Troco democrático: Não a Belém

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por Samuel Gueiros (*)

Os povos do Tapajós e Carajás foram massacrados pela rejeição de Belém aos seus anseios de emancipação. Disseram NÃO à causa desses povos. Tentaram destruir o que de melhor há em um movimento popular: a esperança e o amor a uma causa.

O governador Simão Jatene tomou partido, e tornou a sua decisão contrária ao SIM um ato político do seu grupo contra a população que reinvindicava a separação. Ao se posicionar, ele falou em nome de toda a sua base de sustentação, utilizando assim esse peso político para direcionar o resultado do plebiscito.

Portanto, ao dar uma conotação político-eleitoral ao movimento do plebiscito, é preciso uma reação tambem política a esse ato discriminatório.

Um movimento popular em Carajás e Tapajós pode dar um troco justo e democrático.

O movimento do NÃO a Belém. Não aos candidatos de Belém nas próximas eleições. Não aos candidatos indicados pelo governador.

Votaremos nos candidatos da região realmente comprometidos com a causa emancipatória, e que possam continuar essa luta em Belém e Brasília. Os votos de Tapajós e Carajás e a exclusão de votar em qualquer candidato de Belém pode pesar de forma significativa na composição dos deputados estaduais e federais.

É de se perguntar: depois do NÃO será que algum candidato de Belém vai ter coragem de vir pedir votos no Tapajós e Carajás?

Será que a população de Tapajós e Carajás vai ter alguma motivação para votar em candidatos de Belém?

Nas próximas eleiçõe,s para deputados estaduais e federais, vamos usar o lema: Fora Belém. Olho Neles. Vote Não em candidatos de Belém. Tapajós e Carajás sempre.

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* É médico e reside em Santarém.


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84 Responses to Troco democrático: Não a Belém

  • Então, nós de Belém, também podemos fazer o inverso e boicotar candidatos da região de Tapajós e Carajás?
    E os políticos dessas regiões também rejeitarão os votos da RMB?
    Os políticos de Tapajós e Carajás também terão a cara de pau de vir pedir votos em Belém?

    Ficam as perguntas!

  • CARAJÁS E TAPAJÓS APÓS O “NÃO DE BELÉM” DEVEM SER RECONHECIDOS POR DECRETO INSTITUCIONAL
    Kalixto Guimaraes/ Na trilha da história (I)

    Para que se evite a reedição de uma nova cabanagem na província do ” Grão Pará,” após o injusto e traumático plebiscito realizado no dia 11/12 /2011, onde, colocaram nas urnas a vontade e os ideais da população do sul ( Carajás) e região oeste (Tapajós), para serem esmagados e humilhados nas urnas do “Não de Belém,” somente um decreto institucional a exemplo do que ocorreu em Mato Grosso e Goiás, poderá devolver a normalidade civica e os brios da cidadania aos bravos brasileiros que vivem distantes e completamente desacobertados pelo inéfito governo paraense.

    O Pará foi, é e sempre será um problema nacional, enquanto não for dividido. Se no passado ambicionava se desmembrar do Brasil e se tornou porta de entrada e saida dos piratas internacionais que levaram o latex amazônico e toda a floresta de seringais para a malasia, na atualidade o estado do Pará, continua um ente frágil e atrasado da república federativa e mais do que nunca, uma ameaça a integridade territorial e a soberania brasileira. Gregos e Troianos, continuam aportando na Ilha do Conde e pelos portos de Belém a la vonté, a administração paraense, mal percebe que o Brasil litorâneo e da época Colônial acabou e uma nova onda desenvolvimentista advinda do interior sacode a nação. Das minas de ouro, diamante ferro e tantos outros minérios que brotam das terras mais central do país, nascem e multiplicam os grãos que sustentam os 200 milhões de brasileiros e ajuda na alimentação do mundo, o nosso PIB, hoje é muito maior e já não somos mais obrigados a importar porcelanas inglesa. Por incrivel que pareça, O Pará, detém hoje, uma das maiores jazidas de minérios do mundo em exploração e mais uma vez, esta perdendo toda essa riqueza por pura ingerência somada a uma deslavada corrupção administrativa, que vai desde a conveniência da fiscalização portuária aos mensalistas fantasmas do governo.
    Os dados atuais do IBGE, mostram que o Pará, mudou muito pouco, sua renda percapita apresenta um índice vergonhoso diante de suas riquezas naturais somando-se a sua grandeza territorial. Certamente, os 2,8 milhões de cidadãos isto é; 1,6 carajaenses e 1,2 tapajoenses, que reivindicam o reconhecimento e a elevação de suas respectivas regiões como novas unidades federativas, estão cançados de encher o “cú de judas de mulambo.” Esse povo não são paraenses e nunca o serão. Mas são brasileiros destemidos que enfrentam as onças, a malária e um dos bichos mais traiçoeiro e perigoso das matas amazônica, o ongueiro. Um bicho parecido com gente que se diz dono da floresta e vai transformando tudo que vê pela frente em “reserva extrativista e escravista,” para que no futuro possa domina-la e estabelecer a sua exploração.
    Não há dúvida, a Agência Brasileira de Inteligência, ABIN, o Ministério da Defesa, a Frente Parlamentar de Redivisão Territórial do Congresso Nacional e demais instituições que cuidam e zelam dos interêsses do país, há de somar esforços para saturar a ferida aberta no peito dessa brava gente que empurra a locomotiva do progressso pelos interiores longínos da pátria, onde, a presença administrativa do estado e da própria União, quando acontece é sempre tardia. Tudo que tinha que discutir sobre a divisão do Pará, foi dito e falado. As duas partes foram ouvidas, o “Não de Belém,” ja era previsto e apenas servirá para estudos e tomadas de decisões futuras relacionadas a mudanças radicais que devem acontecer em breve, no mapa brasileiro, o qual, terá toda a sua geopolitica alterada visando o fortalecimento do pacto federativo e o redimensionamento na distribuição do bolo orçamentário, que na econômia aplicada significa; Dividir para Crescer!

