Da jornalista Lila Bemerguy, pelo contato do blog:
Alter do Chão, cantada e afamada como a “praia mais bonita do Brasil”. Mas algo contrasta com essa beleza toda. Não quero generalizar, mas alguns dos prestadores de serviço da praia deveriam fazer um curso no Sebrae. Experiências nesse último feriadão me fizeram pensar nisso.
A espera de quase uma hora, por duas vezes, uma no jantar e outra no almoço, pelos pedidos, sem sequer alguma satisfação, tipo: “desculpe a demora, estamos providenciando”. Sendo que um deles foi de apenas um tira-gosto e uns sanduíches. E a conta, lá nas alturas.
E o pior de tudo: na segunda-feira somente uma barraca funcionava na ilha. Talvez isso tire o esforço provocado pela livre concorrência e fez com que o único atendente se ache no direito de agir estupidamente.
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Meia hora depois de ter pedido uma cerveja que não veio, meu cunhado foi até a barraca e perguntou: “Será que aquela cerveja que eu pedi há meia hora já está gelada?” Ao que “educadamente” o dono respondeu: “Fulano, vê aí se aquela que ele pediu há uma hora já está!”. E isso ao preço de R$5 a garrafa. Um peixe pra duas pessoas: R$60,00.
Deveríamos ser todos tratados feitos reis, ou no mínimo, como clientes.

aliguel de carro ,alguem tem contato?
cara fiquei preocupado com esses cometários , vou para alter agora em agosto, o que devo encontrar? alguem sabe me indicar uma boa pousada hotel? e um bom restaurante?
agitovip@hotmail.com
Todas essas críticas são verdadeiras. E pra quem não sabe determinadas barracas estão cobrando a permanência dos visitantes nas mesas e cadeiras. A historia é simples. ” É vc sentar e em questão de 30 minutos se vc não pedir nda o garçon ja vem com o papelzinho na mão cobrando o lugar ocupado já pensou???”
Po se esse pessoal de lá não quer trabalhar, prestar um bom serviço, muito menos uma comida de qualidade, cada um leve o seu e ninguém consome nda naquela ilha.
A melhor praia da região é a do Pindobal, cerveja gelada preço de 3,50 e um charutinho frito incomparavel, semmencionar a variedade de peixes e preços agradaveis. Foi o tempo de Alter do Chão.
Concordo com você PINDOBAL é a melhor praia sem falar na comida que é bem preparada, e o atendimento até agora nota 10.Em Alter você pede tucunaré no escabeche as 09 da manhã para ser servido ao meio dia faltando meia hora pra servir, aí é que eles vão prepara o peixe, mesmo colocando ele de molho na água com limão não consegue tirar o pitiu forte que pra completar ainda é servido mal passado e carregado de catchup. Em pindobal eles fazem o molho na hora e o charutinho frito huuummm uma delícia.
Eu acho que bastaria uma barraca de algum empresario dono de restaurante dos bons tipo rayana, nossa casa abrir uma filial por la com toda a infra-estrutura necessaria que as outras barracas irao se movimentar para disputar clientes isso tudo e assim em alter por falta de concorrencia e aqueles moradores de alter sao muito mal educados e acomodados. gostaria de compartilhar tbm aqui uma ideia de um amigo onde as barracas de alter deveriam ser feitas de dois andares de madeira mesmo onde com a cheia do ria o 2 piso das mesmas fosse utilizado no periodo da cheia garanto que ia ter publico o ano todo e renda conseuqentemente; quem aqui nao iria querer tomar uma cerveja em cima da ilha no periodo da cheia ?? fica a dica
Prezada Lila Bemerguy,
Seria bom que você retificasse que Alter-do-Chão não foi eleita como a praia mais bonita do Brasil, como você assim fala, mas como “uma das mais bonitas”.
No mais, suas críticas a praia são tão superficiais e não acrescenta em nada para a melhoria do local.
ÉGUA SIRI !!! O CÚMULO DA DESGRAÇA É SER FAROFEIRO EM ALTER DO CÃO !!!!!
