Sociólogo, Tiberio Alloggio comenta o post Jatene nomeia irmã do prefeito assessora especial:
A ânsia dos partidos pelo governo ocorre, principalmente, em função do poder, mas também pelos empregos que o governo proporciona.
O “patrimonialismo” já contaminou o sistema político brasileiro como um todo e faz com que a preocupação dos eleitos com o “emprego”, para parentes e correlegionários se torne uma obsessão.
De forma geral, todos, de direita e de esquerda, após ter se lambuzado com o poder, acabam viciando-se. Os demais (tipo o PMDB e os menores) gostam tanto que nunca saem dos governos, sejam eles de direita ou de esquerda.
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Há duas falsas correntes de pensamento que disputam a lógica do preenchimento dos cargos públicos: os adeptos da “gestão técnica” e os teóricos da “gestão política”.
Os teóricos da “gestão política” justificam o direito ao emprego em nome da “governabilidade”, ou seja, o velho fisiologismo na hora de preencher os cargos públicos.
Os adeptos da lógica do mercado, pelo contrario, propõem critérios “rigorosamente técnicos”, ou seja, empregam (seus) técnicos e (seus) especialistas na gestão pública. É também o velho fisiologismo disfarçado com o critério de “eficiência”.
São filosofias de gestão supostamente opostas, que ocorrem apenas na teoria, pois o objetivo de todos é o emprego de parentes e correlegionários na máquina pública.
O efeito perverso desse processo é a degradação técnica das atividades do governo, principalmente pelo desânimo dos mais competentes, que acabam saindo da função pública.
Um bom gestor político tem que saber usar o poder (que o povo lhe conferiu) para que o interesse público prevaleça.
Se não souber usar esse poder, o gestor acabará governando por apenas uma minoria de parentes, amigos, aliados e correligionários, que o ajudaram sim a se eleger, mas ainda assim insuficientes para reelegê-lo, pois quem elege mesmo é a maioria do povo.
Os adeptos do Estado do Tapranós que se cuidem!
um dos melhores textos sobre o tema, aproveintando, por que as crianças do eixo forte vão a pé para escolas,,, precisamos de onibus escolares já
O que acontece em Santarém acontece no Brasil inteiro vivemos de milagres rs
Parabéns, sou um crítico contumaz seu, mas dessa vez você acertou em cheio, fez um análise muito lúcida da situação, sem paixões e militantismo.
olha o sujo falando mal do mal lavado !!! A turma da Petralhada levou o fisiologismo ao paroxismo !!! como diria minha velha avó chiquinha que não era letrada mas era um poço de sabedoria ” Quem não come mel , quando come se lambuza ” !!!!
Por isso sou a favor de concurso público pra todos os serviços na área pública e ficasse so 0, 0999 % pra cargo de confiança , ou seja o mínimo do mínimo!
Não acabaria , no entanto diminuiria significativamente esse samba de crioulodoido de cabide de emprego que vemos em todo o Brasil de forma escandalosa!
A pessoa tem q entrar pra administração pública que é pago com nosso dinheiro, por COMPETENCIA COMPROVADA E LIVRE DE SUSPEIÇÃO , é isso se da , normalmente , ATRAVES DE PROVAS OU DE PROVAS E TÍTULOS E AINDA ENCARAR O ESTAGIO PROBATÓRIO DE 3 ANOS PRA VER SE É EFICIENTE de verdade !!
Entra governo sai governo e os concursados , mesmo sendo concursados não estariam livres de perseguição ou algo semelhante porém, certamente não ficariam em panico de ser degolado sumariamente .
Três Pilares
Parabéns ao Tibério, a pesar, sim de detectar um fino nostalgismo do poder. Mas a essência se sobrepõe a tudo, é o mais consistente comentário. Experiência de uma realidade vivida no governo que agora é passado.
“HONESTIDADE; LEALDADE; PONTUALIDADE;
Porém, é visto que o novo governo utiliza das mesmas práticas nepóticas e, até mesmo a do mult-governismo, a exemplo, à Secretaria de Mobilidade e Transito entregues nas mãos do Reginaldo versos Igreja da Paz (nada haver) que hora nomea para funções de chefia, seus líderes espirituais, que estão mandado e principalmente desmandado, no caso, seus subalternos a bater continência. Tendo como base administrativa três pilares “HONESTIDADE; LEALDADE; PONTUALIDADE;
Até quando?
Sem fugir do assunto; este outro governo, dento do Governo Von, comete atrocidades a funcionários, pais de família, que são destituídos dos cargos, mas, com a obrigação de ensinar o trabalho aos novos “pastores”.
Motivo de indignação, no caso não escapou nem o experiente e ex- secretário Manoel Pantoja, jogado a escanteio, e pode estar com os dias contados…
… Isso é mal e mau, em Von?
Espere, que em pouco tempo a merda do trânsito vai apodrecer mais ainda.
Hummmmm….o Tiba está pegando leve nos artigos que tratam da oposição ” demo-tucana”, como ele próprio diz….acho que a torneira começou a secar e tem gente de olho numa boquinha na city de Santarém. No nosso país, nepotista é quem não nos contrata ou não nos patrocina. “Malévola” oposição “demo-tucana” não caia nas cantadas e engodos da política Santarém.