Durante o mês de julho, a UFOPA (Universidade Federal do Oeste do Pará) realizará a primeira etapa do salvamento arqueológico do Campus Tapajós, que ocupa parte da área do sítio do Porto, em Santarém.
A ação faz parte do projeto “Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico: prospecção e resgate na área de influência direta da construção de diversas estruturas no Campus Tapajós da UFOPA”, que visa a atender à legislação ambiental que protege os sítios arqueológicos do país.
Coordenado pela arqueóloga Denise Maria Cavalcante Gomes (foto), professora do Programa de Arqueologia e Antropologia, do Instituto de Ciências da Sociedade (ICS), o projeto tem permissão do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), para realizar, pelos próximos dois anos, pesquisas arqueológicas na área pertencente ao Campus Tapajós.
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“Estamos completamente dentro da lei. Faremos vistoria em qualquer área destinada a construção e, se o local tiver potencial, vamos realizar o salvamento arqueológico antes do início das obras”, explicar Denise Gomes.
“Estamos contribuindo para salvaguardar a universidade de problemas com a legislação ambiental. E, como somos arqueólogos e acadêmicos, vamos estudar os vestígios retirados desses locais. Esses são os propósitos do trabalho”.
Nesta primeira etapa serão estudadas duas áreas.
“Até o dia 4 de agosto vamos trabalhar em dois locais: a Área 1, que corresponde ao campo de futebol, e a Área 1A, contígua, que corresponde ao viveiro”, explica Gomes. Após a retirada dos vestígios arqueológicos, o local será liberado para construção de novos prédios da universidade.
Leia mais em UFOPA inicia salvamento arqueológico do Campus Tapajós.

Estou aguardando a UFOPA também investir nos alunos do PAFOR( Itaituba), pois estou com quase um ano com um projeto de pesquisa sobre arqueoturismo em santarenzinho. Até mesmo alunos da Ufopa vão visitar o sitio e o mérito é sempre dos professores da Ufopa, enquando os alunos ficam esperando um belo dia a Ufopa lembrar, que Itaituba rambém tem como preservar seus sítios arqueologicos.
Jeso, quero pedir desculpas sobre o comentário que fiz anteriormente.
Houve um engano de minha parte, pois a área citada pertence mesmo a UFOPA.
Como também está acontecendo os trabalhos de resgate nas áreas da CDP, que são ligadas as da UFOPA, pensei que se tratava das áreas da C.D.P.
Jeso eu sinceramente fiquei surpreso com essa notícia, já que a área pertence a C.D.P. e depois de feito o resgate, a área deve ser arrendada para empresas interessadas em investir no Municipio.
É a Arqueologia fazendo seu papel. Temos tudo para que nossa UFOPA comece a ser um celeiro de produção acadêmica de qualidade na Amazônia!