“Che Guevara e Cuba também são abomináveis”

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Contraponto do leitor que se assina Ademar Amaral ao post São tolices vociferadas, diz leitor sobre artigo, da lavra de Paulo Lima:

Não sou político não vivo de política e nunca precisei de político. Quero apenas dizer ao senhor Paulo Lima que eu não entendo como ele fala na condenável (e eu concordo) tortura e tirania do regime militar e, em seguida, cita Che Guevara como um exemplo na prática de democracia.

Não entendo esse ideal democrático desse senhor se ele tem como exemplo a ditadura cubana e outras que por serem de esquerda não são piores do que as outras. Qualquer ditadura é abominável, meu Deus.

Che Guevara, Argentine-Cuban Revolutionary Speaks to CBS-TV's "Meet the Press" on December 13, 1964 (AP Photo).Che Guevara, um dos líderes da Revolução Cubana. Foto: AP Photo/Flickr

Mao, Stalim, Hitler foram os maiores assassinos da história, todos farinha do mesmo saco. Qual a diferença entre Stalim e Hitler? Pra mim, nenhuma.

O senhor Paulo Lima tem que parar com esse fanatismo ideológico que só vê defeitos de um lado e transforma alguns assassinos, como Guevara, em gente pura e cheia de virtudes.

Meu caro, eu entrei na faculdade de engenharia em 1968, o ano do AI-5 e não falo de ouvido. Deixa de lado o fanatismo e olha a verdade. Passe bem.


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35 Responses to “Che Guevara e Cuba também são abomináveis”

  • essa petralhada com seu discurso monocórdico e nauseabundo tem suas origens na grecia seus tataravós são os sofistas cuja posição com a verdade não era o compromisso com a mesma mas sim usar de argumentos para convencer e iludir as pessoas das suas ” verdades”

  • Putz! Escravidão em Cuba é de lascar. Realmente, Sr. Ademar, todos os indicadores sociais de Cuba apontam para condições de escravidão do seu povo: o analfabetismo que chaga a quase 100% daquele povo, expectativa de vida ao nascer dos escravos de cerca de 30 anos, índice de mortalidade de 900/1000, taxa de mortalidade infantil de 750/1000, o comércio de negros para trabalhar nos grandes latifúndios dos senhores de escravo, a plantation na base da economia, a alimentação baseada em farinha, carne seca e miúdos de boi, a total ausência de acesso à saúde, em fim, as formas de controle dos escravos, baseadas no profundo e inenarrável sadismo das elites escravocratas daquele país. Realmente, a Veja, a Globo, o Estadão e a Folha de São Paulo estão conseguindo formar uma legião de “Jênios” altamente esclarecidos sobre a história da humanidade. Depois, quando os estudos acadêmicos mostram que estes veículos não formam cidadãos, mas massa de manobra e consumistas, ainda tem quem duvide.

    1. Caro Válber, o problema é que você acha que só esses parâmetros citados por você é que caracterizam uma sociedade escravizada. Pergunto pra você: o cidadão comum cubano tem liberdade para viajar para qualquer lugar fora de Cuba? Tem livre acesso a internet? Tem garantido o seu direito de opinião e protesto contra as autoridades cubanas? Tem direito a ampla e irrestrita defesa diante de acusações de crime (político ou não)? Se as respostas forem SIM você tem razão, caso contrário…

      1. Para de tolice, rapaz, isso não existe nem em Cuba nem em parte nenhuma do mundo. Vai perguntar para mais de 90% dos presidiários negros e pobres que lotam os presídios do Brasil e dos EUA quantos tem acesso à ampla defesa etc. e tal… O regime cubano tem nome, é uma ditadura, mas escravidão é outra coisa, não confunda as coisas ou tente aplicar um conceito a algo que, definitivamente, não é.

        1. Puxa Valber. Você é liso mesmo, fugistes pela tangente e não respondeu nada. Se você morasse em Cuba, estaria dando opinião na internet como estamos fazendo agora? Mesmo que fosse um assessor dos famigerados Castros?
          Acho que era só isso que o Jump queria saber…
          Você sabia que um médico cubano se suicidou essa semana em Brasília, só de pensar que poderia voltar para Cuba?

          1. Putz,

            O “Chico Xavier” de Santarém sabe até o motivo do suicídio do médico cubano!

