a vocação, respirar o direito noite e dia de nada adiantará.
    Espero que este valor separe o joio do trigo, ou seja, os bacharéis que fizeram o curso só por fazer desistam e aqueles que realmente querem seguir continuem na luta.
    Mas falando do que interessa, estou estudando e preciso de mais materiais para poder ler e reler e se alguém tiver material para me mandar para estudo eu agradeceria.
    Um abraço a todos.

  • Não sou contra a prova da OAB, mas vejo que as provas elaboradas pelo CESP não é para medir conhecimento e sim eliminatória.

  • A imprensão que dá é que a OAB está acuada, visto que está sendo alvo de julgamento e que como réu está fazendo uso de todas as formas de defesa, pois diante de todos os indícios, parece- nos que pendem mais em seu desfavor, digamos assim, é notório se fosse um instituição boa na execução de sua finalidade, não estaria passando por este julgamento, é sinal que algo está errado. Se fosse de fato, uma instituição responsável por uma categoria, o normal é que não fosse hostil, à aqueles, mesmos quando aspirantes a advogados.

  • Prezados,
    Não sou contra a seleção da OAB,sou contra o preço da prova R$200.00, o que significa esse custo ? Sinto-me assaltada e se eu quiser exercer a tao sonha profissão sou obrigada a participar dessa corja…Isso sim é revoltante.
    OAB só esta visando lucro , eles elaboram as provas pensando no indice de reprovação ,que daí na próxima inscrição serão aqueles que não passaram mais uma nova leva de bacharéis que só vão encher os cofrinhos da OAB.

    1. Permita-me discordar da senhora, não sei o motivo que faz com que o preço da inscrição seja este, porem sou formado há um ano e passei nesse certame logo na primeiro exame, estou militando na advocacia desde que recebi minha carteira de advogado e não tenho do que reclamar, com apenas um ano de formado e ter arriscado montar um escritório ja tenho cerca de 110 clientes, porem o que tenho visto e muito advogado mau preparado que perde ação de seus clientes por erros processuais que são inerente a competencia do advogado outra coisa que tenho assistido é que muitos bachareis não conseguem aprovação no exame de ordem por estagiar em escritorios de advocacia por 2 anos para ganhar R$ 800,00 ao mes, os que os deixa em função da pratica exercida com muitos vicios processuais que na realidade confrontam com a legislação, desta forma se a prova exige conhecimento da lei os estagiários que laboram em escritórios particulares normalmente não passam na prova, meu estagio foi unicamente na faculdade desta forma tendo em vista a faculdade que estudei passar somente a letra da lei consegui aprovação juntamente com varios colegas de primeira vez, sendo assim acho deselegante a colega chamar de corja os membros de uma instituição tão importante e seria como a OAB, o bacharel que não tem capacidade de passar numa prova como a da ordem com certeza menos ainda passará num concurso publico, desta forma se a colega acha que somos uma corja não faça parte dela.

      1. Você passou com fraude ou sem fraude?!
        A OAB é uma entidade de classe…
        Você tem medo da concorrência?
        Os juízes devem adorar as suas petições mal redigidas, imagino, pois não é capaz de escrever poucas linhas sem agredir a lingua portuguesa.

      2. Caro Dr. é bem notório que este exame atual da CESPE, não mede conhecimento, como esta operadora faz um concurso para juiz cobrando R$160,00 e para aluno récem formado tem que pagar R$ 200,00 no exame de ordem, e só depois vai trabalhar.
        Esta estória de moralidade é balela, pois todo dia abrem um curso novo, até por correspondência

      3. Amigo, se você não estivesse na condição que esta, provavelmente você também estaria falando mau da OAB, pois como os demais já disseram, é um absurdo cobrar R$200,00 por exame, seria mais justo se assim o fosse cobrado, quem passou na primeira fase, só tivesse de fazer a segunda fase, além do mais, se a OAB fosse tão importante assim, ela teria competencia o suficiente para solicitar o fechamento de vários cursos de Direito, e não estimular a abertura de novas instituições que não preparam ninguém.

  • Sou a favor da LISURA DO PROCESSO!

    Com ou sem pegadinhas. Se o aluno for bom, as identifica facilmente.

    E chega de CESPE -UNB, já ficou suja o suficiente com outros Concursos e se mostrava ser altamente séria e certa de credibilidade por concursandos diversos.

    Ah que bom seria que toda entidade tivesse essa intensão (pois PODER todas tem, se forem bem articuladas) de DESBANCAR UMA SÉRIE DE MÁFIA QUE EXISTE EM NOSSO PAÍS, por conta de muitos privilégios institucionais.

    Sonhar não custa…

    1. Depois de “uma série de máfia”, “intensão” e a péssima pontuação, o Brasil só tem a agradecer por você ainda não ser advogado.

  • Ufa! Menos mal.
    A prova do Exame da OAB aplicada pelo CespUnb era mais para verificar quem se saía melhor nas ‘pegadinhas’ e na resistência do cansaço das questões extensas, do que medir a capacidade do bacharel e futuro advogado.
    Vamos ver como é que vem a prova feita pela FGV, mas vou continuar estudando.
    Só passa quem estuda, mas com as ‘pegadinhas’ fica difícil.
    Esse Ophir é um baita do paraense. Eita Ophir ‘pai d’égua’!

    1. É, baita de um parense sim, mas seria um baita de um brasileiro se ele honrasse aquilo pregava quando nao era “nada” e pregava o FIM DE EXAME” da ordem, agora que tem o poder e pode fazer ou pelo menos defender aquilo que pregava, vimos o que? o SILENCIO é claro.

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