Então camarão, não é todo mundo que tem dinheiro como o senhor.Existe gente para tudo, pague Cr$60,00 por um peixe para dois, bom apetite!
Uma maneira de não se consumir produtos das barracas é darmos uma de farofeiro; LEVAMOS NOSSO ISOPOR COM BEBIDAS E COMIDAS, costumo levar minha cervejinha predileta.Aí sim, competiremos com os nativos, façamos isso por um determinado tempo e os resultados virão.
Jequitibá, se fizéssemos mais ou menos assim: ocupávamos dez mesas, levávamos bebida e comida.Quando o garçon viesse, perguntasse:querem alguma coisa para comer ou beber?Sim, uma água mineral pequena,a outra mesa solicitaria um refrigerante em lata, assim por diante.Já pensaram no resultado depois de quatro a cinco horas?É exeqüível, não?
O Sr Bon prometeu desenvolver o Turismo na Cidade … vamos ver né?
Meu caro Pau de Dar em Doido: o desenvolvimento do Turismo não depende só do Prefeito, é um trabalho de toda coletividade.Nem sempre o Prefeito pode fazer tudo sozinho.Quando nos conscientizarmos de que o Prefeito é um elo na cadeia de formação e concretização de um turismo que nos traga lucro e melhoria de nossas vidas, aí sim, estaremos preparados para receber nossos visitantes e usufruirmo dessa promissora indústria.
vale lembrar que nao é so os barrqueiros, pois estive em um restaurante de renome tanto la, qto aqui na cidade e fui PESSIMAMENTE atendida! alem d cobrarem pelo o q nao foi consumido!
As reclamações do atendimento e preços exorbitantes dos barraqueiros de Alter não é de hoje. Em última visita, ao comentar com o catraieiro o pé ssimo serviço, ele disse, isso é reclamação antiga. Sugestão ao próximo prefeito: Ou os barraqueiros se capacitam, melhorando consideravelmente os serviços, ou as barracas são fechadas, ou destinadas para outras pessoas com melhor capacitação para atender ao público.
Não é só porque eles são comunitários que o poder público deve se curvar para as decisões deles. Se for para continuar oferecendo um´péssimo serviço, é melhor não oferecer nada e fechar as barracas. São barracas precárias, sem a menor infraestrutura, higiene…
Ao invés dos atendentes irem até as mesas, os clientes é que tem que se levantar, e ir até a barraca e fazer o pedido. E a cerveja sempre é quente!!
Observo que cada vez mais as barracas tomam “conta” da ilha, quase não deixando mais espaço para os banhistas. Onde era apenas praia, agora tem barraca. Sem falar que não deixam mais nem espaço para se caminhar na beira da praia, pois as mesas e cadeiras tomam conta. Deveria ser estabelecida uma distância entre praia e barraca.
Pergunta: Foi feito algum estudo do EIA RIMA para se avaliar os impactos ambientais da instalação dessas barracas na Ilha? Como fica o esgoto que é produzido pelas barracas?
Que a população de Santarém possa se mobilizar para que se tenha de fato o tratamento do esgoto que vai para o Rio Tapajós. É uma vergonha que até agora, 2012, não tenha surgido no âmbito do governo municipal, estadual, alguém com competência e compromisso, para acabar com essa cena que nos envergonha e indigna, que é ver o rio Tapajós ser poluído com o esgoto da cidade.
lugar horrivel !!! nunca mais boto ops péds nesta desgraça !!!! gente feia grossa te antendendo parece que atende cavalo numa cocheira !!!! quem tem á sua disposição 16 líndíssimas praias em mosqueiro salinas uau !!! salvador apeu duplo uau!!! marieta !!! meus deus um escandalo de praia !!! quem conhece o PARÁ ISO nem quer saber do inferno de alter do cão !!!!
Jorge,
As fofocas dizem que no Lapinha, lá no Guamá….. tem atendimento de Rainha……
Tiberio Alloggio
Sr, Jorge Morais
O seu comentário todo mundo sabe que é mais para provocar,. Você frequentemente comenta no blog detonando qualquer coisa relacionada a Santarém. Já ficou chato e repetitivo, fica a dica ; ).