        2. Válber, você tem razão, realmente temos escravos no Brasil. Você, por exemplo, é um escravo do sectarismo.

        3. KKKKKkkkkkkk! Esse professor é mesmo uma piada! Coitado de seus alunos….A escravidão não é só física, ela pode ser também psicológica e ideológica!!!
          Em Cuba existem os dois tipos de prisioneiros; os que estão na cadeia literalmente, e os “zumbís” que andam pelas ruas, mas são prisioneiros também de suas liberdades…

  • Quando leio esse tipo de pensamento, só me vem a tristeza ao peito. As pessoas ainda tem seu conhecimento intelectual alimentado pelo cinema hollywoodiano da Guerra Fria e pelo jornal das oito (20h). Poucos enxergam que a Democracia não é essa santa que pregam. Ela mata, persegue e tortura (vide Guantánamo). Também se esgota numa ditadura perpétua sob o manto da imagem da boa mulher, sincera e honesta. É triste que ela consiga esconder (dos olhos dos leigos) ditadores carniceiros da extirpe de W. George Bush e Álvaro Uribe. O primeiro, sob o manto da mentira, dizimou parte da população de crianças do Iraque. Assassino por assassino Mandela mandou matar, Gandhi mandou matar, e Deus mata todos os dias. O mundo evolui, a ditadura hoje muda de rosto de oito em oito anos.

  • Prezado Jeso,

    Acho equivocado tratar esse texto como um contraponto ao outro texto. Não achei tais argumentos pontuados. O Sr Ademar Amaral não apresenta uma linha argumentativa razoavelmente organizada para ser vista como um contraponto.

    Att.

  • Ademar, não adianta perder tempo com essa milícia cibernética petista que segue como cão pitbull o manual do de esquerda Franklin Martins, que, na juventude, foi sequestrador (do embaixador americano), e, depois de velho, foi comentarista da Rede Globo, quando se tornou na ionalmente conhecido, como popstar, e depois passou a manar nas tetas do governo com a chegada do lulopetismo ao poder. Não perca tempo, essa turma que é anencéfala e robotizada, que repete sempre as mesmas coisas que mandaram eles escreverem quando na blogosfera alguém discorde deles. É caso típico de pensamento único. Sem, naturalmente, o pensamento.

  • todo o meu rapóio ao seu amaral faz tempo que este blog não apresentava alguém com análises isentas serenas e ajuizadas !!!!

  • égua ! é um saco ver as análises da “intelligentsia” da várzea como sempre verborrágica com análises tão profundas quanto um pires e tão claras quanto um poço de piche expostas neste abençoado blog ! será que esse pessoal não consegue entender o que Lord Acton afirmou certa vez que o poder embriaga, torna o homem arrogante e estúpido !!! mas quem nasce para Che jamais chegará a Nelson Mandela !!!!

  • Nada justifica ditaduras. Lutaram contra o imperialismo, mas escravizaram seus próprios povos como há anos acontece em Cuba, a mais antiga ditadura do mundo. Uma vergonha. Não adianta que não cola e eu não pertenço a nenhuma manada. E é só.

  • [ Porque eu escrevo tudo isso? Para não esquecermos de que pessoas como Fidel, Stalin, Mao, Ché e Lenin lutaram contra a dominação brutal e bestial do ocidente anglo-europeu contras as populações dos seus países] São tão bestiais e até pior, pois se dos outros se admite que matam por puro sadismo, desse fica com sabor que matam por piedade cristã, amor infindável pela humanidade.

