No embalo dos seus 68 anos de existência, ocorrido na segunda-feira (14), o CDA (Colégio Dom Amando) realiza amanhã (17) uma cantata em homenagem a São José, patrono do colégio.
Na ocasião, será entregue o troféu Padre Basile Moreau, 2ª edição, criado pelo educandário para premiar aqueles que deram inestimável contribuição para área educacional em Santarém.
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Colégio entrega trofeus a educadores.
Basílio Moreau foi o fundador da Congregação dos Irmãos Santa Cruz, que mantém o CDA e ainda o Notre Dame (Campinas) e o Santa Cruz (SP) – todos no Brasil, além de se fazer presente em outros 16 países.
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Eis contemplados com o troféu este ano: professores Antônio Pereira, Nicolino Campos e Risoneide Wanghan, além de Eva Gentil e do vice-governador do Pará, Helenilson Pontes.
Jeso,
Mais uma vez registro os elogios pelo conteúdo do blog e nele acompanho o que é notícia em Santarém.
Acompanhei, na infância e adolescência, a dedicação de meu pai, Nicolino Campos, com a educação e com seus alunos.
Neste 07/05 festejamos o seu 83º aniversário.
Agradeço os registros em torno do seu nome e a homenagem do nosso querido CDA.
José Aloysio Campos
Caro Jeso,
Justas homenagens. Fui aluno do CDA por 7 anos e quando sai alguma matéria relacionada a esse educandário sempre nos dá saudade, no entanto, estranho que outros nomes não estejam na lista dos homenageados como por ex, Irmão Leonardo, grande mestre da matemática, história e até português. Soube que está adoentado e seguirá neste semestre para o Estado de Pernambuco onde a Congregação está abrindo uma Casa de formação. Outros Irmãos poderiam ter seus nomes lembrados como Ir. Ernesto, também muito doente aí no bairro da Prainha.
Abs
Dos agraciados com o troféu tive o prazer e honra de ter sido aluno da Tia Riso. Assim, chamavamos a Profa. Risoneide.
Aulas de história antiga e do Brasil maravilhosas que em muito contribuiram para minha formação em economia. Ah, acho que tivemos também aulas de religião também.
Tia Riso meus parabéns e um grande beijo.
Marcelo
Fortaleza / Ceará
COLÉGIO DOM AMANDO, FONTE DO SABER
Vicente Malheiros da Fonseca:
“Estudei no Colégio ‘Dom Amando’ parte do curso primário, parte do curso ginasial e todo o curso científico, no período de 1958 a 1966. Foi a base de minha formação integral, como pessoa humana.
Em 2000, quando visitei a Faculdade de Direito de Colúmbia, em Nova York, pude melhor compreender o benefício proporcionado pelo querido Colégio. Cheguei a comentar este fato com o Irmão José Browne (um de meus melhores amigos, no ‘Dom Amando’, professor de Latim, de Filosofia e de Música), quando tive a satisfação de reencontrá-lo, naquele ano, em Washington. Na verdade, em Santarém, em plena Amazônia, era como se estivéssemos estudando nos Estados Unidos da América do Norte, tal era a qualidade e o alto nível de ensino ministrado no CDA. É preciso que se enalteça esse privilégio para conhecimento dos mais jovens. A disciplina, a ética, a organização, o ambiente saudável, o companheirismo, enfim, tudo ali era perfeito e muito bem conduzido. Havia também o reconhecimento do mérito dos alunos, que se destacavam nos estudos e nas demais atividades estudantis, pois seus nomes figuravam no Quadro de Honra, estímulo para todos os alunos e para a sociedade. O aprendizado não se restringia à sala de aula. Na convivência do dia-a-dia, o ensinamento de que tanto precisa a humanidade para construir um mundo mais livre, solidário, fraterno e justo. Mestres abnegados, amigos autênticos. Anos felizes e inesquecíveis.
Muita coisa que se aprende hoje apenas em cursos de pós-graduação era transmitida nas aulas proferidas naquele educandário, paradigma no gênero em todo o Brasil. E não havia necessidade de cursos paralelos de música, esporte, religião, moral, trabalhos manuais, línguas estrangeiras etc., porque tudo fazia parte do currículo da Escola.
O CDA sempre esteve integrado na realidade de nossa região. Basta um exemplo para ilustrar esta afirmativa. Certa vez o Colégio recebeu a visita de uma autoridade superior, que estranhou a inexistência de banheiro ou piscina para os estudantes internos. Ele, porém, foi logo alertado de que os jovens podiam usufruir do belo rio Tapajós, às proximidades, que lhes garantia banho e natação, com as vantagens oferecidas pela própria natureza regional.