Só podia ser do PARÁZINHO mesmo hein? rsrsrs
Então faça-nos o favor de nunca mais aparecer por aqui! Pessoas como você, sem escrúpulo e ignorante, não merecem nem se quer pisar nas belas areais de Alter-do-Chão. Desapareça da nossa região!
Senhor Jorge Morais,
Nos faça o favor de nunca mais pisar os pés em nossa terra. Pessoas como você, ignorante e sem escrúpulos, não nos fazem falta e muito menos tem o direito de apreciar as belezas do Tapajós.
Espero que Alter do Chão não tenha mais o desprazer de lhe ver.
Eu penso que o melhor caminho para a solução dos problemas apresentados, devem ser tratados e solucionados pela Prefeitura de Santarém, e o órgão responsável de fato. è preciso cobrar dos novos vereadores empenho e dedicação no sentido de minimizzar essa situação para os frequentadores. Tem que chmar os barraqueiros e donos de restaurantes e dizer o que eles precisam fazer para o bom atendimento ao cliente. E a Prefeitura cuidar melhor da infraestrutura do local. A hora é agora que vem uma nova administração. Não podemos apenas criticar sem apresentar um caminho para a solução dos problemas.
Eu penso assim gente, afinal também frequento esse local quando visito Santarém, apesar de ser das terra.
Jorge Brasil
Manaus-Am.
SANTARÉM,A CIDADE,NÃO É DIFERENTE O NOSSO COCÔ É JOGADO NAS RUAS!
COMO PODEMOS ESPERAR MAIS DE ALTER ?
QUANDO DEIXAREMOS DE JOGAR O NOSSO COCÔ NAS RUAS OU DE ACHAR ISTO NORMAL?
ALTER É UM PARAÍSO!
A praia é um paraiso, mas infelizmente o atendimento não está sendo, fazer o que, segundo informaçoes, os barraqueiros participaram de cursos na parte de atendimento e preparo dos alimentos. mas creio que depois te todos esses comentários rolando, alguém de lá leia e venha a motivar os barraqueiros a mudar, porque afinal de contas”como diz na música de Jana Figarela, “O MELHOR DE SANTARÉM É NOSSA GENTE”, e ponto final.
cADÊ os órgãos municipais e estaduais que não fiscalizam. Pergunta se algum cozinheiro tem carteira de saúde?
Romy, concordo plenamente com você. Os barraqueiros são muito ignorantes e despreparados. É bem parecido com garimpo mesmo. Tudo em Alter vale ouro.
As pessoas te atendem com a cara de quem tá levando ferrada de arraia.
Certa vez fui com uns amigos jantar no ESPAÇO ALTER DO CHÃO (falo mesmo, fui mal atendida). É um lugarzinho muito bonito, tem a cara de Alter, mas o atendimento…..
O senhor estava o tempo todo com a cara amarrada, praticamente jogando os pratos em cima da mesa. Me senti numa taverna da idade média.
Sinto muito orgulho de Alter, mas tenho muita vergonha do povo de lá que trata muito mal as pessoas.
Ola Leitora,
Sou responsavel pelo Espaço Alter do Chão. Peço descupas por este mal atendimento, não meço esforços pra melhorar o atendimento. Este funcionario que estas se referindo ja’ não trabalha mais conosco, e’ clara a dificuldade em encontrar funcionarios com boas disposição para trabalhar por aqui. Espero que isso não aconteça novamente, mas caso aconteça por favor nos coumunique pelo email espacalter@gmail.com que tomaremos as medidas necessarias. Mais uma vez descupe e obrigado.
A areia branca da ilha contrasta com a avermelhada, mais escura, suja, decorrente dos esgotos que despejam dejetos na praia.
Quando o poder público vai se preocupar com esse problema que se estende pela frente da cidade tbm?