  • Ademar Amaral, tenho certeza de que as suas opiniões estão de acordo com a nossa em relação às tiranias, torturas e ditaduras: o senhor as condena do mesmo modo que nós as condenamos. E, digo mais, condeno as de direita e condeno as de esquerda também. O sr. também demonstra ser um democrata, tem fé e esperança na democracia, do mesmo modo que nós. Porém, sempre existem os “poréns”, acredito que a sua avaliação de personagens como Mao-Tsé Tung, Che Guevara e Stalin etc. precisa ser relativizada. Não dá de colocar Stalin, Mao e Ché no mesmo balaio que Herry Truman, Hitler ou, mesmo, um George Bush Jr., assim como outros tiranos como Pinochet. Primeiro, porque foram pessoas que lutaram contra o que de mais nefasto a humanidade já vivenciou: o imperialismo e o colonialismo, responsáveis pelo empobrecimento e escravização dos povos da Ásia, África e América Latina, pelo extermínio de centenas de milhões de pessoas nos países destes continentes e pelos dois maiores morticínios da história da humanidade, que foram a Primeira e a Segunda Guerra Mundial. É bom lembrar que a filosofia básica por trás da brutal dominação ocidental nos países destes continentes se baseava na negação da humanidade dos povos que neles habitavam. Uma questão básica: para escravizar, saquear e exterminar é preciso, antes de tudo, negar a humanidade de quem será escravizado, saqueado e exterminado. A dominação portuguesa no Brasil partiu deste pressuposto: índios e negros eram considerados bestas, animais, demônios, monstros, tudo, menos gente, menos seres humanos. De resto, foi o que aconteceu, também, na América espanhola. É válido ressaltar que esta imagem sobre os povos dos países destes continentes não acabou com o fim do colonialismo: ela permanece entranhada na cultura das elites destes países, dos povos desenvolvidos e, pior, está internalizada na mente e na personalidade da grande parcela dos povos dominados, e se encontra metaforizada na baixa auto-estima, no sentimento de incapacidade e impotência, além nas tinturas, maquiagens e vestimentas que tentam embranquecer o corpo ou imitar e enaltecer a estética anglo-européia. Mas não somente o colonialismo partiu deste pressuposto: os sistemas de desigualdade social e dominação brutal impostos pelas elites brancas ou, culturalmente, embranquecidas sobre os povos dos chamados países subdesenvolvidos, assim como as brutais ditaduras que eles impuseram em épocas recentes, também se amparam neste pressuposto da não-humanidade dos dominados. Os preconceitos contra negros, índios e o confinamento da maior parte da população destas etnias nos guetos, baixadas e favelas das grandes cidades não é senão parte desta triste epopeia. Porque eu escrevo tudo isso? Para não esquecermos de que pessoas como Fidel, Stalin, Mao, Ché e Lenin lutaram contra a dominação brutal e bestial do ocidente anglo-europeu contras as populações dos seus países. Lutaram contra este sistema de dominação perversa baseado na negação da humanidade dos povos oprimidos pelos países imperialistas e colonialistas da Europa e da América do Norte. Não se pode negar os crimes de Stalin, mas não se pode negar, também, que se não fosse ele e o povo russo a Europa e os EUA jamais teriam derrotado Hitler e o destino da humanidade, possivelmente, seria muito mais terrível. Depois, se não fosse a Revolução Russa e o fortalecimento pelo qual o país passou nas duas décadas seguintes, 20 e 30, possivelmente a URSS não teria conseguido resistir e derrotar os exércitos alemães. Fidel libertou Cuba de uma dominação tão perversa dos EUA que o seu país era mais conhecido como um imenso cabaré e cassino norte-americano. Mao Tsé-Tung foi outro que não somente ajudou a libertar o seu país da terrível dominação japonesa, mas também resgatou o povo chinês de um poder político altamente corrupto e massacrante, serviçal do imperialismo ocidental. O Ché Guevara, nem se fala, como disse o filósofo Jean-Paul Sartre, este viveu como o ser humano mais completo do século XX, e abandonou todas as possíveis regalias do poder para continuar a saga de luta pela libertação dos povos oprimidos do mundo, em nome de grandes ideais humanos, enfrentando fome, sede e perigos constantes contra a sua vida. Outrossim, os regimes autoritários adotados por estes países era inevitável: o ocidente, com o apoio das elites colonialistas depostas do poder, tentou acabar com a Revolução Russa, com a Revolução Cubana, com a Revolução Chinesa e por aí vai. De um modo ou de outro, estas pessoas resgataram a dignidade dos seus povos. Os regimes que estabeleceram não foi mais fundado na negação de humanidade de qualquer povo, nem na ideia de superioridade de uns contra os outros. Houve erros, excessos, desmandos das elites que se apoderaram do poder nestes países, mas o regime de espoliação, escravidão, pauperização, extermínio e desumanização foi contido e freado. É muito diferente de você patrocinar extermínios em massa, a Alemanha da II Guerra, ou como os EUA, Inglaterra e a França se habituaram a fazer, ao longo dos séculos recentes até os nossos dias, em várias partes do mundo, para saciar a sede de petróleo, ouro, minério e dinheiro de uma elite econômica insaciável. Tudo isso nos diz que estas pesssoas representaram um passo adiante para a humanidade, não um passo atrás, muito menos, podem ser postas como representantes do que há de pior na humanidade.

    1. Che Guevara foi um baita de um covardão. Nas suas lutas mandava seus seguidores babacas na frente do pelotão, quando já tinham morridos quase todos. Ai gritava lá de trás:
      – Não me matem, que eu sou mais importante pra vocês vivo do que morto !
      Aí a maioria de seus capangas já tinham virado farelo.
      Ainda bem que um sargento estressado pela guerra por ele provocada, não levou isso em consideração, e deu o devido fim no maior bandido assassino travestido de libertador!
      Foi um fracasso ne frente de ministérios, como diretor do Banco Central de Cuba e foi derrotado na Africa!