  • Bom dia. Fiz uma solicitação ao comitê do ESTADO DO TAPAJÓS, a criação da nossa BANDEIRA DO TAPAJÓS, para que possamos usá-la das melhores formas possíveis. Não podemos usá-la em órgãos públicos, mas podemos usá-la em nossas casas, comércios, carros, redes sociais e afins. NÃO E NÃO AOS POLÍTICOS E ARTISTAS DE belém. TAPAJÓS SEMPRE… E PARA SEMPRE…

  • Amigos,

    Concordo com tudo e ainda acrescento dois pontos a serem levados em consideração: diga Não aos artistas de Belém e diga Não para a bandeira do Pará. Esse troco justo e democrático, não deverá ser apenas para os políticos de Belém.

    Os artistas de Belém, trabalharam de forma covarde contra o Tapajós e Carajás, Além da Fafá, Leila, Almir Zinho, o Sr. Pedrinho Cavalero cantava em Belém com o simbolo da Bandeira do Pará no Sesc, orgão do governo, pedindo voto contra a criação do estado durante o show. Isso inclui o Nilson Chaves, que sempre está em Santarém. Se pararmos para pensar, o que esperamos de pessoas politizadas e que percorrem a pobreza do deste estado? esperamos um mínimo de compreensão, mas estes artistas nos chamavam de forasteiros e pediam voto contra o Tapajós e Carajás.

    A bandeira do Pará foi usada para nos chamarem de esquartejadores, forasteiros com mentiras para o povo da grande Belém, com a bandeira do Pará nos chamavam de landrões de minérios e de terras, com a bandeira do Pará falavam ” a porta da rua é a serventia da casa”, a Bandeira do Pará virou o uniforme dos Jornaleiros e da população da capital.

    O troco justo e democrático deve ser amplo, devemos blindar tudo que foi covardemente usado contra o Tapajós e Carajás, o uso da Bandeira do Pará e que ainda hoje está em alguns outdoors de Santarém, não foi honesto. Não estou propondo queimar a bandeira, mas devemos repensar como trataremos tudo o que foi usado de forma covarde nesse plebiscito.

    Abs,

    Telma Amazonas

  • NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES “NÃO E NÃO PARA OS POLÍTICOS DE BELÉM. PREZADOS CONTERRANEOS E AMIGOS DO TAPAJÓS, NÃO PODEMOS NUNCA ESFRIAR ESTA CAUSA JUSTA, TEMOS QUE SUSTENTAR ESSA INDGNAÇÃO ATÉ AS ELEIÇÕES DE 2014. E AS REDES SOCIAIS, ESTÃO AÍ PRA ISSO. NUNCA ESQUEÇA É NÃO E NÃO PARA O ´PARAZINHO.

  • frustração de criança mimada é terrivel irracional e não deve ser levada em consideração !!!!! não se chuta cachorro morto !!!!!!!!!!!!!!!

  • Fechado, então. Vocês, que tem 33% dos votos, boicotam os políticos de Belém e nós, que temos 66%, boicotamos os daí.
    ADVINHA QUEM GANHA?!

    1. não esqueça que se os 33% estiveram unidos poderão se tornar o fiel da balança nas eleições; enquanto que os 66% estarão divididos entre as ambições de uma multidão de políticos de Belém. Aqui nós poderemos afunilar e criar uma frente única, junto com Carajás e elegeremos mais que Belem. Foi assim com Campo Grande, em Mato Grosso, que começou a ameaçar a hegemonia política de Cuiabá, com um trabalho político eleitoral, centrado em seus candidatos. Boicote daí de Belém sempre houve, e nas eleições os políticos de Belém vem sempre para cá buscar o resto dos votos para se elegerem e isso poderá não mais ocorrer. Um não a Belém e sim a Tapajós e Carajás nas eleições poderá surpreender a muita gente, inclusive a você.

  • Quero que caras que moram nas periferias de Belem fiquem caladinhos. Era a chance deles e de todo o Para mudar de vida.

    Fafa ja tentou tirar o “Belem” do nome…e ela eh da terra de vcs hein…

    se me falarem de que estado eu sou eu vou dizer que sou do tapajos…exista ou nao. F#d@-se , da bosta do Para eu nao quero mais ser…bando de fdp…burros, egoistas, prepotentes…não passam de uns merdinhas…so ganharam pq a população é maior que a das regioes separatistas e nao tinha nada a ver incluir belem…ah mano, essa p#rr@ vai ser dividida nem que seja por um abaixo assinado pois o governo vai ter que considerar que houve mais de 95% de sim nas regioes foco separatistas. Belem entrou de gaiata na historia. inxirida.

    Quer saber, nem que haja uma cabanagem II mas eu vou ser tapajos ate morrer e que se f#d@ Belem inteirinha. Tapajos e Carajas unidos contra Belem.

