Empresário acusado de ser mandante da morte de agiota e esposa deixa a prisão
Dionarzinho no enterro de Iran Parente. Foto: arquivo BJ

O empresário Dionar Cunha Filho deixou o presídio de Cucurunã, onde estava preso desde de maio deste ano, acusado de envolvimento (mandante) do assassinato do agiota Iran Parente e sua esposa, Josy Prezza, crime ocorrido em Santarém em fevereiro deste ano.

Dionarzinho, como é mais conhecido, já se encontra em sua casa, onde cumpre prisão domiciliar, segundo revelou ao Blog do Jeso o advogado Rodrigo Marques, um dos integrantes da banca advocatícia que faz a defesa do empresário santareno.

 

5 pessoas foram indiciadas pela polícia no caso, investigado pelo delegado Gilvan Gomes de Almeida:

❶ Erick Renan Oliveira Carvalho, o Calanguinho. Executor dos crimes (roubo e homicídio qualificado). Teria recebido R$ 10 mil pelo serviço.

❷ Valdileno Braga Dias, o Preto. Executor dos crimes. Também teria recebido R$ 10 mil.

❸ Alessandro Gomes da Silva, o Mineirinho. Intermediador. Teria contratado os executores dos 2 assassinatos. Trabalhava na Fazenda Barbosa.

❹ Aline Maiara Ribeiro dos Santos. Companheira de Mineirinho, também morava na Fazenda Barbosa.

❺ Dionar Nunes Cunha Júnior. O mandante. Que teria contratado Mineirinho por R$ 100 mil para realizar o serviço.

O empresário nega qualquer participação no crime.

Dionar Filho era muito próximo de Iran Parente. Atuava como contador dos negócios do rico agiota. Era o homem que sabia quem eram os credores, onde investia, quais os bens e patrimônio da vítima.

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