  • Adermar, o senhor Paulo Lima e mais um de fanatico esquerdopata em que toda esquerda nao comete golpe de Estado e sim revoluçao democratica, para gente dessa especie OS IRMAOS CASTRO, CHAVES MADURO E OUTROS DITADORES AFRICANOS sao exemplos de DEMOCRATAS.

  • Um anônimo covarde disse que saí do esgoto, o senhor Auri que eu vivo numa caverna e que não preciso de política. Eu disse que não preciso de político. Acho que ele não leu direito. Não pertenço a nenhum partido e abomino o radicalismo, seja de esquerda ou direita. As duas vertentes sempre acabam em ditaduras. O senhor Paulo Lima resolveu recomendar que eu leia um autor que foi torturado pela Gestapo . E só a GESTAPO torturou? A polícia de Stalim também torturou e matou milhões de pessoas , o regime de Pinochet, no Chile, idem. Cuba torturou e continua torturando seus presos políticos. Por que não libertam e anistiam os presos políticos da ilha? A Venezuela está torturando e não se escuta um único apelo das esquerdas nem do governo brasileiro contra esse estado calamitoso. Cuba manda escravos médicos para trabalhar no Brasil e também não vejo nenhum xiita falar. Do jeito que abordam o assunto, dão entender que a tortura é válida desde que o regime torturador seja uma ditadura de esquerda. Quanto a Guevara, que importância teve um cara que tentou por todos os meios, os mais radicais possíveis, implantar o modelo da ditadura cubana em outros países? Esse tipo de intervenção é válido? Dona Dilma diz que não se pode intervir na soberania de outros países. Guevara foi primeiro pro Congo e não emplacou, tentou na Bolívia e nunca conseguiu o mínimo apoio da população nem mesmo dos campesinos mais pobres e quando foi morto já estava quase em estado de inanição. Repito: Mao , Stalin, Hitler, Guevara, Fidel, Pinochet, espremendo bem esses e outros, como aquele ditador da Albânia que o povo matou, o suco é da mesma cor.

  • Toda ditadura é pavorosa: de militares brasileiros a guerrilheiros cubanos. Não há um cerceamento da vontade, um impedimento da liberdade e um emprego da violência para calar a voz de muitos que seja justificável pela conveniência. Ponto, Admitir isso fará bem também à esquerda que tem certa ojeriza por discutir a realidade política em determinados países. E como faço para convencer os “ignorantes que não sabem o que dizem”? Ataco de um livro, de uma biografia, de um empolamento discursivo… Pronto! “Agora você já sabe com quem está falando. Sou da academia”.

  • [ O que digo é que ele sim, é um personagem que marcou em definitivo a História da América Latina. Qualquer historiador, militar, de esquerda, de direita ou de centro não tem como negar essa afirmação.] Desse ponto de vista fica pior. Pois, Mourão com apenas 300 soldados deu um golpe militar numa das maiores nações em menos de 3 horas e sem que tenha dado um único tiro. Feito esse sem igual em toda história da humanidade, portanto, estarias elogiando esse caso. Entretanto, é mentiroso que o dito no seu artigo seja nessa linha, ninguém estava discutindo feito militar, mas no sentido de que esse seria um assassino para o bem e os nossos apenas uns sádicos. e no geral fez apenas o que a ideologia esquerdopata manda: tudo que aparecer de não elogiável dos seus heróis é falso, sem prova de nada. Nem adianta colocar vídeo em que Che em assembleia da ONU defende o direito do regime castrista de matar o quanto quiser, pois irás alegar que é falso.

    1. Pensa num caboclo que simplifica tudo! 1) Leia novamente. 2) Recorde o papel da vírgula numa frase. Pronto!. Verá que lá está escrito: “Qualquer historiador, militar, de esquerda…”. Ou seja, falo que qualquer historiador, seja ele militar, seja ele de esquerda, de direita ou de centro, não negará o fato de que Che Guevara é um dos personagens mais importantes da História da América Latina recente. É só isso. Com a vírgula eu não falei de feitos militares. Se você continuar em dúvida eu posso tentar explicar mais uma vez.

      Pela sua história (com h minúsculo) o Gen. Mourão é o maior Façanhudo de todos os tempos. Rapaz, vá a biblioteca! Reinaldo Azevedo e Olavo de Carvalho não farão de ti alguém que dê para levar à sério.

