Eu me lembro: meu 1º emprego

Publicado em por em Memória

por Oti Santos

As lembranças são inapagáveis. Ela, a Tecejuta, estava no seu principal ciclo produtivo entre 1972 e 1874. Foi o meu primeiro emprego formal assim que cheguei de Belterra para estudar no Colégio Álvaro Adolfo.

Recordo muito bem de companheiros de fábrica como Adelino, João Luis, Altêmio, China, Arinos, Pedrão, Cavalero, Arnaldo Freitas, Geraldo e Hermínio Braga, além dos técnicos como os mrs. Bilds e Denísson.

Eu era apontador de produção do departamento técnico, e recebia por semana, quando então pagava a “Cheirosa” (sogra do Manuel Dutra), em cuja barraca, em frente à fábrica, fazia o almoço todos os dias.

Leia também:
Eu me lembro: velhos pacientes, velhos amigos.
Eu me lembro: as vendas da Cheirosa.
Eu me lembro: fogo na Tecejuta.
Eu me lembro: vocação perversa.
Eu me lembro: Getúlio Vargas e luz elétrica.
Eu me lembro: Kotaro Tuji.
Eu me lembro.
Há 60 anos, nascia a Tecejuta.


Publicado por:

4 Responses to Eu me lembro: meu 1º emprego

  • Olá Jeso! Que bom relembrar essa História da TECEJUTA, meu pai também foi colaborador há mais de 15 anos era vigia, seu Raimundo, carinhosamente entre os colegas ALMEIDA, também conhecemos a Dona Cheirosa.

  • Querido Jeso, a história do amigo Oti me veio à cabeça a Dra. Zuila Dutra, juiza federal. Provavelmente a filha da Dona “Cheirosa”, uma humilde senhora que vendia refeições numa barraca em frente à Tecejuta, será desembargadora federal, o que será a extensão de uma história de vida lindíssima (de ambas). Sempre que vou a Santarém, nas comunidades por onde passo, repito à exaustão: “As oportunidades são iguais. Os caminhos é que são diferentes”. Tenho fé que desse solo, fértil em Donas “Cheirosas”, ainda brotarão muitas Dras. Zuilas e muitos Professores Doutores como nosso Dutra. O Brasil e o Estado do Tapajós precisam e agradecem. Eu aplaudo e me encho de orgulho! Abraços,

  • jeso me de um rapaz com apelido de CARIOCA que tinha uma banca de vender BANANA na sonbra de uma mangueira q ficava proximo da fabrica era um movimento muito grande do pessoal da sociedade q tempo BACANA.

  • se isso virou uma série expontânea só faz reforçar minha argumentação que esse é a melhor mídia de Santarém, até nisso seremos diferente no TAPA.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *