Rua dos Cataventos XXXV
Quando eu morrer e no frescor de lua
Da casa nova me quedar a sós,
Deixa-me em paz na minha quieta rua…
Nada mais quero com nenhum de vós!
Quero é ficar com alguns poemas tortos
Que andei tentando endireitar em vão…
Que lindo a Eternidade, amigos mortos,
Para as torturas lentas da Expressão!…
Eu lavarei comigo as madrugadas,
Pôr de sóis, algum luar, asas em bando,
Mais o rir das primeiras namoradas…
E um dia a morte há de fitar com espanto
Os fios da vida que eu urdi, cantando,
Na orla negra do seu negro manto…
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De Mário Quintana, poeta brasileiro nascido no Rio Grande do Sul.
OLÁ PESSOAL!
QUEM GOSTA DE ESCREVER, POR FAVOR, PARTICIPE DA PESQUISA ABAIXO. ELA FOI REALIZADA POR ALUNOS DA CADEIRA DE ESTÁGIO I, DA UNIVERSIDADE FEEVALE. AGRADECEMOS SUA PARTICIPAÇÃO!
SÃO APENAS DUAS PERGUNTAS RÁPIDAS:
…https://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_BR&formkey=dENhS3ZhX3lfOEM4cnBsLUVha3JUSXc6MQ#gid=0
Muito Obrigada!
Daniela Ilges
amo Quintana.
.
Jeso..
.off- topic…vc mudou as cores do blog? menino aqui está um degradé total a página…começa toda cinza e termina em branco…efeitos da minha conexão sinais de fumaça????
abraços
A cor da página, Heliana, se encontra assim há cerca de 1 ano. Mudança à vista, dado que anualmente isso ocorre.
Adoro poesias. Quando estäo estruturadas em sonetos, admiro ainda mais. E levando a assinatura de Màrio Quintana, aì è realmente de morrer… rs. Desde que näo seja comparado a Vinicius de Moraes, q è o GRANDE MESTRE nessa arte.
Sônia, também sou amante dos sonetos. Não há, ao meu ver, modo mais charmoso de se colocar um poema numa forma. Quase todos poetas se sentem desafiados a escrever na vida um soneto.
Valeu Jeso, por Mário Quintana agora.