por Sidney Canto
Dia 16 de janeiro de 1750
Assinatura do Tratado de Madri, estabelecendo nova divisão entre as posses dos reinos de Portugal e Espanha. Para efetuar as demarcações acordadas neste tratado, seria nomeado o irmão do ministro Sebastião Carvalho (Marquês de Pombal), o então governador Francisco Xavier de Mendonça Furtado.
Foram nomeados para a Comissão de Demarcações e Limites os seguintes membros, pela parte de Portugal (que vieram para a Amazônia): Ignácio Szentmartonyi, jesuíta húngaro; João Agnelo Brunelli, italiano; Gaspar João Gerardo de Crousfeld, militar alemão; João André Schwebel, engenheiro alemão; Henrique Antonio Galluzzi, militar italiano; Philippe Sturm, alemão; Antonio José Landi, italiano; Adam Leopoldo de Breuning, alemão; Gregório Rebello Guerreiro Camacho, português. Entre outros que foram incorporados na chegada da comissão no Pará. Esta comissão esteve em Santarém e região, nos idos de 1754.
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Perdão pelo erro de digitação, ao invés de peido queria dizer pleito.
Se 98,5% da população do Tapajós mandasse um peido como recado ao STE de que queremos um estado, pelo menos faria com que levassem as mãos ao nariz, mas esse plebiscito e seu resultado estão muito aquém desse impacto. O desejo de 98,5 dos eleitores do Estado do Tapajós vale menos que um (1) flato, um peido ou uma explosão intesti(a)nal como queiram.
O maior marco da história da amazônia brasileira e seria um dos grandes acontecimentos da história do Brasil, se aqui fosse Brasil e não fosse defenestrado o peido dessa nação nas urnas. Mas 1750 vai fazer parte da história de dois dos novos países que surgirão por inutilis possedis (it), a Nação Kaiapó e a Guiana Tapajoara. Viva Alexandre Gusmão, pioneiro da diplomacia brasileira.