    Revolução. o/

    Quem está comigo? Tapajós!!

  • Dr. Samuel, como sempre polido e com opiniões claras e sensatas. Concordo plenamente com sua opinião. Sou de Belém, moro em Santarém há quase dez anos e conheço os problemas da região e sei do potencial daqui e o quanto o povo é valoroso e inteligente. Votei no SIM, pela convicção de nossas necessidades de crescimento e espero sinceramente que no ano que vem e que nunca mais nossos eleitores dispensem um votinho sequer a qualquer candidato da Capital e principalmente àqueles de nossa região que se omitiram e fizeram parte de uma forma ou de outra contribuindo para o NÃO ou que compactuaram com as ponderações do Governador Jatene e seus aliados que nos mostraram o quanto nos desprezam. Portanto ano que vem e nunca mais nenhum votinho sequer a eles NÃO E NÃO, NEM PELO C……..

    1. Talvez não, porque as mazelas da população não vão acabar. O descaso com a região vai continuar..

  • Concordo plenamente com o Dr.Samuel. Devemos dizer NÃO com letras maiúsculas a todos os políticos da capital. NÃO E NÃO. NEM PELO CARALHO!!!!

  • Concordo com a colocação do Dr. Samuel, bem apropriada, temos que devolver a resposta do “Não” democraticamente “Não vamos eleger candidatos da Capital” e como foi bem colocado pelo Sr. Eduardo, aos nossos eleitores que tem curta memória politica, lembrem desta perda quando retornarem as urnas e diga não a estes candidatos contrários ao desenvolvimento de nossa região. Vamos mostrar a força do Tapajós…

    1. Reafirmo que o nosso NÃO deve ser democrático evitando o emocional e a agressividade. Não podemos nos apropriar do discurso do “inimigo” que usava os palavrões para dizer o NÃO deles. Os índios canibais comiam os seus inimigos na idéia de que lhes retiraria a força e o espírito de luta. Concordo que ficou todo mundo p… da vida e aí é normal agente acabar querendo “comer” o inimigo e repetindo o discurso dele, repetindo o NÃO NEM PELO C… É preciso um troco verdadeiramente democrático, que não esqueçamos a nossa derrota nas próximas eleições, não fazendo qualquer concessão aos candidatos de Belém e do Governador Jatene.

  • Dr. Samuel,

    Assino embaixo, se você me permite, teu texto brilhante. Se os partidos (e lideranças políticas do Tapajós e Carajás ) tiverem bastante compromisso com a causa de suas populações, mais que manter acesa a chama da autonomia político-administrativa, devem ocupar o espaço, no legislativo estadual, federal, abrir baterias pra cima da elite política encastelada em Belém do Grão Pará e disputar no voto popular cada centímetro democrático.

    Penso que sua proposta geral (fechar fronteiras, dentro do jogo democrático, sem xenofobia, na paz e serenidade) é a consequência política mais relevante de todo o processo. Espero que nossas lideranças tapajoaras leiam seu oportuno artigo e ajam, com coerência e lucidez.

    Abraços fraternos, mestre.

    Samuca

  • Concordo com Eduardo Delgado, agora é importante vivermos em constante campanha, pois se essa idéia cair no esquecimento do povo que se vende por míseros litros de cachaça, vai ficar impossível fazermos valer nossos sonhos de um futuro melhor. Vamos em frente, de cabeça erguida e nariz empinado, pois conseguimos o fundamental, lutar pelos nossos direitos sozinhos, unidos e independentes, contarmos com ajuda de político nenhum pra mostrar ao Brasil inteiro que existimos e os servimos e se temos potencial de servir o Brasil temos potencial de nos servir ainda mais de nossos bens.

  • Com o resultado do plebiscito, o TSE apenas definiu, claramente, a população NÃO interessada da população interessada das regiões que desejam a emancipação e o significado real das palavras NÃO E SIM.População não interessada significa aquela que rejeitou a criação dos novos Estados, enquanto, a população interessada votou maciçamente no Sim, o que comprova o entendimento dos constituintes originários de 1988. Assim, os novos Estados receberam a outorga do povo libertário e por conseguinte, as novas unidades federativas estão criadas de fato e de direito.
    Mesmo, diante da omissão grave e enviesada dos Minístérios responsáveis pela gestão territorial e político-administrativa do país, inexistente, cabe às lideranças dos Estados criados por outorga popular das áreas interessadas recorrerem às altas instâncias do poder político nacional (executivo, legislativo e judiciário) para a instalação e obediênia ao desejo soberano da população reivindicante e portanto, verdadeiramente interessada na emancipação – CQD – Como Queríamos Demonstrar.
    Jurisprudência do STF já havia pacificado o entendimento doutrinário a respeito desta matéria constitucional. O não a todos que se posicionaram contra uma reivindicação popular de 248 anos é apenas consequência da confirmação plebiscitária aos não interessados.