Lembro-me do tempo em que integrei a excelente Banda de Música do Colégio, nos desfiles cívicos, tocando barítono, experiência que pude aproveitar para atuar na Banda ‘Prof. José Agostinho’, nos anos 60.
Agora, como magistrado trabalhista, há cerca de 30 anos, e professor universitário, jamais esquecerei do verdadeiro alicerce construído na fonte do saber da juventude na Pérola do Tapajós. Mas não é apenas o profissional de hoje que tem gratas recordações de sua mocidade, daquele estudante de tempos passados. É a pessoa humana, de ontem e de sempre, que, lembrando dos 60 anos do CDA, também se recorda, com orgulho, tal como na ‘Canção de Minha Saudade’, que nunca vi Colégio como o Dom Amando de Santarém, onde conheci o saber e o amor, o bem mais precioso da vida, um dom para a felicidade”.
(Artigo escrito em 2003, quando o C.D.A. completou 60 anos)
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Leia também:
“DO PROFANO AO GREGORIANO” – artigo publicado no Jornal “URUÁ-TAPERA – GAZETA DO OESTE” (Belém-PA), Ano XVIII, edição nº 178, de dezembro/2010, p. 6.
https://www.uruatapera.com/virtual/urua-dez2010/files/publication.pdf
https://www.uruatapera.com/virtual/urua-dez2010/urua-dez2010.html
Nota no Facebook:
https://www.facebook.com/profile.php?id=100000572904070&sk=notes&s=10#!/note.php?note_id=471563766045
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Trechos do artigo “Do profano ao gregoriano”:
Depois de 40 anos, retornou ao Brasil, a passeio, o ex-Irmão Joseph Emanuel Browne, professor do Colégio Dom Amando (Santarém), em companhia da esposa Beth, norte-americanos. Em Belém, recebemos o casal para jantar em nossa casa, em retribuição à calorosa recepção que tivemos em Washington (2000). Ao piano, acompanhei o velho mestre e o amigo Paulo Ivan Campos, na execução do Hino do CDA (letra: Irmão Genardo Green), que repetimos no encontro com ex-alunos, no Restaurante El Bandolero. Compus um arranjo do hino, para Canto, Quinteto de Sopros (Flauta, Oboé, Clarinete, Trompa e Fagote) e Piano. Boas lembranças da Banda do CDA, onde toquei barítono (1964-66).
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HINO DO COLÉGIO “DOM AMANDO”
(Santarém-PA)
Letra: Irmão Genardo Green
Meu Colégio Dom Amando
Fonte do saber
Tua fama está aumentando
Como o meu querer.
Salve, salve Alma Mater
Glória do Brasil
Prometemos guardar sempre
Nossa Mãe gentil!
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Confira o mp3 do arranjo [Canto, Quinteto de Sopros e Piano] que escrevi para o “Hino do Colégio Dom Amando”, de Santarém (PA):
https://www.myspace.com/my/songs
Abraços,
Vicente Malheiros da Fonseca
https://www.trt8.jus.br/juiz/juizes_togados.asp
Parabéns CDA! Parabéns ao iluminado Ir. José Ricardo. Parabéns aos ilustres contemplados com o troféu Padre Basile Moreau, todos dignos merecedores por seus expressivos feitos e conquistas. Mais sucesso…
Caríssimo Jeso, dos citados, Nicolino Campos foi meu professor de português no CDA, nos idos de 60. Aliás, devo dizer, QUERIDÍSSIMO PROFESSOR e, por reconhecer o quanto foi importante em minha formação acadêmica, minha admiração é crescente. Lembro de suas aulas com o inseparável exemplar da Editora FTD, ao qual o Ilustre Mestre, para reforçar a importância da língua pátria, tradeuzia como Feijão Todo Dia. O professor Antonio Pereira, embora conheça, não foi meu professor. Os outros não conheço. O Dr.Helenilson por sua visibilidade política, já começa a soar um nome familiar. Mas, pelos dois que conheço e partindo do Dom Amando, não tenho dúvidas que é uma honraria e tanto a distinção, a qual irá dar mais brilho ao curruculum dos homenageados. De minha parte, humildemente parabenizo os agraciados e peço ao Caríssimo Amigo, se possível, que pergunte ao Professor Nicolino se, neste texto, a pontuação está correta. Abraços,
Está na hora o Blog do Jeso trocar de nome
Sugiro que a partir de agora se chame Blog do Jesonilson
Rsrssr, o blog, ao longo desses quase 7 anos, já teve também outras denominações. Todos nominadas por vesgos de plantão como vc.