Caro Zé, é mais ou menos assim: você coloca um punhado de areia escura em cada mão, mergulhe as mãos em água de correntezas diferentes por determinado tempo, onde for mais forte a correnteza de uma das mãos, mais branca será a areia.Mais ou menos acontece com areia clara e a mais amarelada da praia de Alter do Chão, a correnteza do Lago Verde é maior do que a que fica do lado do Tapajós, logo, a areia do lago é mais lavada do que a que fica do lado do rio, é uma pequena observação minha, que se manifestem os entendidos.Quanto a sujeira da praia, esgotos, pneus velhos , garrafas pets , causa-nos grande tristeza; o pior é que podemos interferir nisso tudo e ficamos, às vezes, como simples assistentes.
No comentário acima, subentendemos que a areia não nos foge das mãos, é exemplo!!!!!!
E o barulho?
Coisa de maluco!
Uns caras te obrigam a escutar músicas de péssima qualidade, em altura insuportável, até a madrugada.
Diante da sujeira, preço altíssimo e barulho, o que ainda resta da beleza natural do local desaparece.
Alter é a cara de Santarem, então, é isso que o visitante leva daqui:preço de garimpo atendimento de terceira…
Tudo pode melhorar claro….
Acesso….. Atendimento…. Preços…. Limpeza…..etc…etc…
Mas quando se supera a capacidade de carga…. não tem santo que aguente…..
e dá no que dá…… em Alter do Chão não é diferente.
Dia sim, dia não, a mesma queixa
A cada Sairé mais do mesmo
A cada carnaval idem
Enfim…… A capacidade de carga em Alter já estorou faz tempo…
Procurem outros lugares…… inclusive mais bonitos…..não faltam nem Santarém nem em Belterra.
Tiberio Alloggio
Ressuscitou nosso Alloggio, estava sentindo sua ausência aqui do Blog.Nossa, ressurgiu sorrateiramente,o que não faz umas “lapadas” na vida da gente.A vida é assim mesmo, um dia estamos sobre e outro,sob.É a famosa gangorra da vida.
Vou uma vez ao ano em alter, pra apreciar as belezas naturais q Deus nos proporcionou, aí passo 11 meses pra poder passar a raiva que dá o atendimento. É uma pena que isso aconteça. Um fato q ocorreu comigo a ultima vez q estive lá, foi a chegada de um grupo de turistas na unica barraca q estava funcionando. A cena foi de lastimar, um casal de turistas de baixo de um sol escaldante, senta em uma cadeira e acena com uma latinha de coca cola vazia, para q o garçon lhe servisse uma cheia. Qdo ele levou, o gringo lhe apresentou uma nota de 5 dolares para pagamento e, pasmem o garçom informou q dono da barraca se recusou a receber alegando que lá só recebiam em real. Tive q convencer o garçom a receber, disse a ele quanto estava valendo e ele finalmente recebeu. Por vergonha, já estava me preparando para socorrer o casal mas felizmente não foi necessário, mas a imgem que fica não é boa. Se n]ao se puder receber dolares(a moeda mundial) não se pode promover turismo internacional. Era isso gente.
Que os barraqueiros podem ser ignorantes a ponto de não saber o que é dólar e quanto ele vale eu até concordo.
Mas acho que eles não são obrigados a aceitar a moeda.
Qualquer turista de bom senso quando faz viagens internacionais tem de trocar a moeda para não ter problemas. Se for pra Europa tem que levar Euro, se for pra China tem de levar dinheiro chinês e se for pro Afeganistão que leve dinheiro afegão
Aqui é interior da Amazônia. E isso é que faz o lugar especial. Imagina só ter de se preocupar em ter máquina de cartão de crédito internacional – ou nacional no meio da praia.
Ou imagina o transtorno para aquele senhorzinho ou aquela senhorinha ignorante e barraqueira ter de vir a Santarém só trocar 5 dólares.