    1. EU ACHO INTERESSANTE A FORMA COMO FOI TRABALHADO ESTE PLEBISCITO, PRIMEIRO POR QUE AS FRENTES CARAJÁS E TAPAJÓS TIVERAM APENAS 30 DIAS, ENQUANTO QUE A MAIS DE UMA ANO A TV LIBERAL JÁ LIDERAVA SUA CAMPANHA NA INTERNET, E NOS BASTIDORES EM BELÉM-PA, HOJE OS CIDADÃOS CARAJAENSE E TAPAJOENSE PODEM SE CONSIDERÁ FILHOS NATURAL DE SUAS TERRAS USANDO O GENTÍLICO DE SUAS TERRAS E ESTADO DE CORAÇÃO, SE TAPAJÓS TAPAJOENSES, SE CARAJÁS CARAJAENSES,POIS NA URNA ELES MOSTRARAM ISSO, E AFINAL ESTE SENTIMENTO ESTÁ NO CORAÇÃO DE CADA PESSOAS QUE RESIDE NESTES DOIS ESTADOS, EU POR EXEMPLO NO MEU PERFIL DE FACEBOOK ORKUT E TWITTER, EU ME IDENTIFICO COMO CARAJAENSE POIS MINHA CIDADE É XINGUARA-NO ESTADO DE CARAJÁS-CA , E NINGUÉM PODERÁ TIRAR ISSO, UM DIA EU ESPERO QUE SE FAÇA VALER A LEI ONDE SOMENTE A REGIÃO INTERESSADA NA DIVISÃO DE UM ESTADO POSSA VOTAR, PARA QUE TENHAMOS DE FATO OS NOSSOS ESTADOS, AÍ FICA A PERGUNTA SERÁ QUE O PESSOAL DO NÃO IRÁ FAZER CAMPANHA CONTRA AQUI DENTRO DA NOSSA CASA?

      1. Uma perguntinha só: e esse gentílico “tapajoense” (argh!) aplica-se também aos naturais de Almeirim, Prainha, Uruará, Monte Alegre, Alenquer, Óbidos, Oriximiná, Juruti, Faro, Terra Santa, que não são banhados pelo Tapajós? Comecem revendo o nome da área que queriam desmebrar, reduzam o o seu tamanho, refaçam o projeto do mozarildo para dar-lhe mais consistência, eliminem o clima de guerra, costurem apoios políticos para obter maioria. E voltem, querendo.

        1. Ei anônimo burro será que o Rio Amazonas também passa por todas as cidades do Estado do Amazonas? vou te responder sem olhar no mapa, não seu jumento. Tu já viu um pau-brasil na tua cidade? Então fica na tua babaca, isso não é uma questão do Rio banhar ou não, é por causa que esse Rio é lindo demais e merece ter o nome Estado.

    2. Brilhante artigo, Beto, precisamos desse balizamento jurídico para uma ação consequente. É o caso da Assessoria Jurídica do Comitê (atenção Edivaldo Bernardes) trabalhar dentro dessa brecha e manter todo mundo informado.

  • Caro Jeso,

    O Governador Jatene, após se alegrar com os resultados, não só ele, mas Jáder, Maioranas e outros, ficam culpando a Lei Kandir por não poder atender as demandas das regiões que desejam a separação, mas, como é do feitio dos tucanos e Pmdebistas, não falam que foi FHC quem impôs esse malefício. Falando em malefício, a revista Carta Capital desta semana, traz um bom artigo sobre o governo privatista tucano. Boa matéria.
    A Luta continua.

    Abs

    1. Pedro Maia,

      Temos que mandar de presente ao Procurador Geral da Republica um exemplar do livro Privataria Tucana, do jornalista Amauri Silveira Jr., quem sabe assim ele assume uma postura de Procurador e não de Engavetador.
      Carta Capital é o único órgão de circulação nacional que deu divulgação ao conteúdo do livro, o PIG está patifamente mudo. Esse livro daria um bom debate aqui no blog.

      Nazareno Lima

      1. O livro do Amaury Júnior estava pronto desde 2010 para ser lançado em plena campanha presidencial, da qual ele era um dos coordenadores nacionais do PT. A Dilma não concordou com ele e ainda o colocou para fora da corrdenação da campanha. Se nem ela acreditou nele…

    1. Belém talvez não, mas seus políticos, com certeza vão se preocupar. Pode crer.

      1. Vão nada!
        Vão é na região do Tapajós pedir votos e vão conseguir. Como sempre conseguiram.
        Isso não vai mudar!
        Na verdade, nada vai mudar, inclusive a criação desses fantasmagóricos estados!

        1. Mudar, mudou. Como se explicam os quase 98% de votos ao SIM em toda a região, numa eleição sem cabo eleitoral, praticamente sem mídia, sem políticos, lutando contra poderosos? toda unanimidade é burra, mas em política é uma ameaça. Reveja seus conceitos.

  • Andrei como vc é rídiculo , leso, hipócrita, parazinho fantoche, continue assim porque esse é o nível dos paraenses, venha dá uma voltinha no tapajós pra pelo menos vc se sentir melhor no quesito respiração porque Belém fede muuuuuuiiiiiiitttooooooo.
    JESO não dê ipope a esse parazinho chamado Andrei Fantoche.

  • O Grupo Maiorana foi abertamente contra a criação dos Estados do Tapajós e Carajás. Nestes Estados, o Liberal é totalmente odiado, já que essas populações sofrem de pobreza absoluta em razão do descaso que o Estado do Pará lhes dedica. o Pará é terra de ninguém. A decisão do STF que decidiu que a região do futuro Pará poderia votar é uma verdadeira excrecência jurídica. Se em uma casa, a mulher quer se separar e o marido não, o certo é obrigar a mulher a ficar? 92% das populações do Carajás e Tapajós foram a favor da divisão do Estado do Pará. essa é a nossa justiça.
    Os Estados Unidos tem 50 Estados. A Rússia trezentas provincias e o Brasil 27. Quem perdeu foi o Brasil. E a culpa foi do Supremo Tribunal Federal. Parem de conformismo. Questionem os Tribunais.

