Do leitor que se assina Alaércio, pelo e-mail do blog:
Nobre amigo Jeso,
Estou em Santa Catarina (SC) e olha o que vi à beira mar em uma cidade pequena e com pouco movimento, mas onde as leis são levadas a sério.
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Tem um posto de combustível na avenida Borges Leal com Magalhaes Barata, em Santarém, onde nenhuma autoridade até agora teve poder para resolver o problema de som automotivo e consumo de bebida alcoólica no local.
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Nota do blog:
Esse problema foi denunciado por um leitor em novembro do ano passado. Pelo jeito, nenhuma providência foi tomada para solucioná-la. Vamos ver se, com a nova gestão municipal (leia-se prefeito Alexandre Von), coloca-se um ponto final nesse graúdo desrespeito sonoro.

O Nordeste há capital e cidades do interior, balneários com a mesma atitude com carros particulares e com propagandas comerciais. O veículo e o equipamento são aprendidos na hora.
Ano novo, governo novo, secretário de meio ambiente novo, dizem que ele é ambientalista de carteirinha. Esperar para ver o que fará para combater a poluição sonora em nosso município, o que atualmente é uma situação que está totalmente descontrolada….
As pessoas incomodadas devem procurar a Delegacia de Polícia Civil, registrar o fato e pedir providências ao Delegado. Fiz isso com um vizinho e deu certo, ele foi chamado na delegacia e depois foi obrigado pela Justiça a assinar um termo de conciliação a não mais fazer barulho sob pena de ter seu equipamento de som apreendido. A vizinhança desse posto de gasolina já fez abaixo assinado e levaram até o Ministério Público, mas até agora o MP não resolveu nada, O posto toda sexta e sábado é a maior algazarra com som alto e bebida alcólica, já pensou o risco de explosão do posto que a comunidade desse bairro está passando!
Levará algum tempo para atingirmos esse nível de urbanidade e educação.
A lei existi e sempre existiu….o problema é colocar pessoas com experiência, com conhecimento, com formação pra fiscalização ambiental……Quando o condutor infrigir a lei, no que diz respeito, a poluição sonora, não somente deve se aprendido a aparelhagem, como também o veiculo, sub produto do crime…aí sim, vai doer no bolso do contraventor!
A fiscAlização nesse caso é irrelevante, o primordial e indispensável é a educação do cidadão.Sem educação não se constrói absolutamente nada.
Curti!