Alter-do-Chão é praia, areia, vento na cara, onda na canoa e não shopping center internacional.
concordo com vc Santarena. Em qualquer praia do Brasil, existem problemas. Uns mais, outros menos> Das prais que já visitei por ai, sempre saio com a sensação que algo deveria ser melhor. Agora, apesar de todos os pesares, ainda temos a liberdade de sentar nas cadeiras e mesas das nossas praias, passar lá o dia inteiro sem consumir, tomando só coca cola (pra quem não tem dinheiro e quer só curtir), que ninguém manda vc levantar. Ai pra fora, além de vc ter que levar a moeda local, pagar pela cadeira que senta (por hora), tem que consumir, senão tem que se mandar e te olham como se vc fosse de raça inferior, mesmo vc tendo dinheiro e consumindo. Vamos dar sugestões para melhorar nossas praias. Não me envergonho da nossa terra. Tenho orgulho, somos um povo bom e hospitaleiro. Exceções existem, como existem em qualquer lugar……
Ainda quando morava em Santarém acompanhei o projeto do Sebrae justamente na área de desenvolvimento do turismo e vi de perto os esforços para tornar o local melhor, no entanto, a resistência de muitos barraqueiros e prestadores de serviços tornou o projeto inviável, sendo o mesmo levado então para Ponta de Pedras, onde a comunidade foi mais receptiva.
Pior que o péssimo atendimento e os preços exorbitantes, é a sujeira e poluição na praia.
Os barraqueiros na ilha jogam o resto de comida e ÓLEO DE COZINHA em buracos que cavam atras das barracas. Óleo minha gente. Agora já sabemos porque a areia já deixou de ser branca a tempos.
Depois de uns dois anos sem frequentar a praia, ao estar lá há 3 semanas, ficarei mais uns dois anos sem ir de novo. Lugar sujo, péssimo atendimento, mesas velhas amarradas com barbantes, atendentes sem educação, preços mais caros que qualquer restaurante de alto padrão, as louças são lavadas com água do rio…
Eu jamais vou deixar de frequentar Alter, pois acho o lugar maravilhoso, de beleza sem igual, só que devido esses problemas crônicos de lá, faço como os turistas doa navios até água eu levo e não jogo lixo na praia também.
Temos que boicotar o serviço lá prestado e não as praias no meu entendimento…
Concordo plenamente.
Temos que boicotar o serviço e não a praia.
Concordo com vc, eu pensei que isso ja tinha mudado, amo Alter do Chao, e procuro divulgar tanto essa praia aqui na Italia, quando eu morei em Alter o que eu vi foi que as pessoas precisam mudar a sua forma de pensar, ainda existe pessoas com pensamento que Alter é uma praia privada e n publica, e esse publico precisa ser bem tratado , bem recebido e os preços dentro da realidade nossa e n preço de ouro, sabe amigo falo isso pela experiencia que eu convivir na epoca, quando havia um pequeno rest. teve pessoas que me ameaçaram para eu aumentar o preço, eu n podia vender mais barato que eles, vcs imaginem a sua metalidade….penso que vc ja entendeu tudo. Espero que mude as coisas em Alter, para o melhor.
Quanto lixo sepultado pelas águas afloram agora na seca.Seria o momento propício da comunidade borarí encetar um mutirão para todos limparmos nossas areias.Sugiro ao Sr Prefeito da vila empenhar- se nesse sentido, programe um mutirão e verá quão belo resultado!
As barracas de Alter do chão tem péssimo serviço, talvez um dos piores do Pará. O preço é caro, o atendimento é péssimo, e, muitas vezes, a comida não vale a pena. Temos é que fazer campanha para melhorar o acesso para Ponta de Pedras. Daí, bye bye alter!
Agora a praia esta horrível, imunda, terra escura na praia do lado da praça. Uma nojeira só. Que pena.
Há, ainda, uma questão, talvez até mais grave do que essa. Antigamente os barraqueiros cuidavam da limpeza da praia, principalmente dos trechos ao redor de suas barracas. A última vez que estive lá, por ocasião do Sairé, fiquei horrorizado ao ver o que estão fazendo com Alter-do-Chão. Havia lixo espalhado por todo lado. Tudo bem que isso também é um problema dos frequentadores, mas os barraqueiros, se não podem fazer a limpeza durante o atendimento, o que talvez já seja querer demais, uma vez que eles não dão conta nem do atendimento propriamente dito, que pelio menos providenciassem coletores de lixo colocados próximo das mesas.
