A Justiça determinou a indisponibilidade de parte dos bens da ex-diretora da Sespa (Secretaria de Saúde do Pará) em Santarém, a bioquímica Eliane Miranda.
Dela e de mais 6 pessoas arroladas em uma ação civil de improbidade ajuizada pelo MP (Ministério Público) do Pará há cerca de 1 mês.
A decisão, lavrada no último dia 25, é do juiz Marcelo Vasconcelos, da 8ª Vara Cível de Santarém, atendendo pedido de liminar do MP.
No Leia Mais, abaixo, a relação completa dos réus atingidos pela decisão.
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Na ação, a bioquímica é acusada de empregar funcionários “fantasmas” no órgão (9º Centro Regional de Saúde), à época que o dirigiu.
Sentido horário: Nicolau do Povo, Eliana, 9º CRS, Lira Maia e Alexandre Von
De acordo com levantamento do MP, os acusados causaram prejuízos aos cofres públicos estimados em cerca de R$ 25o mil.
Eliane Miranda deixou o cargo de diretora no final de 2013, sob suspeita de corrupção. Foi nomeada no início de 2011, por indicação do deputado federal Lira Maia (DEM) e do, a época, deputado estadual Alexandre Von (PSDB), atual prefeito santareno.
O montante dos bens bloqueados da bioquímica é de R$ 20 mil, “por dano moral coletivo”, conforme explica o magistrado em sua decisão.
Há poucos dias, o vereador Nicolau do Povo (PP) defendeu Eliana Miranda das acusações. Declarou que ela é alvo de “perseguição política” em entrevista ao semanário sensacionalista O Impacto.
Conforme o blog apurou, essa ação é apenas uma de outras que o MP pretende ajuizar contra a ex-número da Sespa em Santarém.
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Acusados e montante bloqueado
1ª – Eliane Caldas Miranda, valor R$ 20.000,00 (dano moral coletivo)
2ª – Cláudia de Lima Conceição, valor R$ 20.000,00 (dano moral coletivo)
3ª – Anderson Silva Sousa, valor R$ 89.300,00 (ressarcimento do dano ao erário e dano moral coletivo)
4ª – Francisca Diacui Granjeiro Rodrigues, valor de R$ 56,300,00 (ressarcimento do dano ao erário e dano moral coletivo)
5ª – Daiane de Aguiar Neres, valor de R$ 89.300,00 (ressarcimento do dano ao erário e dano moral coletivo)
6ª – Regiana Lopes Fernandes, valor de R$ 104.951,72 (ressarcimento do dano e dano moral coletivo)
7ª – Dyego Manso da Silva, valor de R$ 47.863,73 (ressarcimento do dano ao erário e dano moral coletivo)
Tem uma Técnica em Radiologia que não tem nem era nem beira, como vai pagar quase 105 mil reais?
Mais uma vez a justiça erra na medida e no alvo.Por onde será que anda o padrinho desses fantasma?
E a Eliane vai continuar com seu laboratório, e seus contratos no governo Alexandre Von? E o restante do grupo delas, estão só rindo????????????
Dra Raimunda, continue firme!!!!!!!!!!
Investigue também os anos anteriores em que a Eliane “governou” a SESPA.
É caro amigo Jeso, oque eu não entendo, é que a sra. Claudia saiu da SESPA com essas acusações e acabou de assumir um cargo maior e melhor por esses dias no TRIBUNAL DE CONTAS do Estado. Isso pode??????
Olha a explicação do porquê foram definidos os montantes de pagamento/bloqueio:
https://www.mp.pa.gov.br/index.php?action=Menu.interna&id=3389&class=N
Jeso por que até agora ninguém fez sequer um comentário ? Aproveito este silêncio, para dizer que ainda acredito nos Promotores Públicos de Santarém, inclusive, quando a promotora Maria Raimunda Tavares, era da Polícia civil, tinha minha admiração pela sua postura correta e justa na sua missão de ofício. Não tem medo de boi da cara preta, muito menos dos postados e outros …, vai sim cumprir com seu dever de fiscalizar e representar (denunciar) à justiça todas as irregularidades e desvios de conduta; dos envolvidos direta ou indiretamente, ativos ou passivos do crime. Podem crer. Promotora, eles não são de nada, não se intimide com ameaças de represálias, acredite no seu trabalho sério e em Deus. “O MPE, NÃO PODE VIRAR CASA DE POLÍTICOS QUE QUEREM AGIR AO ARREPIO DA LEI”. Justiça que se faça ! Amém !!!
Quem sou eu pra defender essa ex-diretora. No entanto, comprovado de fato o envolvimento dela em algo errado, que sofra as penas da Lei. Interessante, é que no Estado do Pará, tem figurão que responde bronca por milhões e milhões de reais desviados dos cofres públicos, nomeação a torto e a direito de funcionários temporários e tendo um monte de concursados esperando nomeação, etc, etc… de esculhambação e não pega nada!!!
Coitado do juiz . Tem gente nessa lista que n tem nem bicicleta , duvido ter esses quase 90 mil pra pagar. , Aoo Brasil
SERÁ QUE OS LADRÕES QUE ESTÃO PRESOS NA PENITENCIARIA DO CUCURUNÃ TAMBEM NÃO ESTÃO SENDO ALVOS DE “PERSEGUIÇÃO POLITICA” ?
Óbvio que o dinheiro, por ser público, deverá ingressar ao destinátario original, ou seja, os cofres públicos. Mas, o melhor mesmo, e ter essa gente impossibilitada, afastada literalmente, via decisão judicial, de exercer qualquer função pública, notadamente, aquelas que gerenciam receitas versus despesas.Do contrário, estaremos fadado a mais assaltos de verbas públicas perpetrada por esta sofisticada quadrilha.