  • Eu, heim, deixei o fim de ano em Salinas para conhecer Santarém e Alter-do-Chão.
    Estava muito feliz com a minha escolha mas já cancelei a viagem. Não quero meu Ano Novo com tanta energia ruim.

  • Jeso, pela maciça votação que o SIM recebeu aí na região, em cidades como Santarém, Belterra, Juruti, Alenquer etc., ficou claro que o Tapajós é de interesse tanto das camadas populares quanto das camadas médias e altas da população desta região. No entanto, como eu já coloquei em outro comentário aqui, é preciso que avancemos agora na construção de um projeto de estado onde as camadas populares e a sociedade civil, configurada em movimentos sociais, sindicatos, associações, ONGs, institutos de pesquisa e universidades tenham, claramente, mais espaço de poder, maiores garantias de respeito e apoio aos seus interesses e seus direitos, e maior visibilidade. Isso é fundamental para que, volto a dizer, conquistemos legitimidade perante a população e as camadas ditas pensantes da sociedade aqui do nordeste do estado. Porém, o que falta? Faltam lideranças para alavancar esse projeto. E este é o foco deste meu comentário.
    Infelizmente, Santarém e cidades da região hoje padecem de grandes lideranças capazes de mobilizar massa pensante para construir um projeto alternativo de sociedade e de costurar a adesão a este modelo. Esse tipo de liderança é importante, mas as que temos hoje não gozam de legitimidade para tanto. Tanto à esquerda quanto à direita, não há hoje no Tapajós uma liderança política ou popular que tenha um verdadeiro perfil de estadista capaz de compreender a realidade desta região, de dialogar com os diversos atores sociais e econômicos que fazem a sua história do presente para os agregar em um grande bloco político, de agregar o conhecimento produzido sobre a mesma para o converter em um projeto de desenvolvimento que traga benefícios a todas as camadas da população e que mantenha o compromisso com a sustentabilidade, de emitir um discurso esclarecido e convincente sobre as necessidades da criação desta unidade federativa e de enfrentar, sem dubiedades e reticências, em nome deste projeto e dos anseios da população, as adversidades da luta política nas várias frentes que ela precisa ser travada: na imprensa, no legislativo estadual e Federal, em audiências públicas, fóruns de debate, seminários, entre outras.
    O Lira Maia não goza de legitimidade pelos motivos óbvios referentes ao grande patrimônio acumulado na vida pública e aos vários processos contra ele na justiça. A Maria do Carmo não convenceu como gestora e, apesar de eu acreditar sinceramente na sua honestidade e idoneidade enquanto pessoa pública, o nepotismo e apadrinhamento político que manteve o parasitismo de uma parte da militância petista local dentro dos serviços públicos corroeu grande parte da credibilidade moral do seu governo.
    Claro que isso não é culpa exclusiva da Maria. Entendo que ela precisava manter o apoio das suas bases e garantir emprego para as lideranças dessas bases foi uma forma de garantir esse apoio. Mas, ao fazer isso, desconstruiu na prática aquilo que o discurso do PT sempre condenou: o patrimonialismo e o aparelhamento pouco republicano da máquina pública. Por isso, a própria militância petista aí de Santarém é também responsável por não saber se portar dignamente assim que chegou ao poder, conforme aquilo pelo que sempre lutou e pregou. Não é à toa que grande parte dos líderes dessa militância se encontrem também desgastados na atualidade.
    Eu esperava que o PSol ou o PSTU nos fossem oferecer um quadro melhor, mas os políticos dessas duas legendas parecem deslocados da realidade local: aliás, da realidade de modo geral. No caso do PSTU, trata-se de um partido que encruou. Preso a uma utopia revolucionária que não tem qualquer possibilidade de ocorrer na atualidade, é vítima de um autismo e de um purismo que o assemelha mais a um representante do cristianismo ortodoxo, representante das “vontades verdadeiras de Deus”, do que a um partido portador de projetos capazes de transformar a vida de uma coletividade humana.
    No caso do PSol, não sabemos o que as suas lideranças pensam. Aliás, sequer sabemos se pensam. Nunca os vi escrever nada, nem aqui neste blog, nem em jornais da região, com raras exceções para o rapaz que comanda o DCE da UFOPa na atualidade, mas apenas coisas sobre a militância estudantil e a universidade. E, diga-se, estes são espaços que poderiam estar sendo ocupados pelos militantes do partido, espaço onde divulgassem suas idéias, seus projetos para a sociedade e a região, demonstrassem que são pessoas sérias que pensam a sua realidade e que tem propostas para solucionar os problemas da mesma. Mas se portam como príncipes encastelados à espera das honrarias dos seus súditos e, em época de eleições, aparecem querendo votos como se neles tivéssemos de votar porque são melhores de caráter. Não é por aí, como sabemos.
    O que pensam sobre segurança, saúde, educação, economia, cultura, esporte, lazer, sociedade? Nada! Costumam repetir um discurso marxista viciado que de dialético nada possui porque há muito já deixou de brotar da realidade dinâmica para os conceitos e passou apenas dos conceitos, imutáveis, para a realidade. É um discurso ideológico e idealista. Talvez por isso, a senadora Marinor, totalmente alienada sobre a realidade da região, foi contra a criação desta unidade federativa. Não vejo um pensamento sistemático e esclarecido se apresentar com análises da realidade local e propostas convincentes e consistentes para mudá-la por parte dos integrantes do PSol. Em termos políticos, é um partido anti-estratégico ou sem estratégia, tanto para si mesmo quanto para a sociedade da região.
    Há, portanto, um imenso vácuo de lideranças aí no Tapajós que dificulta a construção de um projeto mais legítimo e consistente de criação do estado. Talvez este seja o nosso maior problema na atualidade, visto que existe uma vontade social, possibilidades e potencialidades históricas concretas para que esta vontade se concretize, mas, ao mesmo tempo, uma barreira institucional de caráter político que emperra esse processo.