Não custava nada eles relembrarem suas origens e tecerem alguns pequenos cestos, de palha, tala de palmeira, coisas desse tipo, para não quebrar o tom da paisagem com coletores de plástico, e colocar um em cada mesa. Isso talvez inibisse os menos educados a não transformar Alter-do-Chão em Salinas, com toneladas de lixo dividindo espaço com os banhistas.
Alguém precisa fazer alguma coisa, antes que seja tarde demais e antes que eles matem sua galinha dos ovos de ouro.
Saudações Tapajônicas,
Nilson Vieira
Caro Nilson
Leio seus textos, sempre muitos lúcidos, neste caso, peso vênia. Acho que você foi no momento errado por lá, ir na praia em Alter-do-chão no Sairé é experimentar o purgatório, sempre foi assim, a procura é maior que demanda, no caso, o numero de frequentadores é muito maior que o espaço. Quanto aos cestos de palha, concordo com você. Uma pergunta: você deu essa sugestão ao barraqueiro?
Preste a atenção mestre Nilson: quem esculhambou Alter-do-chão não foram os nativos nem os barraqueiros. Alter-do-chão foi escolhida a mais bela praia do mundo porque ainda sentimos o bucolismo peculiar. O dia que contemplarem bacanas asfaltando a praia, por exemplo, ai sim, aquilo acaba.
Chico Corrêa
Caro Chico Corrêa,
A citação de minha ida ao Sairé foi apenas um exemplo. Infelizmente a situação é recorrente, com muitos ou poucos turistas e banhistas por lá.
Quanto à sugestão aos barraqueiros, sinto ter de dizer que é muito difícil a conversa com os mesmos. Há muito custo a gente consegue fazer um pedido e vê-lo atendido; até pagar a salgada conta, custa um bocado de tempo de espera. Saudades da época em que a gente podia gastar um bom tempo em conversa com a D. Ramira, por exemplo.
Acho que você tem razão. Ainda vemos Alter-do-Chão com olhos de ontem. Talvez precisemos arregaçar as mangas, junto com os nativos e barraqueiros, para não vê-la definitivamente transformada no inferno que se anuncia.
Saudações Tapajônicas,
Nilson Vieira
Mestre Nilson,
A pesar de tudo, falar de Alter-do-chão é sempre bom. Faz algum tempo que não vou lá, Sairé nem pensar, mas a ultima vez que lá estive, fiquei justamente na barraca da Dna. Ramira, saudosa, estava cheio, foi lá no pé da serra. Muitos dos filhos (as) já não estão no batente, alguns moram no exterior, outros fazendo outras coisas, mas quem me atendeu, dispensou a atenção de sempre, tomei duas baitas caipirinhas, mais uma cerveja pra lavar o peritônio, tracei um delicioso tucunaré na manteiga e a conta estava até bem temperada, no ponto, sem muito sal.
Outra coisa mestre Nilson, sempre as minhas poucas opiniões foram bem recebidas por lá, principalmente as externadas depois do terceiro gole.
Um forte abraço.
Chico Corrêa
Concordo com o texto ! estou de férias e trouxe alguns amigos pra Santarem: Passei vergonha!!!
Serviço prestado é pessimo e eles fazem que não estão entendendo.
Desde criança escuto que santarém é a cidade do Turismo. Quanta falacia !!
Turismo encontramos em outras partes do Brasil. Gosto muito do Nordeste lá sim transfomam tudo em Produto Turistico de alta qualidade.
Ah ! e quanto ao SEBrae acho que precisamos de um SEBRAE para o Sebrae STM.
CORRIGINDO O NOME DA NOSSA AMIGA, É LILA BEMERGUY
BEM,
CONCORDO COM A LILI, ESPERO QUE ESSAS CRÍTICAS POSSAM AJUDAR A MELHORAR O SERVIÇO NA BELA E MARAVILHOSA PRAIA DE ALTER DO CHÃO.
Os “barraqueiros” são sempre muito gentis e o tratamento é cordial!
Sempre fui muito bem tratado neste PARAÍSO!
Você deve ser dono de barraca.
