Operação Apate, do MP, ainda está atravessada na garganta dos Maia

A mesa que comandou o ato de posse do CME, na sexta-feira

A operação Apate, deflagrada há quase 6 meses, ainda é uma espinha graúda atravessada na garganta da família Lira Maia encastelada na Prefeitura de Santarém.

E isso ficou bem claro na última sexta-feira, 4.

Por ocasião da posse dos novos integrantes – titulares e suplentes – do CME (Conselho Municipal de Educação), dois cipoalenses emitiram sinais claros e públicos de, digamos, engasgamento.

— Erasmo Maia, chefe de Gabinete do Prefeito, se recusou a cumprimentar a promotora de justiça Lilian Braga. Erasmo é marido de Flora Costa, a principal suspeita de comandar o esquema de diplomas falsos na Semed, foco da Apate. E Lilian Braga é um dos nomes do Ministério Público do Pará responsável pela operação.

— Maria José Maia, vereadora, pregou em discurso aos presentes o não atrelamento do CME ao MP do Pará, pois é “órgão deliberativo” e independente.

A família é quem comanda a gestão da Semed desde janeiro do ano passado.

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