    1. Até que enfim vejo um texto ponderado e consistente após o plebiscito de domingo passado. Parabéns ao Válber. Assino embaixo.

    2. Na minha opinião umas das falhas do projeto que pretendia criar os Estados de Tapajós e Carajás foi que somente uma parte da população foi consultada, quando todos deveriam ter participados dando sua sugestão para aprimorar o projeto. Acho que o caminho que deveria ser seguindo seria primeiramente fazer uma consulta popular com toda a população do Estado do Pará sobre a divisão e caso esta consulta fosse aceita, partiríamos para criação dos grupos com participação dos sindicatos, centro comunitários, igreja etc…… Sendo que seria proibido a participação de qualquer político a não se fosse como um participante sem regalias e com os mesmos direitos dos outros. Depois dessa discussão seriam criados vários fórum para debater e ajustar as propostas e quando a população não tivesse mais nenhuma duvida a respeito da divisão, veria o plebiscito somente para confirmar a vontade da população.

  • Concordo com o Dr. Samuel Gueiros.
    Como arquiteto, sempre em Belém procurava cotar preços e comprar os materiais que aqui não tinham. Mesmo demorando de 3 a 5 dias para chegar a mercadoria.
    Agora só vou cotar e comprar em Manaus, pelo menos meu dinheiro eles não vão sentir nem o cheiro.
    Além do NÃO aos candidatos de Belém, direi também NÃO às compras em nossa ex-capital.
    NÃO e NÃO.

    1. OI , ESPOCA!

      GRÁFICA DE BELEM?!! NEM PENSAR!!
      ” É DE BELÉM?. ENTÃO NÃO QUERO NÃO!!”

      1. VALEU ARY,

        VAMOS AGUARDAR A ADESÃO DE MAIS PESSOAS QUE ENTENDERAM A NOSSA PROPOSTA.

        VAMOS CORTAR A RAÇÃO DELLES!!

        CHAGUINHA AD

  • Os ânimos ainda estão alterados. O comentário do Eduardo Delgado é relevante e preocupante.

  • Referente ao comentário de Vovô Duquinha, sobre a moradora de Belém:
    Se a moradora do Jardim Sideral quer deixar o Tapajós ainda mais pobre, é certo que não ficará mais miserável do que as centenas de “baixadas” de Belém, onde as famílias de trabalhadores honestos vivem dentro da lama. Aliás, as áreas urbanas de Santarém e de Marabá são mais saneadas do que muitíssimos bairros da capital.

  • Legal Dr., agora mais do que nunca temos que expor nosso querer, sou Santareno moro em Belém, mas estou indignado, temos sim que de todos os jeitos demonstrar nossa vontade, através de camisas, adesivos, faixas agora no campeonato paraense, em todas as oportunidades, viva “Santarém do Tapajós”, vamos enfrente abraços Jefson Luiz.

  • O doutor, que é médico, devia receitar para si mesmo doses cavalares de Lexotan ou de Simancol.

    1. Não há dose de calmante que acalme a revolta pela derrota do sim. Você deve ter votado no não.Continue tomando banho nas aguas sujas de mosqueiro.

    2. CONCORDO PLENAMENTE COM VC, VOU MANDA ELE SE CONSULTAR COM O Doutor Mahmoud Ahmadinejad QUEM SABE APRENDER MAIS DE DEMOCRACIA POR LA, SERÁ QUE SABE ELE QUE E ESTE NOBRE DOUTOR ESTRAGEIRO.KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • A CAUSA ERA EM PROL DO DESENVOLVIMENTO,MAS O EGOÍSMO PREVALECEU.
    DESTRUIRAM MAIS DE UM SÉCULO DE LUTA PELA EMANCIPAÇÃO.
    A FERIDA ESTÁ ABERTA,
    NÃO TEM VOLTA, VOCÊS SÃO INIMIGOS DECLARADOS
    VÃO PAGAR CARO, VAMOS DAR UM NÃO BEM GRANDE NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES
    NÃO SOMOS BURROS DE CARGA E NEM IDIOTAS.
    SOMOS CIDADÕES E QUEREMOS NOSSA EMANCIPAÇÃO.
    O ESTADO DO TAPAJÓS NÃO MORRERÁ.

  • Concordo com o Dr. Só devemos tomar cuidado, pois a maioria de nossos politicos são fracos e tbm bastante responsáveis por esse resultado. Alguns só aderiram a causa em busca de votos.

    1. Já que são fracos, porque não inovar, porque agora que todos estamos motivados para uma revanche, que mesmo que dure muito tempo, não se apresentem novos políticos com discursos mais confiáveis?

  • Vamos criar o Pacto do Tapajós, entre todos os municípios que quiseram SIM. Voto, só em candidatos da região do Tapajós, que estejam comprometidos com as cidades, e a população dessas cidades. E porque não dizer, fichas limpas!!
    É hora de renovar as lideranças do Tapajós!!

