Este é um dos mitos cultivados há mais de século: jornalista é imparcial. Ou tem obrigação de ser. Ninguém é imparcial. Porque você é obrigado a fazer escolhas a todo instante. E ao fazer toma partido.
Ricardo Noblat, jornalista e blogueiro. Ontem, em seu blog no post Sobre a imparcialidade do jornalista.
A objetividade surge no jornalismo não em oposição à subjetividade, mas por reconhecer a sua inevitabilidade. Há uma percepção de que os fatos são subjetivos, pois são “construídos a partir da mediação de um indivíduo, que tem preconceitos, ideologias, carências, interesses pessoais ou organizacionais e outras idiossincrasias.” (PENA, pág. 50). Para os jornalistas evitarem os próprios preconceitos, a única maneira de fazer isso é adquirindo um pouco de espírito científico. Para isso criou-se um método de trabalho. Conclui-se que o método deve ser objetivo, não o jornalista.
JESO,
E O FRANKLIN MARTINS É JORNALISTA TAMBÉM?
PÃO NA BOA É O QUE NOS CALA.
EM TEMPO , EU NÃO SOU JORNALISTA. MAS TAMBÉM PEGO PROPINA, SUBORNO, PONTA, JABÁ,
CALABOCA, ETC… ETC…ETC.
SOU ELEITOR FICHA SUJA; VENDO MEU VOTO. NÃO DOU RECIBO ENM NOTA FISCAL.
ACEITO GASOLINA PRA MOTO, CERVEJA, CHURRASCO E CONSULTA PRA OFTALMO.
CHAGUINHA
Parcial até que pode, não pode ser leviano, deformador da notícia, tendencioso etc., Esses predicados nós não podemos deixar de reconhecer no Noblat
Ninguem duvidava da “parcialidade” do “jornalista” Noblat. Talvez só ele mesmo.
Que bom que o porta-voz do PIG no rede conseguiu se enxergar… e se assumir.
Tiberio Alloggio