Calçadas livres para os pedestres

Publicado em por em cidade, Comentários

Do leitor e articulista do blog Helvécio Santos, sobre o post Retrovisor. Siqueira Campos:

Jeso,

Veja que nesta Santarém “onde o progresso não havia chegado” havia respeito com o cidadão. As calçadas num mesmo nível e mesmo na Siqueira já havendo comércio – na primeira esquina à direita ficava o sinuca/bar do “Seu”Oliveira e na esquina em frente, também do lado direito, ficava a loja de uma senhora que morava ao lado da Matriz, se não me engano de nome “Dona” Elza, mãe do Joacy que jogou no América e foi engenheiro da Celpa – a calçada ficava livre para o trânsito das pessoas.

Deixar livres as calçadas para o trânsito dos pedestres é a grande contribuição que o comércio pode dar (poderia ser uma ação da ACES), no sentido de humanizar nossa cidade.

Resumo: mesmo sem asfalto, a rua era mais bonita e menos suja que hoje.


Publicado por:

12 Responses to Calçadas livres para os pedestres

  • Se olharmos a foto antiga do arquivo do padre e historiador Sidney Canto, podemos observar que a Rua Siqueira Campos parecia mais larga e que atualmente é mais estreita. Neste caso, o poder público também tem participação significativa na questão.
    Hoje, são raras as ruas largas em Santarém, e quando temos alguma, o próprio poder público manda estreita-la quando passa o asfalto, isso é observado ao vermos onde os portes de energia terminam ficando nas calçadas.
    As ruas ficam estreitas e as calçadas ficam alargadas. Então deveríamos ter calçadas largas, espaçosas, ótimas para o transeunte?
    Em raríssimos casos sim. Mas, na maioria os donos das propriedades crescem os seu imóvel para frente de suas propriedades, estreitando novamente o espaço para o pedestre.
    Santarém cresce e seus administradores não valorizam a sua cidade, duvido que saibam o que sejam planejamentos urbanísticos e principalmente não se importam com o bem estar do seu povo.

  • É só dar uma olhada lá na Rua do Imperador, próximo a pç. Gigi Alho, uma calçada com grades maiores que a mesma e ninguém fala nada!!!!

  • é isso ahi Helvécio,
    o amor não tem fronteira,
    mesmo distante vc ama Santarém, o nome do bar da familia Colares/Oliveira era Bar do Chick, o nome dos pais do Joacyr Lopes ( nosso querido Ceguinho ): Moacir e Dona Beta ( loja Popular ), vc trabalhou banco Nacional ( Moreira Gomes ), o torcedor número um do teu São Francisco era o seu Félix ( aguadeiro, porque vendia leite ) no rádio era o seu Osmar Simões ( Rádio Rural ).

    Saudações do Tigrão da Prainha = NORTE CLUB =

    1. Meu Caro Espoca Bode, v. é de Óbidos ou Oriximiná? Qual das duas que chamamos espoca bode? Sabe por que? Lá parou um barco com carregamento de farinha que foi parcialmente ao fundo. Os bodes que comiam a grama da beira do rio fartaram-se de comer farinha, depois incharam e espocaram. Daí, espoca bode. Sabias? Obrigado por me fazer recordar um período tão legal da Santa e de minha adolescência. Sabias que o Joacyr foi o único jogador que vi jogar de óculos? Lembras? No América, time pelo qual ele era apaixonado assim como os Moarais, o Pachá e o Cristóvam Sena. E era craque, heim? Trabalhei sim no Banco Geral do Brasil, depois Nacional, ali na 15, esquina da Rua do Comércio. Quando vou aí sempre pinto por lá na esperança de encontrar o Manuelzinho e comer um bife acebolado na sua lojinha que ficava no Caizinho. Já escrevi uma crônica, “Ser São Francisco” onde, entre outros, homenageio a Caçula, o “Seu” Felix e o Bráulio, com o qual, juntamente com Raimundo Gonçalves e Pedrinho Moreira passamos uma tarde (acho que foi nov/2010) dando gargalhadas em sua casa ali na Prainha, pouco antes d’ ele falecer . Vamos pedir que o Jeso republica. Não é, Jeso? O “Seu” Osmar Simões além de AZUL foi o grande mestre de todos os que militam nas comunicações em Santarem. É o que pennso! O Herbert Tadeu Matos foi seu primeiro pupilo. Hoje ele é Juiz Federal trabalhando em Belém. Do teu Tigre, o cara mais difícil de marcar era o Timbó. O cara era liso e catimbeiro. Se ainda tens contato com ele diga, em meu nome, que foi um dos que mais me deu trabalho e ele poderia facilitar minha vida. Depois veio para o LEÃO mas não sei por que, não ficou. Por findo, Santa para mim é cmo segunda pele. Este ano ainda pretendo abraçar a Martinha, rir com a Noca, comprar uns acaris do Pé de Bola, ir no campo do Papai Agostinho, cobrar minha foto que o Dadá não coloca em sua catedral e abraçar a todos que se dispuserem a um dedo de prosa. SAUDAÇÕES AZULINAS

  • NAO PODE SER DO PT O PROXIMO.PREFEITO POIS FICARÁ EVERALDINHO,INACIO BATERIA ,TIBERIO,VALERIA,E TODOS ESTES OUTROS,E TODO MUNDO SABE QUE SE A LUCINEIDE GANHASSE,QUEM CONTINUARIA MANDANDO ERA O EVERALDINHO, AI COMO VAI MUDAR ALGUMA COISA,FICA TUDO COMO ESTÁ

  • Espero que a próxima prefeita de Santarém seja a professora Lucineide Pinheiro, pois tenho certeza que ela sim, terá pulso firme para resolver esse antigo problema do centro comercial. Se teve pulso, competência e coragem para arrumar uma secretaria que havia sido saqueada durante 8 anos, terá muito mais como prefeita para combater antigas mazelas.

    1. Apoiado Júlio, quero ver o que fala bem, o BOM em conversa fiada vai dizer sobre a secretaria de educação que eles realmente sulcatearam e hj caminha ótimamente bem.

  • Falta ao poder público de Santarém o efetivo exercício do poder de polícia e aos comerciante o senso do espaço e consciência de que sua licença de funcionamento limita-se aos quadrantes do seu estabelecimento. Vocês já tentaram andar na calçada da antiga praça do Relógio? É bem possivel que você acabe literalmente enrolado numa rede, ou esfole a canela num ventilador. E estacionar? É dificil quando o poder público está ausente e o comerciante – não se sabe se por má fé ou ignorância -, sorri com a impunidade.

  • Jeso tomara que o proximo prefeito, espero que nao seja da turma do PT que olhe pra isto por exemplo santa fe veiculos e brasil veiculos mendonca e sao sebastiao tomam conta da calcada e tambem da rua. o PEDESTRE SEMPRE SEGUNDO PLANO,,A HORA DE DAR UMA BASTA E AGORA FORA PT!

  • Ótima idéia. Afinal, não são os veículos que fazem compras, mas PEDESTRES.

    Sugiro, ainda, a peatonalização da Trav. 15 de Novembro, com opção de cobertura (proteção contra intempéries) em alguns pontos. Objetivo: conexão do centro comercial e orla, ao transporte coletivo, na Av. Rui Barbosa.

    Pessoas + Comércio/Serviços + Lazer + Tranporte coletivo = Cidade de primeiro mundo.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *