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Cidade de Ishimaki, no Japão, dois dias após terremoto e tsunami atingirem a região
Na Folha Online:
As autoridades japonesas aumentaram neste domingo [ontem, 13] para 1.353 o número oficial de mortos por conta do forte terremoto e do subsequente tsunami que atingiram o país na sexta-feira. O número de desaparecidos chegou a 1.085. O governo, porém, teme que as vítimas superem amplamente as 10 mil.
A polícia de Miyagi, província mais afetada pelo terremoto, acredita que haverá pelo menos dez mil mortos, enquanto outras fontes não descartam que o número possa ser maior.
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Só em Minamisanriku, localidade litorânea de Miyagi totalmente arrasada pelo tsunami que seguiu o terremoto de 9 graus na escala Richter, 9,5 mil pessoas ainda não foram localizadas.
Outras 1.167 pessoas estão desaparecidas na província de Fukushima, de acordo com as autoridades locais.
Leia mais em Número de mortos por terremoto no Japão chega a 1.353.
Situação difícil e ainda problemas com radiação… É por isso que sou contra desse negócio de energia nuclear no Brasil. Melhor mesmo são as hidreléricas como a de Belo Monte que está sendo construída e ainda tem gente que é contra, vai entender… Claro que vão alegar uns probleminhas, mas, dá para resolver não dá. Agora pensem nos efeitos de um acidente radiotivo, as consequências para o homem e meio ambiente são irreversíveis em curto, médio e longuíssimo prazo.
A humanidade, se sobreviver a todos as catastrófes naturais que estão dizendo que vão ocorrer em breve como supertempestades, terá que rever seus conceitos antes de começares a reocupar áreas litorâneas novamente.
A situação tá ruim. Como se não bastasse um terremoto de 8.9, o tsunami devassador, três usinas nucleares sobre alertas sendo que duas delas a estrutura de resfriamento explodiu lançando vapor e “radioatividade mínima” na área, ainda tem o vulcão Shinmoedake, na Ilha Kyushu, no sul do Japão, que retomou sua atividade nesse domingo. (https://www.gaz.com.br/gazetadosul/noticia/267929-vulcao_no_sul_volta_a_entrar_em_erupcao.html)