      Saudações,

      Paulo Lima

  • Governos ditadores, pressupõe assassinatos, prisões, corrupção e tudo o que não presta.Não precisamos rebuscar em livros de história exemplos.Hoje, aqui pertinho, temos um ditador assassino em cuba, outro igualmente na venezuela, um traficante na bolívia, uma messalina na argentina, e por ai vai.No brasil já demos a largada,os PAC’S, MAIS MÉDICOS E BOLSAS são o pão e circo que muitos de difícil compreensão e desdentados não percebem.Babamos o ovo de todos esses ditadores da nossa américa. Se dermos mais 04 anos chegaremos lá também.O resto é masturbação sociológica, como diria o jaz sérgio mota.

  • Fanatismo, grosseria. O que vcs sabem sobre o sofrimento da ditadura.
    Querem nível de debate e de educação para pessoas que defendam isso.
    Estão preocupados com o anonimato?
    Sinceramente.

  • Pensei em que poderia contribuir a esse “rico” debate, de um lado um ermitão que vive em uma caverna em qualquer canto do país, uma vez que não precisa de política, com certeza deve viver de escambo. Do outro lado, um discurso ofensivo e pobre protegido pelo manto do anonimato e da covardia. Depois de muita reflexão não vejo como contribuir a esse embate epistemologico, melhor deixar ambos abraçados em sua ignorância.

  • Caro Ademar Amaral,

    Boa tarde. O bom da democracia é que o fato de você achar que eu tenho de parar de fazer qualquer exercício de opinião não vale nada e não me fará parar. Pelo contrário, como gosto desse exercício partirei para o convencimento, na expectativa de que eu tenho algo a contribuir com aprimoramento de seu pensamento sobre a História. Mas é curioso que você argumente contra as ditaduras abomináveis (e eu concordo) mas queira me “parar”, ato esse típico de quem não quer o debate democrático.

    De toda forma existe um avanço na sua argumentação em relação ao Projetista que estuda História através de manchetes. A compreensão da História é mais importante do que as diferenças ideológicas ou de projetos políticos. E é aí que seu comentário fica enfraquecido. Não consigo encontrar em meu pequenino texto nenhuma menção da qual se possa deduzir que “Che” Guevara era puro e cheio de virtudes. O que digo é que ele sim, é um personagem que marcou em definitivo a História da América Latina. Qualquer historiador, militar, de esquerda, de direita ou de centro não tem como negar essa afirmação. E daí, de onde tirar meu fanatismo? E fanatismo em relação a quê?

    Parece que fez uma leitura carregada de pré-conceitos. Leu pensando: “ele é comunista! ele é comunista, ele é fanático, ele é fanático!” Ou seja, uma leitura precipitada que o leva à uma conclusão no mínimo imprecisa.

    Eu lhe sugiro que leia Marc Bloch, um livro que nós é indicado nos primeiros momentos na Universidade, para quem estuda História. É “A Apologia da História ou O ofício do historiador”. Foi escrito em 1994 no cárcere, na terrível época do Nazi-Fascismo. Marc Bloch, depois de torturado, foi fuzilado em 1944 pela Gestapo durante a resistência francesa contra a invasão alemã na Segunda Guerra Mundial. Marc Bloch é o fundador da “Escola dos Annales” e não era um historiador marxista.

    Agradeço seus votos e realmente espero seguir “passando bem”.

    Cordialmente,

    Paulo Lima

    1. Uma correção no último parágrafo. O livro que cito do Marc Bloch foi escrito em 1944 e não 94 como digitei. Perdoem nossa falha.

      Paulo Lima

  • Só mais uma coisinha: o anônimo diz que eu vim do esgoto. Mas é ele que não tem coragem de mostrar a cara e parece qua ainda não saiu do esgoto. Talvez habite a fossa do senhor Fidel castro ou o bunker de Hitler. Dá no mesmo.

  • Não sou fã de milico torturador e deixo isso bem claro. Mas também não sou fã dos campos de concentração do Hitler nem dos gulags do senhor Stalin que trucidaram milhões de pessoas. Há quem os adore e isso é gosto de cada um. Quem tem fedor é quem toma partido desses assassinos, seja de qual for o lado ideológico e quem fede é quem lambe as botas dessa gente. E pior que ser xiita e nem ter coragem de assinar o que escreve.

  • Outro post de merda e que fede a merda.
    Não é político, mas é fã de milico torturador.
    De onde esse pessoal saiu?

    Não tem fanatismo ideológico seu merda, é uma questão de combater fedor de gente do teu tipo, que vem do esgoto.

    Não dá!

    1. Todo fanatismo pobre de argumentos se esconde por debaixo do manto da grosseria pessoal e do anonimato.

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