    1. Eu voto no Doutor Mahmoud Ahmadinejad para prefeito de santarem assim ele doutrina os radicais desta cidade que não aceitam democracia, isto usando as doutrinas mulçumanicas.

      1. Pensando bem, acho que o slogan “Fora Forasteiros” para os políticos de Belém, seria mais justo. Pois foi assim que eles denominaram a população do Tapajós, que quis se emancipar.

        Adesivo “Fora Forasteiros” para os políticos de Belém, com a cara de cada um na eleição 2012.

  • Perdemos todos, as causas estão claras: falta de liderança política, estratégia equivocada (incluir Altamira, por exemplo), discutir separatismo fora do estado do Pará, buscar político de outro estado como autor do projeto separatista. Assisti poucas vezes a propaganda política, não vi os autores dos projetos de criação dos dois estados se manifestando.
    Ao mesmo tempo em que dizemos não aos políticos de Belém, expurguemos pelo voto os nossos daqui, sem exceção, uns verdadeiros bolas murchas, o vice-governador é uma decepção anunciada, lamentável.
    Quanto à imprensa local, com raríssima exceção, como todos nós sabemos se rende ao primeiro “gracejo”. Não espero sinceramente nenhuma contribuição efetiva de uma TV filiada à rede globo
    O munda não acabou, continuemos a luta.

    Saudações tapajônicas

    Nazareno Lima

    1. Discordo, pois os números demonstraram que a população dos municípios interessados votou em massa a favor do sim, independente das ações dos políticos; o problema é que Altamira é uma espécie de “bairro” de Belém e tinha ciúme de Santarém ser capital, eu vi isso lá e mesmo assim, quase 40% votaram no sim. Os municípios vizinhos votaram a favor. Outro problema é que Belém foi considerada “população diretamente interessada” e isso foi uma aberração. Não há como conciliar interesses da “metróple” em relação às “colônias” e isso é um fenômeno histórico. O plebiscito foi desigual e injusto no nascedouro. Infelizmente, quando bateram o martelo para Belém participar, não tive informação de que houve alguma reação dos nossos líderes.

  • Deixem de mimimi, Dr. Deixe eu lembrar que não foi Belém que disse não, foi quase todo o Pará, beirou os 70%, e quero ressaltar que se Belém não tivesse votado, a surra seria igual. Tu, Jeso, faz questão de cultivar esse sentimento revanchista, pessoas como você me dão vergonha. Uma pena!

    1. Hoje, Andrei, não vou dormir por causa dessa tua vergonha. Tô preocupadíssimo com isso!

      1. Foi sim quase todo Pará que votou no NÃO, o Pará deles que acaba em Ananindeua, as outras regiões são quintais que eles só vão pegar o que precisam e nada deixam em troca. Só que o Pará daqui também vota, e mais de 1.200.000 votos pode eleger um governador. Lembrem disso o Próximo governador e vice serão do Tapajós e Carajás e eles serão governados pelo povo que eles renegaram.

      2. Meu caro, tu tem que ficar preocupado com a surra que a turma do “sim” tomou nas urnas, quase 70%. Lembra das pesquisas que falei e que tu rebatia ironicamente dizendo que eram compradas? Lembra da vitória antecipada que tu cantava aos 4 cantos de Santarém? Taí o resultado, baixe a bola, e meta uma coisa na tua cabeça, mesmo se Belém não votasse, a porrada tinha sido igual. Deixa de mimimi, e para de incentivar esse sentimento revanchista! Tu pode até não morar em Belém, mas tem muito santareno que mora e vice-versa, então, mais respeito! Vai pegar vento na beira do rio!

        Na verdade,a pesquisa realmente errou, pois a porrada foi muito maior! Abraços!

          1. Esse papo furado o Lira Maia falou. A Guerra já foi vencida, volto a reptir, não foi Belém que venceu, foi o Pará. os quase 70% que disseram “NÃO” a uma minoria separatista mandam fortes abraços!

        1. Nossa, como ele sabe contar bem !! Sabe até contar até 70 ! Mas visivelmente, ele não leu os resultados em detalhes. Ou será que ele leu mas não sabe interpretar proporção ?? Ah, não, talvez ele leu, com dificuldade conseguiu interpretar, mas não consegue admitir que houve vitória massiva do SIM nas regiões ávidas por emancipação .
          Em qualquer um dos casos torna-se uma tragicomédia toda essa violência dos belenzinhos ! O povo da belenzinha foi maioria, no mapa continuamos fazendo parte do parazinho mas a revolta e baixo nível barulhento deles continua !!! A cultura (nível e decibéis ) tecnobrega (bem característico da cultura belenzinha) tornou-se patológica neles Jeso !!
          Acho que eles precisam extravazar toda a revolta por nossa perfeita coesão . O que fazer né Jeso, seu blog é democrático !! Tem lugar para os grandes e miúdos ..

          Abraço titânico Jeso !

