Da leitora que se assina Sofia, sobre o post Luxo alegórico vira lixo em Alter do Chão:
Cada boto deve ser responsável a dar destino ao material dos carros alegóricos. Todo ano é a mesma coisa, acaba o Sairé e tudo fica lá, à mercê do tempo, colocando em risco a vida de pessoas, principalmente de crianças que ali brincam.
Está mais do que na hora dos botos, além do lado cultural, desenvolverem o lado de cidadania, da responsabilidade ambiental. Utilizar-se do 3 Rs – Reduzir, Reutilizar e Reciclar – 3 Rs da Sustentabilidade.
Naquele entulho intitulado lixo do luxo, está o meu, o seu, o nosso dinheiro…. Pagamos impostos, merecemos respeito.
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O boto tem por instinto só comer e dar prejuizo nas malhas…Nesse caso comer o dinheiro público e dar prejuízo na malha viária da vila.
esse inferno chamado alter do cão é o lugar mais imundo do brasil que eu já tive o desprazser de visitar e não ponho os pés ai nem com reza braba !!! os preços são da suiça com os serviços da nigéria !!!
Esses botos só tem o lado deles! Responsabilidade social, é palavrão. O triste é que um governo municipal tido como “popular” contribuio muito para isso.
Nazareno Lima
Simples mas direto e corretos os comentários sobre a pauta acima. Nunca vi ou soube que A Associação dos Botos e também a Associação da Comunidade ou dos Comunitários(?) do Distrito de Alter do Chão cuidam realmente da Festa do Sairé como Patrimônio Cultural de Santarém , incluso o Distrito de Alter do Chão (não é Vila desde o Plano Diretor do Município). Aproveito para levantar a proposta de uma analise dos especialistas que deve ser efetuado um trabalho em Alter-do-Chão para além da responsabilidade social, cultural e ambiental eles devem ser lembrados que a área é remanescente indígena (?) priorizando os que se intitulam descendentes borari. O território brasileiro em especial e especificamente nossa região, Santarém urbana e rural(onde esta incluso o Distrito de Alter-do-Chão) é área originalmente indígena, visto que o povo inicial era indígena. É importante se ter um discurso e pratica igual e não o que vemos
uma proposta de responsabilidade e pratica desorganizada e sei lá o que….
Os botos reutilizam sim seu material. Todo ano eles pegam as estruturas e usam até se acabarem.
E ficam com o dinheiro que deveria ser utilizado pra comprar novos materiais. UM dia alguma strutura daquelas ainda cai na cabeça de alguem.
E completando o que o leitor Glaucyo escreveu, os botos pensam também na grana que vai encher seus bolsos. Pois somente isso justifica os preço abusivos do que é vendido ali.
Eo lixo é apenas lixo, pois nada tem de luxuoso nos carros alegóricos.
Passei vergonha semana passada ao levar amigos em alter. Nas barracas da praia estão jogando óleo na areia ao terminarem de fazer a comida.
Ninguem vê isso não? Ou somos todos cegos?
Caro Anônimo, também da última vez que fui à Santarém e, levado por parentes, não passei da pracinha de Alter do Chão. Óbvio, alguém irá dizer e daí? Ninguém notou ! Claro, ninguém notou pois não sou celebridade. Acontece que a propaganda boca a boca está se alastrando. Não passei dali pois a sujeira por todos os lados é cada vez maior ( para mim o monumento nesse sentido é a manilha de esgoto despejada em frente a um hotel que fica na orla) e a poluição sonora talvez supere a de Santarém. Acredito que se não houvesse enchente todo ano, a areia da Ilha do Amor já seria marron. Aliás, penso que as barracas de comida deveriam ser retiradas dali, o que muito contribuiria para a recuperação daquele lugar que já foi paradisíaco.Não há razão para as barracas venderem comida quando há restaurantes na Vila, o que é diferente de Ponta de Pedras. A propósito, qual o critério ou o merecimento para uns poucos “boraris”(?) explorarem aquele comércio?TAPAJOARAMENTE AZUL,
Tambem nao se preocupam em capitalizar os botos com recursos de promocoes diversas. Esperam somente pelo poder publico.
Infelizmente a coordenação dos botos nesse momento não tem a responsabilidade social , pensam somente na diversão e na disputa, e depois deixam o lixo de luxo nas ruas
Penso que isso reflete exatamente a falta de oganização e consciencia da própria comunidade,
onde estão os coordenadores, escolas, Associação?….
Os boraris de Alter de chão estão se lixando pra todos vocês, seus comentários. Eles tem reserva de mercado, não tem concorrência, mandam na vila e sabem fazer com os políticos o poder do voto deles como moeda de troca. Quer ver como é verdade? Tentar abrir um restaurante em Alter o chão.
A velha história se repete :
ARRANJA VOTOS PRA MIM QUE A MINHA VITÓRIA SERÁ A TUA TAMBÉM