KKKKKK BOA BOA
Alter é democrático, onde no mundo, você dispõe de mesa cadeiras quarda-sol a beira da praia para utilizar sem nada pagar.
A opção de consumir, democraticamente, é sua podendo ser um tira gosto, refrigerante, água ou cerveja ou comprar dos ambulantes ou ,como faço eu e muitos outros, levar da Vila.
Alter é um PARAÍSO democrático !
Único no Mundo!
Alter já foi um paraíso. Hoje ainda tem beleza, mas é poluída. A água contaminada com o esgoto de toda a vila que pra lá corre, deveria ter medição semanal.
Alter é um paraíso, mas que está sendo degradado.
Alter, José, é um paraíso que se depender de gente como você, permanecerá um local onde todo turista se impressiona com a beleza ao chegar, e se impressiona com a falta de profissionalismo na prestação de serviço.
Em Alter acontecem coisas no mínimo estranhas, tem um dono de uma lanchonete em frente a praça (infelizmente não lembro o nome) que resolveu colocar uns troncos de árvores na rua em frente a sua lanchonete para que nenhum carro lá estacione, os motoristas ficam rodando a procura de estacionamento e ninguém faz nada para liberar a rua em frente a tal lanchonete que acomoda seguramente 4 carros.
Faltam 12 km para asfaltar para ponta de pedras e 8 km para pindobal, o dia que isso acontecer….
Realmente falta melhorar muita coisa com relação ao atendimento em Alter do Chão. E olha que eu falo isso mesmo morando aqui…
Os catraieiros, so querem atravessar logo ali na frente. Se alguém pedir pra levar um pouquinho mais pra longe, eles não levam.
Quando o PRÓXIMO PREFEITO ASSUMIR, VOU MANDAR ELE CONSTRUIR UMA PONTE QUE VAI DA PRAÇA ATÉ A ILHA, pra acabar com essas canoas que fica indo e voltando.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK, BOA IDEIA BORARI
Meu caro Borari, não concordo de forma alguma com a construção de qualquer ponte ou estrada que nos leve à Ilha do Amor ( sei que é um pouco de exagero de sua parte),essas canoas é o ganha pão do nosso caboclo borari, sua simplicidade torna-o simpático e atende a todos com cordialidade;penso que o bucolismo, pessoas simples e desprovidas de ganâncias doentias( a deles é uma ganância ocasional, quero dizer, pela sazonalidade do clima e águas, querem lucrar agudamente para recuperar o tempo que estiveram ociosos.Obvio que não nos são condutas sãs, de qualquer forma há necessidade de orientá-los quanto a necessidade de higiene.A Vigilância Sanitária está aí para fazer cumprir normas básicas de prevenção a doenças, se não o faz, omite-se, não devemos culpar , exclusivamente , nossos moradores de Alter.Quanto às boas maneiras, estas deverão ser aplicadas nas escolas.Os mais jovens têm a fôrça e capacidade de persuadir aos mais velhos, é nossa esperança.Deixemos nossos boraris com seus princípios pseudo-alienação em paz, curtamos a natureza que nos é farta, por enquanto.Para não nos aborrecermos, tiremos uma de farofeiros.Não troco bebida, comida e educação do nativo pela natureza que é abundante e gratuita, isso é primordial, até o Principe Charles encantou-se.
Concordo plenamente com seu texto, há anos que se vem batendo nessa tecla, eles fazem curso e mais cursos e o resultado nunca aparece, não são todos realmente, mas a maioria só quer saber de ganhar dinheiro. E só fazem o que eles querem.O serviço é péssimo e os preços altíssimos, isso é fato!!!!
A maioria dos barraqueiros é despreparada e ignorante. Fazem pouco casa de quem dependem e revelam que ainda estamos longe de ser destino turístico. Além do preço ser abusivo. É como se cobrassem pelo transporte dos produtos da “distante” Santarém. É um garimpo travestido de praia. Lamentável.
É por isso que deixei de frequentar a muito tempo…..e não recomendo a quem me pergunta.
Eu e minha família também.
Desde que vi um absorvente flutuando no rio, também deixei de frequentar aquele lugar.
Que nojo