          1. Vocês realmente são PÉSSIMOS perdedores e parecem não ter noção alguma de democracia.
            Na democracia, como não é possível atender a todos os anseios dos diversos grupos da população – cada um com interesses diferentes – prestigia-se a decisão da maioria, como aconteceu no último domingo.
            Vocês são tão hipócritas que mal conseguem perceber a incoerência de suas manifestações. Dizem que Belém é egoista, que é desrespeitosa com a vontade desse inexistente “Tapajós” (inexistente mesmo, porque estão no estado do Pará e vão ter que admitir isso, querendo ou não querendo!), que é arrogante… Não conseguem medir a própria arrogância e insensatez quando atribuem o resultado da votação somente aos eleitores de Belém, esquecendo-se de que não foi só a capital que votou contra a divisão, todo o nordeste do Pará votou contra, com votação superior a 90% em quase todos os municípios daquela região! Acordem, não repitam o mesmo erro que vocês atribuem às denominadas elites da capital: menosprezar os moradores do interior!
            Da forma como estão administrando a derrota, vocês estão inviabilizando de vez qualquer possibilidade de um dia virar uma unidade da Federação, visto que sempre terão a minoria de votos. Se querem um dia se emancipar, aprendam a não bater de frente com quem é mais forte, mas sim buscar entendimento e respeito!

        2. não interessa o tamanho da porrada; o importante é que tenha uma justa revanche.

          1. Silvio Felix, derrota não se administra, prepara-se para a revanche. Você deve ser descendente daqueles que achavam que OS CABANOS eram inexistentes, que, bateram de frente com quem era mais forte mas que inflingiram uma lição memorável a gente que pensa como você. Os cabanos ficaram na história como exemplo de insubmissão e desafio. Os tapajoaras vão enfrentar esse mesmo pensamento conservador e retrógrado de novo, só que serão vitoriosos. Pode esperar.

  • Culpa da imprensa, inclusive a Globo, que mostrou apenas a miséria de Santarém.
    Não mostrou o Encontro das Águas, a Cultura (música etc.), nada de interessante.
    Só a miséria, como os jornalistas adoram.
    E não deu outra.

  • CONCORDO COM SAMUEL GUEIROS , AGORA VAI SER A HORA DE DIZER NÃO E NÃO PARA OS ELEITORES DE BELÉM

  • Nasci e morei em Santarém, e formei na UFPA /Belém, pois em Santarém não havia uma universidade, logo formei e voltei à Santarém onde fiquei até 1988. Uma Santarém, do governo parado sem luz (Celpa) sem água (Cosanpa). Moro em Belém e sempre votei.
    Agora em Belém sinto que um trator passou em cima de mim.
    Vou transferir meu título de eleitor para a Terra Querida.

    NÃO votarei em governador do Pará.
    Senador só se for de Santarém ou Marabá.
    Prefeito, vereador de Belém NÃO e NÃO

    1. vamos se achutar povo do tapajos e de carajas não vamos fotar em policos de belem do não só nos politicos de nossas terra como protesto assim chamaremos atenção do governo federal ex(senador govenador ) não

  • Muito bem Dr. não vamos deixar cair no esquecimento esse Fato e lembrar sempre em campanhas do quanto fomos penalizados e esquecidos. A luta continua e uma hora chegamos lá!!!!

  • Parabéns pela iniciativa. Elegendo candidatos não vinculados a nós paroaras, vocês podem também contribuir com candidatos próprios que, futurmente, poderão tomar o poder metropolitano e quem sabe até conseguir a mudanca da capital.

  • BOM DIA TAPAJÓS E CARAJÁS,

    CONCORDO PLENAMENTE COM O DR. SAMUEL GUEIROS. PRECISAMOS CONTINUAR MOSTRANDO O NOSSO DESCONTENTAMENTO E INSATISFAÇÃO COM AS POLÍTICAS PÚBLICAS DO GOVERNO DO ESTADO PARA COM AS NOSSAS REGIONAIS.
    E VOU MAIS ALEM; O MEU BOICOTE SISTEMATICO À BELEM, EXTRAPOLA O CAMPO POLÍTICO. EXPLICO; ADOTEI O SLOGAN: É DE BELEM?? ENTÃO NÃO QUERO!.
    CARANGUEIJO; O LIBERAL. FAFÁ DE BELÉM ( AGORA JÁ E DE NOVO!!), DIÁRIO DO JADER; NILSON CHAVES, CALYPSO ( JÁ NÃO GOSTAVA, AGORA EU ESCARRO!!)E POR AÍ VAI…

    AGUARDEM, ESTOU CRIANDO OS ADESIVOS: É DE BELÉM? ENTÃO NÃO QUERO!!
    EM BREVE DISPONIBILIZO AQUI NO BLOG DO JESO.

    CHAGUINHA AD

    1. O adesivo deveria ser assim: É DE BELÉM? ENTÃO NÃO QUERO NEM PELO CARALHO PORRA!!

      1. Gostei da idéia vamos logo disponibiliza pra turma, e de Belém “NÃO e NÃO”. Nem pelo caralho porra.

      2. Além de tapajônico revoltado, deves acrescentar ao teu apelido “tapajônico analfabeto”, visto que agindo assim, discriminando pessoas originárias de outras regiões, estarias cometendo o crime previsto no art. 140, § 3º, do Código Penal:
        Art. 140. Injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro:
        (…)
        § 3º. Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, ORIGEM ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência:
        Pena: RECLUSÃO DE 1 (UM) A 3 (TRÊS) ANOS E MULTA.
        Pensa bem e te faz de besta….

  • Espero realmente que a curta memória que historicamente os eleitores brasileiros possuem não entre em ação.

  • Concordo plenamente, ouvi de uma senhora aqui em Belém no Jardim Sideral:” Vamos deixar esses miseraveis do tapajós mais pobres ainda”. Abatata está assando.

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