Arquivo: Ignácio Ubirajara Bentes de Sousa Neto
Santarém. Como era a Lameira Bittencourt. Arquivo: Ignacio Ubirajara Bentes de Sousa Neto

Esquina da antiga rua João Pessoa (hoje Lameira Bittencourt) com a travessa dos Mártires, em Santarém (1948)

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14 Comentários em: Retrovisor. Cais da rua João Pessoa

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  • Adamor disse:

    Dois prédios históricos me vem à memória: o teatro Vitória, que achava lindo e quando vinha da escola Frei Ambrósio, ficava contemplando aquela beleza. O castelo, tenho uma foto da quinta série desfilando na rua João Pessoa sentido matriz, onde o castelinho aparece em destaque.Lembro também do cine Olímpia do seu Loureiro e do centro recreativo, cheio de fricote, onde só entrava e dançava o pessoal chic da cidade. só entrei lá para dançar quando voltei a Santarém já como universitário, aí eles abriam as portas para a gente, como se fóssemos príncipes e a gente bagunçava. que saudade. Ah ia esquecendo da garapeira ypiranga, que o meu pai dizia que era do pequinino pacu, essa ainda existe e faz parte de uma longa e bonita história da nossa pérola.

  • Tânia Amazonas disse:

    Jeso

    A emoção e admiração com a beleza da imagem foi acompanhada de imensa tristeza com o descaso, o abandono e a falta de cuidado com o nosso patrimônio histórico material e imaterial. O prédio do antigo “Castelo” não existe mais, assim como muitos que foram demolidos e deteriorados pelo tempo.
    Desde o ano de 2010, Santarém está pactuada no Sistema Nacional do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura como Cidade Histórica, através do seu Plano Municipal de Ação das Cidades Históricas, que foi elaborado com a orientação do IPHAN, para que o município de Santarém fizesse a captação de recursos no PAC – Programa de Aceleração ao Crescimento das Cidades Históricas nos diferentes Ministérios, por isso denominado de PAC Cidades Históricas. O que foi feito até agora?

    É bem importante executar as ações pactuadas neste plano, que para o município de Santarém prevê a elaboração de projetos de recuperação e revitalização de praças, igrejas e prédios históricos; o inventário de bens materiais e imateriais, a pavimentação asfáltica do Centro Histórico; a Iluminação do centro histórico, com destaque dos monumentos, a criação do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico de Santarém, a Implementação do Parque ambiental Vera Paz, como patrimônio ambiental, turístico e arqueológico do município etc.

    O patrimônio histórico além de preservar a nossa memória histórica é de fundamental importância para o desenvolvimento econômico, social e cultural. Eu quero admirar não somente em fotografias o que faz parte de meu passado. Podemos sim fazer isso com a valorização dos nossos antepassados e a responsabilidade com as gerações presentes e futuras.

  • leunam disse:

    e um foto pra recordar so me lembro quando derubaram ou castelinho que ficava no final da rua.

  • glauco disse:

    Bela foto!Jeso em que ano derrubaram o castelo?

    1. João Guilherme disse:

      Sr. Glauco.
      Em busca de informações poucas que tenho encontrei o seguinte:
      ————————-
      Tradições Relativas
      Emir Bemerguy
      O nosso venerável Castelo acabou mesmo virando poeira e saudade …

      Página 18.
      Programa da festa de N.S. da Conceição – 1982.
      —————————–
      OBS.
      Com a informação do Dr. Emir Bemerguy eu tenho a base sobre a demolição do Castelo: por volta de 1980 – 1982.

  • VOVÔ DUQUINHA disse:

    Esse prédio a direita era o antigo “Castelo” bem nessa porta de madeira havia uma casa de comercio do “Passa bala”

  • VOVÔ DUQUINHA disse:

    Maravilha, esta foto foi tirada do mercado municipal, e que depois foi capitania dos portos, numa lanchonete do sr. Abdon. Se não me engano um desses pirralhos era o Babíco.

    1. espoca bode disse:

      Vovo Duquinha,
      A lanchonete que vc se refere era o café do Sr. FRAZÃO, esposo da nossa artezã Dica Frazão, e o Abdon que vc fala éra o ABIMAEL, e era uma venda de frutas localisada na outra extremidade ou seja, o café do Frazão ficava na entrada lateral e do Abimael noutra extremidade, é de ressaltar que apartir das 04hr00 da matina o seu Frazão ligava o Rádio na Globo e de hora em hora ouvíamos o Reporteresso, lider de audiencia na época.

  • João Alho disse:

    Isso era em uma cheia e tanto do rio,não? Aterraram cerca de 30 m a partir desse ponto. Pensava que o manto do Tapajós não chegava tão longe assim.

  • Antonio disse:

    Pela sombra das pessoas eram onze horas ou perto disso. Conhece bem o porquê de se pescar nesse horário quem conheceu a vida na antiga Santarém.

  • Tânia Amazonas disse:

    Imagem espetacular de nosso passado: as águas do Tapajós, a beleza das crianças negras, o homem negro pescando, a mulher caminhando, a arquitetura histórica. A foto revela um movimento encantador de nossos antepassados e de um tempo glorioso de nossa história que me faz lembrar e agradecer aos indios, negros e todas as raças que fizeram nascer a bela Santarém

  • Onizes Araujo disse:

    Conheci essa área em 1950, quando estive em Santarém pela primeira vez.

    Ver essa foto me leva a lembrar, com alegria, de tantos momentos nessa cidade, que considero minha segunda casa.

    Valeu, Jeso !

  • João Guilherme disse:

    Meu amigo Jeso Carneiro.
    Bela recordação. Bateu forte.
    Lembrei quando nas cheias e os barcos ficavam próximo da Rua João Pessoa.
    Eu ia buscar alguma encomenda vinda de Boim, ou Parauá. Salvo engano ano 1965.
    Barco do Seu Serique.
    Valeu Ignácio Ubirajara Bentes de Sousa Neto.

  • Hoje, no Dia da Consciência Negra, essa foto foi bem-vinda. Vejam que a maioria das pessoas que aparecem na foto são negras. Outro detalhe: a pescaria na beira do rio Tapajós era uma prática bastante comum.